Pages

domingo, 19 de fevereiro de 2012

PM SALVOU MEU FILHO, DISSE PAI DE ADOLESCENTE AGREDIDO


Adolescente é espancado depois de esbarrar em outro na piscina no Clube Indaiá, em Dourados

douradosnews


O adolescente, F. V. de A.,16 anos, foi espancado por três jovens, Henrique shogum kaminice, Ronaldo yuji Ueno Anami, Augusto kiyomura rosslli, Um é professor de artes marciais e outro acadêmico de medicina.Por volta das 16h, da tarde deste sábado (17) jovem é agredido com pancadas no Clube Indaiá, em Dourados.

O motivo da briga foi que a vítima esbarrou em um dos agressores na piscina, pediu desculpas, e mesmo assim o agressor desferiu inúmeros socos na cabeça do adolescente.
A vítima está internada no Hospital Evangélico e os três agressoras estão no 1ºDP presos em flagrante por lesão corporal.
A redação do Douradosnews entrou em contato com os familiares, e Saloa Vilhalba de Alencar, irmã da vítima, disse que Felipe estava nadando quando esbarrou em um dos agressores, pediu desculpas, que não foi aceita. A partir daí, o agressor começou a seção de socos e tentativa de afogamento da vítima. Saloa ainda afirmou, que um policial a paisana, viu o alvoroço e achou que era brincadeira, quando chegou perto viu que havia sangue na piscina. “O agressor ainda continuou com os socos e os amigos diziam que quem chegasse perto iria apanhar. Somente depois que o policial se identificou é que as agressões cessaram”.
O policial conduziu os agressores ao banheiro onde permaneceram até a vinda da PM. Saloa ainda ressalta que resposta rápida da PM em chegar ao local, por volta de 3 minutos, foi o que salvou a vida do seu irmão.
Socorrido, o adolescente foi levado ao Hospital Evangélico, e segue em observação devido à intensidade das agressões. A vítima sofreu vários socos na cabeça, que está inchada, e ainda corre risco, como sequela, de sofrer convulsões.
Saloa afirma que no Clube não havia nenhum vigilante e que se não fosse esse policial e a rapidez da PM, seu irmão estaria morto. “O motivo foi tão banal que não dá nem para acreditar, já que foi apenas porque se esbarraram.Não havia necessidade de agressões e espancamento nesse nível” disse Saloa.
Os pais de F.V.A. segue no HE aguardando o parecer médico.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

SALÁRIOS DAS POLICIAS


Governadores usam greves para enterrar PEC 300 no Congresso





Na sequência da repercussão negativa das greves policiais por maiores salários no País, governadores aproveitaram para mobilizar as bancadas no Congresso para enterrar a votação da PEC 300 - proposta de emenda constitucional que estabelece a obrigatoriedade de um piso nacional para bombeiros e policiais militares.
Confira o salário e as reivindicações dos PMs em cada Estado do Paíshttp://www.terra.com.br/noticias/infograficos/piso-salarial-pms/
Desde novembro do ano passado, movimentos de paralisação de policiais militares atingiram Maranhão, Ceará, Bahia e Rio de Janeiro. Na Bahia, Estado que mais sofreu, foram cometidos mais de 150 homicídios nos 12 dias de greve. A greve, realizada às vésperas do Carnaval, também afetou o turismo no Estado.
Dois governadores confirmaram à agência Reuters, sob condição de não serem identificados, que têm mantido conversas com as bancadas de seus Estados e também com ministros do Planalto para não só evitar que a proposta entre na pauta da Câmara, mas desmantelar um futuro acordo sobre o tema. Segundo eles, diversos governadores têm mantido conversas semelhantes com parlamentares.
Uma das propostas para o piso nacional que seria criado pela PEC 300 é tomar como base o salário pago aos policiais militares do Distrito Federal, o mais alto do País e que é pago pela União.
Já o governador do Ceará, Cid Gomes, que enfrentou a greve da polícia recentemente, afirma que a discussão da proposta no Congresso facilitou o "entrosamento" de policiais de Estados diferentes. "A PEC 300 nasce de uma premissa absurda. Como o Piauí vai conseguir pagar a realidade de Estados mais ricos?", argumenta Gomes.
Nos quatro Estados que enfrentaram mobilizações, o reajuste salarial era a principal reivindicação dos grevistas. Em alguns casos, bombeiros, policiais civis e agentes penitenciários aderiram ao movimento. "A fixação de um piso é razoável, mas ele tem que levar em conta a realidade distinta dos Estados", afirmou Cid Gomes.
Na Câmara, havia poucas chances de que o tema entrasse em votação nos próximos meses, por se tratar de ano eleitoral - quando o Congresso vota poucas proposições entre julho e novembro. A pressão dos deputados pró-policiais, entretanto, incentiva a mobilização do setor para forçar a pauta.
Nos últimos dias, até mesmo parlamentares que defendem a votação imediata do piso nacional como forma de melhorar a situação da segurança no País reconheceram que as manifestações enfraqueceram a legitimidade do pleito. "(A greve) é o pretexto para que a PEC 300 não seja votada. Não há mais disposição da Câmara em votar, não há disposição do governo em votar", afirma o líder do PR, Lincoln Portela (MG), defensor da proposta.
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), também reconhece que o grau de radicalismo das greves e manifestações pelo País prejudicaram a tramitação do texto. Na Câmara, um movimento oposto tem defendido o ressurgimento de outra PEC, a 102, que trata da unificação das polícias civis e militares - tema polêmico nas corporações. O texto também fala da criação de um piso nacional, mas não vinculado ao do Distrito Federal.
Oportunismo
Segundo o ex-secretário nacional de Segurança Pública e coronel da reserva da PM de São Paulo José Vicente da Silva Filho, a bandeira da reivindicação salarial tem sido o estopim para que sejam deflagradas crises, como as ocorridas nos últimos meses. "O que tem acontecido é o oportunismo de algumas lideranças de alguns Estados que se aproveitam da instabilidade na gestão de segurança em algumas localidades", disse Silva Filho.
Ele comenta que, ao mesmo tempo que líderes de associações de PMs buscam como piso o salário pago no Distrito Federal, os policiais de Brasília e arredores também preparam mobilização por reajuste. "O pessoal de Brasília está sem limite de senso de oportunidade", disse o ex-secretário. "O piso lá é US$ 35 mil anuais, é piso de primeiro mundo já", afirma.
"O que eles querem é aproximadamente 50% a mais. Aí eles vão ganhar mais que o policial de Nova York, que não tem 13º nem aposenta aos 30 anos (de carreira) com salário integral. Vão fazer fila aqui no consulado para serem policial do Distrito Federal", acrescenta.
Para o ex-secretário, a PEC 300 é basicamente um piso para os policiais militares, "não uma solução geral para o problema salarial das polícias". Além disso, argumenta, aumento salarial ajuda a melhorar a dignidade do policial, mas não ajuda a melhorar a segurança. "Se não, o Distrito Federal seria campeão de segurança no País, e não é", afirma.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

BANDIDOS TENTAM ARROMBAR CAIXA EM FARMÁCIA


Vídeos mostram bandidos tentando arrombar caixa eletrônico em farmácia

Em três minutos, eles tentaram danificar sistema de alarme e fugiram sem levar nada

Nadyenka Castro


AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL É ASSALTADA


Agência do Banco do Brasil é assaltada por 4 homens em MS

Grupo invade agência bancária, faz reféns e foge com R$ 250 mil -
 Os assaltantes também levaram a gravação das câmeras de segurança. 
A agência do Banco do Brasil foi assaltada nesta terça-feira em Ribas do Rio Pardo, a 103 km de Campo Grande. Por volta das 8h, uma hora antes da agência abrir para o público, quatro homens chegaram ao local.

Dois renderam o vigia e funcionários, enquanto os outros ficaram vigiando a entrada do banco. Os bandidos estavam com revólver e pistola. Os clientes eram rendidos quando chegavam à agência.

O grupo de reféns foi deixado em uma sala. De acordo com a PM (Polícia Militar), foram levados R$ 250 mil e dois revólveres. A ação durou quase uma hora. Os assaltantes também levaram a gravação das câmeras de segurança, numa estratégia para não ser identificados.

Os ladrões fugiram com o carro da gerente. O veículo foi encontrado na BR-262, a 20 km de Ribas do Rio Pardo, no sentido a Água Clara. O Garras (Grupo Armado de Repressão e Resgate a Assaltos e Sequestros) e a Cigcoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais) estão à procura do grupo.
Campo Grande News

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

PEC 300


PEC 300 é incompatível com a realidade dos estados

Velloso afirma que o piso de R$ 3.500 é incompatível com o orçamento de diversos estados brasileiros. Para o especialista, a remuneração dos policiais civis e militares deve estar de acordo com as limitações orçamentárias de cada estado. “Cada estado deve pagar o que pode.” Velloso alertou os governadores. “É preciso lutar para que a emenda não seja aprovada, porque depois de aprovada terá que ser implementada.”