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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

CABO E 3º SGT PM- CLASSIFICAÇÃO DE MS


Diretoria de Pessoal divulga almanaques de 3º sargento e cabo

novembro 10, 2011 escrito por Webmaster









Após dois ofícios encaminhados pela ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) ao Comando Geral, a Diretoria de Pessoal da Polícia Militar encaminhou os almanaques de 3º sargento QPPM e cabo QPPM.
“A ACS solicitava desde julho a classificação dos praças, já que é grande a procura por informações nesse sentido por parte de nossos associados”, comenta Edmar Soares, presidente da ACS.
A DP informou, porém, que a antiguidade de soldado não está concluída, e tão logo isso ocorra, a diretoria encaminhará novo ofício à ACS.
Confira os almanaques em anexo.
Jeozadaque Garcia
Assessoria de Imprensa da ACS

AnexoTamanho
CB E 3° SGT.xls225.5 KB

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CEL DAVI É A FAVOR DA PEC .


A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 102, que trata da unificação das polícias civil e militar, começa a ganhar força nas discussões no Congresso Nacional. Nesta quarta-feira, o comandante da Polícia Militar em Mato Grosso do Sul, coronel Carlos Alberto Davi dos Santos, participa de reunião com o senador Blairo Maggi (PR/MT) para tratar do assunto.
Vice-presidente do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais de Polícia Militar, Davi afirma que é a favor da PEC, desde que seja para unificar o trabalho das polícias e acabar com “rixas” entre as corporações em todo País.
“Vamos conhecer melhor a proposta. Para os profissionais de segurança e, sobretudo, para os cidadãos, o modelo atual de Polícia já não está atendendo as expectativas”, opina Davi.
“Existem divergências entre Polícia Militar e Polícia Civil, que acabam prejudicando a população”, complementou.
O comandante da PM/MS relata que o senador mato-grossense já ouviu representante nacional da Polícia Civil. Agora, no dia 17 próximo, Davi se reúne com comandantes-gerais da PM em Porto Alegre (RS), onde repassará as deliberações da reunião de hoje.
Ele ainda destaca que qualquer iniciativa para se chegar a um “modelo eficiente” de Segurança Pública é válida. “É preciso sempre buscar melhores condições de trabalho para os integrantes das polícias”, pontuou.
Em fevereiro, durante agenda em Campo Grande, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, admitiu que “rixas” entre policiais militares e civis são comuns em todo País.
O ministro já admitia que apoiava o desenvolvimento de trabalhos criação de escritórios unificados entre as policias Militar, Civil, Federal e com participação de integrantes do Ministério Público e da Justiça em todo País.
A declaração de Cardozo ocorria em meio a uma polêmica resolução, no início do ano, em Mato Grosso do Sul, que modificava ações padrão entre as polícias. Na prática, a PM reclamou que as determinações limitavam a atuação da corporação. Após as queixas, as mudanças acabaram não entrando em prática.
CAMPOGRANDENEWS

LAURO DAVI COBRA INVESTIGAÇÕES SOBRE DESVIOS NO LEGISLATIVOS


MS: deputados querem investigações sobre desvios em licitações




ÍTALO MILHOMEM
Direto de Campo Grande


Após denúncias de que licitações da Assembleia Legislativa eram direcionadas para que empresas pagassem propinas a deputados, os parlamentares estaduais esperam que órgãos de investigação como Ministério Público e Polícia federal atuem no caso.
"Tenho certeza e convicção que existe uma instituição que fiscaliza a lei e essa instituição, até que se prove o contrário, é ética, moral e digna. Ela, recebendo um fato amplamente divulgado como esse, ela já tem o direito de agir. Então cabe ao Ministério Público Federal e Estadual e até a Polícia Federal esclarecer esses fatos", comentou o parlamentar da base governista, Marquinhos Trad (PMDB).
A opinião de Trad é compartilhada pelo deputado Lauro Davi (PSB). "Essas denúncias têm que ser investigadas. Entendo que elas não podem se perder no ar. Tem que ser apurado isso. Não estava na legislatura passada, mas nós acompanhamos o caso de Dourados pela imprensa. Isso foi pro Judiciário, até acredito que é a esfera competente, acredito que essas denuncias têm que ter um fim. Não podemos ficar presos a uma sombra, atitudes do passado que ocorreram e afetam o conjunto do Legislativo", pontuou Davi.
Outro deputado novato que pede transparência na apuração das denúncias foi Felipe Orro (PDT). "Acho que tudo isso deve ser averiguado, esclarecido para dar transparência a todas essas denúncias, a sociedade espera explicação", afirmou.
O presidente da OAB-MS, Leonardo Duarte, disse que a Assembleia deve investigar suas licitações. "A Assembleia tem por obrigação de apurar a denúncia, que se confirmada deve ser corrigida e explicada à população. O Fórum contra a Corrupção já tinha essa informação, mas só agora ela veio a público", explicou Duarte.
Deputados descartam CPI
Mesmo com os pedidos de investigação das novas denúncias, os deputados descartam a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). "Uma instituição investigando a própria instituição, por mais boa vontade que seus membros tenham, a conclusão iria chegar viciada de parcialidade", acredita Marquinhos Trad.

"A CPI se torna inócua porque a própria Assembleia irá investigar ela própria. Ficaria suspeito. Cabe a outros Poderes, Judiciário, Ministério Público investigar se existiu ou não e tocar o processo em diante" pontuou Davi.
O líder do governo na Assembleia, deputado Junior Mochi (PMDB), afirmou desconhecer as informações e por não ser da mesa diretora da Casa Legislativa não iria se pronunciar.
"Cabe a mesa diretora a condução administrativa relacionada à Casa e aos órgãos de investigação fazer as apurações devidas. Não é submetida a nós deputados essa discussão, existe apenas um fato falado pelo Rigo que precisa ser comprovado", afirmou Mochi.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jerson Domingos (PMDB), informou por meio de sua assessoria que não iria se pronunciar sobre o caso.
Entenda o caso
O jornal O Estado de Mato Grosso do Sul trouxe na sua edição de segunda-feira novas gravações da Polícia Federal realizada durante as investigações da operação Uragano, que mostra novos indícios de corrupção dentro do poder Legislativo de Mato Grosso do Sul.

O áudio foi gravado no dia 12 de junho de 2010, mesma data em que o vídeo divulgado na internet em que Rigo comenta que com recursos desviados da Assembleia eram pagos R$ 2 milhões em dinheiro para o governador André Puccinelli (PMDB), R$ 900 mil para desembargadores do Tribunal de Justiça e mais R$ 200 mil para membros do Ministério Público Estadual (MPE).
No áudio, o ex-deputado Ary Rigo (PSDB) indica ao o ex-secretário de governo de Dourados, Eleandro Passaia uma empresa que teria fraudado todas as licitações da Assembléia e poderia prestar os mesmos serviços ao município de Dourados.
A empresa indicada foi a Romero e de Paula M.E, de propriedade de Guaraci Luiz Fontana. A empresa, porém, está no nome de sua esposa Enedir Romero Fontana e do seu advogado, Rapahel Suzini de Paula, porque ele é agente tributário estadual e cedido para Assembleia, e não poderia prestar consultorias particulares. Guaraci é apresentado à Passaia, que marca uma nova reunião dois dias depois.
"Eu estou ligando para o Guaraci, mas ele não está. Esse Guaraci é sensacional, você vê a Midiamax bate em nós todo dia, mas pergunta se ela diz:'o pregão foi mal feito, não sei o que, nada disso. E está ganhando quem nós queremos'. Só não ganhou até hoje a firma de limpeza do Zé Teixeira (deputado)", comenta Rigo na gravação.
Em outro áudio entre Passaia e Guaraci, este afirma que direcionou as licitações de jardinagem, limpeza, telefonia, assessoria jurídica da Assembléia e cobrou R$ 30 mil por mês pelo serviço.
Cartas-convite
De acordo com o Diário Oficial do Estado, a Romero e De Paula arrecadou com Assembleia cerca de R$ 195 mil por meio de três cartas-convite e uma dispensa de licitação em 2010.

Em depoimento à Polícia Federal, Fontana negou o direcionamento nas licitações e disse que a empresa de consultoria não está em seu nome, pois é funcionário público.
O ex-secretário de governo de Dourados Eleandro Passaia, que agiu como agente da PF infiltrado, confirmou aoTerra as informações contidas no áudio com Guaraci Fontana. "Rigo me disse que Guaraci seria uma ótima alternativa para prefeitura de Dourados tornar os processos licitatórios mais rápidos e seguros. Neste caso, seguro significava a garantia de que os editais seriam direcionados", afirmou Passaia.

GOVERNO AMEAÇA POLICIAIS CASO CONTINUE COM PARALISAÇÃO


Policiais civis decidem paralisar atividades na Cepol por 24 horas a partir de hoje


Evelin Araujo e Diego Alves




Policiais civis de Campo Grande se reuniram em frente à Cepol (Centro de Polícia Especializada da Capital) e decidiram paralisar as atividades por 24 horas nesta quarta-feira (09). Os cerca de 60 membros do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul) que estavam no local querem que o governador André Puccinelli os receba o mais cedo possível para uma renegociação salarial.
O aviso de greve foi enviado à Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado) e, como resposta, o governador André Puccinelli escreveu, a punho, em cima do comunicado, dizendo que se os policiais paralisassem ele cancelaria a assembleia marcada para o dia 29 deste mês.
Os policiais reclamam das condições de trabalho, salário, quantidade de funcionários e concurso público. Eles querem um aumento igual ao de Mato Grosso, onde investigadores recebem R$ 3.900,00, contra os R$ 2.100,00 dos de Mato Grosso do Sul. O salário é o menor do Centro Oeste e o 18° mais baixo do País.
Para o presidente do Sinpol/MS Alexandre Barbosa da Silva, as condições das instalações do Cepol também impedem o desenvolvimento do trabalho. "Há banheiros quebrados, falta de água". A vigilância sanitária emitiu um laudo descrevendo a precariedade das instalações do prédio, onde funcionam a Deaij, Dedfaz, DEH, Deops e Polinter.
"Atualmente, o Estado possui 340 escrivães, mas o ideal seriam 600 policiais atuando e 1.800 investigadores, contra os atuais 1.100", explica Alexandre.
Eles propõe a mudança do prédio para o antigo Fórum da Avenida Fernando Correa da Costa. "O Estado teria uma economia de R$ 100 mil mensais com isso", diz o presidente.
Um policial civil, que não quis se identificar, disse que eles precisam atuar também como carcerários. "Quem perde é a população, pois a gente poderia investigar neste tempo, ao invés de trabalhar como agente carcerário", reclama.



Fonte: midiamax

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CONTRABANDO


Como funcionava o esquema de contrabando envolvendo policiais

REGIÃO NEWS 
foto
Operação do Gaeco foi realizada no dia 24 de outubro e policiais recolheram documentos











Pelo menos 6 policiais do 2º Pelotão da Polícia Militar sediado em Sidrolândia e três da base operacional da Polícia Rodoviária Estadual na MS-060, saída para Campo Grande, operavam o esquema que garantia a passagem de produtos contrabandeados do Paraguai em troca do recebimento de propina. O propinoduto do contrabando estaria em funcionamento há oito anos.
Em média os contrabandistas pagavam R$ 500,00 de “pedágio” para não ter problemas com as barreiras policiais. A punição para quem se recusava a cooperar com a "caixinha" era a apreensão do que havia comprado em Pedro Juan Caballero. Naturalmente, o trânsito livre só era garantido nos dias em que policiais do grupo estavam de plantão.
Quem se encarregava de negociar e receber as propinas, passar informações aos contrabandistas era Reginaldo de Oliveira Antunes, o Bugão, que por quatro anos trabalhou como vigia do Ciretran, que fica praticamente em frente do quartel da PM. Reginaldo obtinha informações privilegiadas sobre barreiras e escalas de serviço porque bastava atravessar a rua para manter contato com seus amigos e parceiros do Pelotão da Polícia Militar, incluindo o subcomandante Laudelino Gonçalves, além de policiais como os cabos Valdir Ferreira, Vanilson Nogueira, o soldado José Rebelo Neto.  
Só agora, duas semanas depois da realização da Operação Holambra, dados das investigações são tornados públicos, a partir da leitura dos depoimentos dos presos e das informações levadas durante as investigações conduzidas pelos promotores do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).
As investigações mostraram o envolvimento e levaram a prisão de uma lista de policiais que inclui ainda os PMs Jorge Carvalho Vicente; Antônio Carlos da Silva Fontoura , além dos policiais rodoviários estaduais,  Ernandes Alves Sales; Luciano Gomes e Fábio Wollameister.
A maioria dos 21 presos pela operação, entre eles os nove policiais, prestou depoimento e agora aguarda em liberdade o andamento dos processos. Os policias foram colocados à disposição do Comando da Polícia Militar em Campo Grande, enquanto não é concluído o inquérito policial-militar que pode recomendar a exclusão de todos eles da corporação.
Além dos policiais militares, a Operação Holambra revelou a participação de um ex-policial, Cleber Queiroz; do diretor do site sidrolândia News e motorista da ambulância, Diovane dos Santos (preso em flagrante por porte ilegal de munição ponto 50, 762, ponto 44 e calibre 22). Queiroz foi expulso em 2010 pelo comandante da PM após sindicância instalada em Sidrolândia.
Cleber recorreu, mas em março de 2011 a Justiça Militar negou a volta dele aos quadros da Polícia Militar. Também há indícios de participação do moto-taxista Ulisses Leandro da Silva Brandão e do comerciante José Ademir Gabardo. Ele é dono de uma loja de R$ 1,99 que teve parte do estoque apreendido pela Receita Federal.
Outro preso pela operação foi Rinaldo Fernandes Pinheiros, o Zinaldo, dono de uma borracharia
Fonte: correio do estado

PARALIZAÇÃO DA POLICIA CIVIL"OPERAÇÃO CUMPRE -SE A LEI "


Policiais civis fazem operação por melhores condições de trabalho

Ação é articulada pelo Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul e promete parar Centro de Polícia Especializada

 
Sindicalistas pela manhã no Cepol. (Foto: Divulgação)

A ação começou na manhã desta segunda-feira e é articulada pelo Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul). Pela manhã, os sindicalistas distribuíram aos policiais que trabalhavam cartilhas com orientações sobre os direitos e deveres da atividade profissional.Por melhores condições de trabalho, policiais civis fazem nesta semana a operação “Cumpra-se a Lei”. Eles prometem parar o Cepol (Centro de Polícia Especializada), em Campo Grande.

“Queremos chamar a atenção dos nossos governantes e da população de que o policial civil precisa ser valorizado. Lutamos por melhores salários sim! Mas queremos também ser tratados com dignidade”, declarou o presidente do Sinpol/ MS, Alexandre Barbosa.
A operação tem por objetivo fazer ser cumprido à risca o que determina o regulamento do exercício profissional do policial, o que muitas vezes não acontece por falta de efetivo e condições adequadas de trabalho, como viaturas em perfeito estado de conservação, utilização de armas e equipamentos somente da administração pública.
O Sinpol promete paralisar as atividades do Cepol - onde estão reunidas cinco delegacias especializadas - na quarta-feira, a partir das 8 horas, até o mesmo horário de quinta-feira.
Conforme o Sindicato, a situação do prédio do Cepol é crítica, tendo sido até notificado pela Vigilância Sanitária ano passado em razão das precárias condições. Segundo o Sinpol, no laudo de Inspeção da Vigilância Sanitária constam irregularidades gravíssimas quanto aos aspectos físicos e saúde dos trabalhadores.
A diretoria protocolou uma representação no mês de setembro deste ano contra o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, cobrando providências, mas até o momento não foi atendida.
De acordo com relato dos próprios policiais, eles são obrigados a tirar dinheiro do bolso para comprar água, pois a delegacia está sem bebedouro há vários meses.
Operação: Para ‘lembrar’ os policiais, os procedimentos a serem adotados foram escritos na cartilha que está sendo distribuída. Entre as diversas situações colocadas na cartilha, de acordo com o sindicato, estão:
  • Fazer qualquer procedimento somente mediante Ordem de Serviço detalhada;
  • Ir ao local do crime, medidas protetivas, mandados de busca e apreensão e outras ações, só com a presença do delegado de Polícia;
  • Delegado deve estar presente, ditar e assinar tudo o que o escrivão digitar, principalmente, depoimentos e flagrantes
  • Nunca usar em serviço, material de sua propriedade: arma, notebook, celular, veículo etc
  • Só ir para qualquer missão com viatura em perfeito estado e devidamente vistoriada pelos órgãos competentes.
Fonte: campograndenews