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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

GINASLOUCOS ESTA NA FINAL

PEC 300 TRAVA ACORDO PARA VOTAR LEI KANDIR E PRÉ SAL

Por falta de acordo, a Câmara dos Deputados adiou na noite desta terça feira a votação de pauta acertada entre lideranças. Em reunião mais cedo, os líderes concordaram em votar propostas defendidas pelo governo, como o marco regulatório do pré-sal e a legalização dos bingos, além da prorrogação da Lei Kandir, que compensa os estados pela perda de arrecadação junto a exportadores, e a criação do Fundo de Combate à Pobreza, que são pleiteadas por governadores eleitos.

Mas o vice-presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), desistiu de convocar sessão extraordinária para votar os projetos depois que deputados que defendem a aprovação da chamada PEC 300, que estabelece um piso salarial para policiais militares e bombeiros, ameaçaram obstruir a pauta.

“Vou fazer uma obstrução pessoal (para a votação desses projetos), diante da necessidade de se aprovar esta matéria, que já foi aprovada em primeiro turno”, disse o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), autor do requerimento apresentado em abril deste ano para retomar a votação da PEC 300.

Os parlamentares ameaçaram pedir novo painel, inviabilizando o quórum mínimo para que a Casa vote os projetos. O entendimento dos deputados é que, para aprovar o piso salarial de PMs e bombeiros, devem ancorar a proposta às demandas dos governadores.
Devido à falta de acordo, os parlamentares devem se concentrar na votação de medidas provisórias (MPs) que trancam a pauta. Esta terça-feira, a Câmara aprovou a MP 500, que autoriza a União e os estados a realizarem operações para capitalizarem a Petrobras.



fonte: ultimo segundo

terça-feira, 30 de novembro de 2010

SALÁRIOS DOS SERVIDORES MS


Amanha,  quarta-feira, 1° de dezembro, o Poder Executivo deposita os salários dos 60 mil servidores públicos estaduais. Conforme anunciado pelo governador André Puccinelli, o 13° salário será pago no dia 17 de dezembro. Desde o início da atual gestão os salários são prioridade.

A antecipação do último rendimento anual, pago sempre na sexta-feira que antecede o feriado de Natal, será um incremento de R$ 150 milhões para o comércio da Capital e cidades do interior. O depósito antecipado ocorrerá porque a festa natalina, este ano, será no sábado e o servidor teria pouco tempo para fazer as compras de final de ano.


Fonte: PortalMS

SERTANEJO LIVE-

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domingo, 28 de novembro de 2010

POLICIA OCUPA FAVELAS DO ALEMÃO, PRENDE TRAFICANTES E APREENDE DROGAS

Ação uniu 2.700 homens das polícias Civil, Militar, Federal e do Exército.

Cerco à área durou três dias. Helicópteros e blindados foram usados.

Do G1, em São Paulo



Policiais e militares participaram da ação que ocupou o conjunto de favelas
(Foto: Sergio Moraes/Reuters)
Após oito dias de confrontos entre traficantes e policiais no Rio de Janeiro, as forças de segurança ocuparam neste domingo (28), terceiro dia de cerco, o Conjunto de Favelas do Alemão, um dos mais importantes redutos de criminosos da cidade. A ação coordenada de 2.700 homens das polícias Civil, Militar, Federal e do Exército assumiu o controle da comunidade em menos de duas horas, conseguindo prender suspeitos de envolvimento com o tráfico e apreender toneladas de drogas e dezenas de armas - tudo isso sem entrar em um longo confronto aberto e deixando três vítimas (conta feita até por volta das 19h30; para atualizações, leia as últimas notícias sobre os confrontos no Rio) Um balanço divulgado por volta das 18h30 indicou que, neste domingo, a PM prendeu 12 pessoas por suspeita de ligação com o tráfico de drogas no Rio, sendo 9 no Alemão).
A operação deste domingo teve início logo nas primeiras horas da manhã. Pouco depois das 7h, os policiais já se reuniam e organizavam a ocupação, com apoio de veículos blindados e helicópteros. A ação começou de fato às 8h, com "força máxima", segundo o comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, tenente-coronel Paulo Henrique Moraes, em menos de uma hora a Polícia Civil dizia ter "dominado" o Alemão.

"O território jamais será dado de volta aos criminosos", disse o subchefe operacional da Polícia Civil, Rodrigo Oliveira. Às 9h22, o comandante-geral da Polícia Militar, Mário Sérgio Duarte, declarou: "Vencemos" (assista ao vídeo). O hasteamento de uma bandeira do Brasil no alto do teleférico do morro do Alemão, às 13h22, representou o que as forças de segurança trataram como libertação da comunidade.

A ocupação se deu sem "grandes confrontos", segundo Duarte, o que fez o delegado Marcus Vinicius Braga chamar a situação de "preocupantemente tranquila".
Em vez de reagir à ocupação, os traficantes tentaram fugir ou se esconder, o que fez com que as forças de segurança organizassem uma busca de casa em casa da comunidade. No total, 30 pessoas foram presas, incluindo Elizeu Felício de Souza, conhecido como Zeu, um dos homens condenados por participar da morte do jornalista Tim Lopes, da TV Globo.
A ação deste domingo foi o resultado de oito dias de confrontos. Desde o último domingo (21), criminosos orquestraram uma série de ataques por toda a cidade, atirando contra policiais e ateando fogo em veículos. A reação da polícia e o cerco aos criminosos ganhou impulso na quinta-feira (25), quando uma megaoperação atacou os criminosos nas favelas da Penha, controlou a Vila Cruzeiro e provocou a fuga em massa de criminosos para o Alemão. As forças de segurança começaram no dia seguinte o cerco ao conjunto de favelas.

Segundo o governador do estado, Sérgio Cabral, a operação representa uma página virada para o Rio. "A reconquista do território do Complexo do Alemão pelo Estado é um passo fundamental e decisivo na política de segurança pública que traçamos para o Rio de Janeiro", disse.


(Observação: ao longo da operação, foram publicadas dezenas de vídeos e fotos. Para rever, acesse a página de vídeos sobre a operação no Alemão ou a galeria de fotos.)




G1

ENTENDA O PORQUE DA GUERRA DOS BANDIDOS NO RIO

                                            VEJA TODOS OA VIDEOS AQUI

VEJA COMO FOI A INVASÃO DA POLICIA NO MORRO DO ALEMÃO

sábado, 27 de novembro de 2010

PEC 300 MAIS UM ANO SE FOI

Líderes da Câmara disseram ao iG que a onda de violência que assola o Rio de Janeiro não colocará em pauta a Proposta de Emenda à Constituição conhecida como PEC 300, que cria um piso salarial para policiais militares e bombeiros. A expectativa é que a matéria só seja apreciada no ano que vem.

De acordo com o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), “uma coisa não tem a ver com a outra”. Ele alegou que “a violência no Rio está sendo combatida e a segurança passa por uma discussão mais ampla, não podendo se focar na PEC 300”.

O líder do PMDB na Casa, Henrique Eduardo Alves (RN), também comentou que não “Há vinculação de um tema com o outro”. E disse que a PEC 300 está num impasse devido à rejeição da matéria pelos governadores eleitos.

“Os governadores dizem que é insustentável, que o custo da PEC ficaria em cerca de R$ 43 bilhões, tendo os Estados que arcar com mais de R$ 20 bilhões. Há um impasse que vem se agravando”, disse.

O líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), por sua vez, disse que colocar a PEC 300 em pauta devido à violência no Rio deixaria transparecer a impressão que as facções criminosas estão pautando o Legislativo.

“Não se pode fazer oportunismo mórbido. A segurança precisa de um debate amplo. Votar daria sinal que estamos sendo pautados pela violência, por traficante”, disse.
Ele, como os demais líderes, incluindo o do PSDB, João Almeida (BA), destacou que os salários dos Policiais devem ser melhorados, mas esse seria um dos aspectos da reformulação necessária para a segurança pública do país.
Almeida, além de negar a vinculação da violência à PEC 300, fez críticas à matéria. “Temos que discutir salários? Sim. Mas isso não pode ser feito na Constituição”.
Longe de um acordo para a votação, Vaccarezza disse que será “muito difícil” votar a PEC neste ano. Henrique Eduardo Alves acredita que, o mais provável, é seguir as discussões da matéria para que sua votação seja concluída em março.

FONTE: ULTIMA HORA

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

CANDIDATOS A SGT PMMS ESTRANHAM QUESTÕES PLAGIADAS

Candidatos a sargento da PMMS estranham questões plagiadas e discutidas em cursinho antes da prova

Eliane Souza

 
Candidatos que se inscreveram para processo seletivo interno do Curso de Formação de Sargento (CFS) da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, depois de terem quatro questões anuladas sem uma justificativa oficial do motivo, apontam que as mesmas eram plágio de outros concursos. Segundo as denúncias, um cursinho preparatório de Campo Grande teria inclusive discutido as perguntas com alunos que se praparavam para a prova. A dúvida é: coincidência ou não.

A reportagem teve acesso aos textos das quatro questões que, segundo um aluno do cursinho, foram explicadas na sala. Segundo ele, tem o mesmo teor das questões anuladas que já foram aplicadas em concursos nacionais, inclusive para nível superior, como é o caso das de número 75, 76, que caíram em prova para Promotor de Justiça no Pernambuco e Defensor Público, no Maranhão, respectivamente.

O processo seletivo interno estadual para sargento era de nível médio. Outra questão “sob desconfiança”, a de número 78, também é apontada como plágio, mas não foi anulada. Essa já foi aplicada no concurso do TRT- 24ª Região, Técnico Judiciário – 2006, com material elaborado pela Fundação Carlos Chagas. Há quatro anos ela foi numerada como sendo a 14 e fazia a mesma pergunta: “No que tange à inviolabilidade da casa durante a noite”, e eram cinco alternativas (de “a” até a “e”).

Alguns candidatos fizeram consulta na internet depois do processo seletivo e acabaram descobrindo questões aplicadas pela PMMS, que já estavam postadas na internet há aproximadamente um ano. Uma delas é a de número 75, que foi pergunta para concurso de Promotor de Justiça no estado do Pernambuco. Na página 81 do concurso pernambucano, na parte sobre Direitos Difusos e Coletivos, foi perguntado sobre a Lei Maria da Penha. A mesma questão e alternativas estavam na prova sul-mato-grossense.

Um candidato que fez a prova, aplicada em 24 de outubro deste ano, revela que fez curso preparatório em cursinho que fica no bairro Santo Antônio, na Capital e que o teor das cinco questões plagiadas foram discutidas em sala. Ele afirma que as questões de número 75, 76, 78, 96 e 98 já foram aplicadas e, inclusive, as alternativas foram mantidas na mesma sequência.
O responsável geral pelo cursinho, que pediu para não ser identificado sob a alegação de não ter vínculo com quem preparou o conteúdo da prova, acredita que os candidatos que estão reclamando são exatamente aqueles que não tiveram êxito no processo seletivo.

"Pode ter até 40% de questrões não inéditas. Não sei o que estão querendo dizer sobre o conteúdo do cursinho com o processo seletivo, afinal de contas tínhamos 100 alunos e passaram 20. Se soubéssemos o que tinha na prova, a lógica seria termos todos aprovados", diz.

A reportagem recebeu até o fechamento desta matéria, cinco reclamações de candidatos que se sentiram lesados com a prova da PMMS. Já o presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), Edmar Soares da Silva afirma que nenhum associado que fez o processo seletivo o procurou para pedir auxílio jurídico. “Nosso associado pode nos procurar que terá informações”, resume.

Uma das dúvidas dos candidatos é sobre quem formulou as questões do processo seletivo interno. Alguns foram informados que foi a Escola de Governo, porém assessoria de imprensa informou que não. Por não ter caráter de concurso público, a elaboração ficou por conta do próprio Comando Geral da Polícia Militar. No edital traz apenas informação sobre a realização da prova “1.6 - Da Realização 1.6.1 - O Processo Seletivo Interno será realizado pelo Comando-Geral da PMMS, regido por este Edital e coordenado pela Diretoria de Pessoal (DP) e 3ª Seção do EMG”.

A assessoria de imprensa da Polícia Militar dá outra versão sobre quem fez a elaboração do processo seletivo e aponta a Escola de Governo, como a “autora” das questões.
A assessoria de imprensa do governo estadual informou que buscou informações na Secretaria Estadual de Administração, Comando Geral da Polícia Militar, Escola de Governo e nenhum deles assumiu a autoria da prova e também não souberam informar quem foi


Fonte: midiamax


ARTILHARIA PESADA PARA APROVAR A PEC 300

Defensor da PEC 300, Major Fábio manda recado e promete ‘artilharia’ pesada contra o Governo do PT: “Não aguentamos mais tanta enrrolação”

Um dos maiores defensores da PEC 300 no País, o deputado federal Major Fábio usou o seu mini-blog na tarde desta segunda-feira, (22), para postar sua indignação com o atual Governo Federal e disparou: “Os trabalhadores de Segurança Pública do Brasil estão sendo "enrolados" pelo Governo do PT. A resposta virá em breve!”.

O parlamentar continuou: “É uma vergonha o tratamento dispensado pelo Governo do PT aos trabalhadores de Segurança Pública. Não aguentamos mais tanta enrolação!”.

O desabafo do Major Fábio veio depois dele ouvir o áudio da sala de reuniões do Palácio do Planalto que ficou ligado e, vazou para o comitê de imprensa a reunião, reservada, dos líderes dos partidos na Câmara com o ministro das relações institucionais do Governo Lula, Alexandre Padilha.

Na conversa, o líder do Governo pede aos seus colegas que não incluam na pauta da Câmara medidas que causem impacto financeiro, como a PEC 300. O deputado Paulinho da Força (PDT-SP) alerta para a possibilidade de uma greve nacional.
A gravação vai além, o relator do orçamento confirma que tem condições de pagar o salário mínimo entre R$ 560 e R$ 570, mas o Governo não tem interesse no reajuste nessa proporção. O líder do PR fala em legalizar os bingos e reverter seus impostos para saúde.

O fato é que o diálogo é uma afronta a inteligência do povo brasileiro. Um desrespeito total, porcaria! É lamentável ouvir a forma como o Governo e os seus aliados tratam o futuro, a vida e os sonhos do povo!



Simone Duarte com informações do Blog do Victor

PB Agora