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sábado, 21 de abril de 2012

TIRADENTES

POLICIAIS PEDE SOCORRO


Fonte diário digital ms

OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO

sexta-feira, 20 de abril de 2012


Por unanimidade, policiais militares acabam de rejeitar proposta salarial do governo

Mayara Sá e Graziela Rezende




Em coro, os cerca de mil policiais militares que ocupam o auditório da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação do Mato Grosso do Sul) acabaram de rejeitar a proposta do governador André Puccinelli (PMDB) sobre negociação salarial.
Os militares que estão em assembleia geral para discutir a proposta do governo contam com apoio da Polícia Civil e de comerciantes.
A última proposta do governador, foi feita na noite de segunda-feira (16), Puccinelli teria oferecido aumento de 6% para todas as patentes policiais e 10,23% para os soldados – o que representa uma diferença de R$ 87 no salário.
O presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis), Alexandre Barbosa da Silva, disse que todos estão no mesmo barco, no mesmo caminho, e por isso é preciso união. “Até ontem (19), o Estado nunca tinha visto a Polícia Civil se mobilizar tanto. Noventa e cinco por cento das delegacias estavam paradas, mostrando ao Governo do Estado que não temos medo de cara feia. Estamos juntos nessa e em breve estaremos mais próximos ainda”, apontou.
Já Adelaido Luis Vila, presidente do Conselho Comunitários de Segurança da Região Central de CG, disse que esteve nesta manhã conversando com aproximadamente mil comerciantes do centro e todos disseram apoiar a polícia, tanto civil como militar.
Segundo ele, o conselho e os comerciantes estão organizando uma grande manifestação para reivindicar melhores condições de trabalho e sobrevivência.

Graziela Rezende
“É essa massa (apontando para a polícia) que faz o trabalho grosseiro da bandidagem. Por isso, merece melhoria nos salários. De soldados a oficiais”, apontou.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

SINDICATO DOS BANCÁRIOS APOIA MOVIMENTAÇÃO DOS POLICIAIS DE MS


Sindicato dos Bancários apoia movimentação dos Policiais de MS

 
Assessoria

O Sindicato dos Bancários de Dourados e Região vêm a público manifestar solidariedade ao movimento reivindicatório dos trabalhadores das Policias Militar e Civil, deflagrado em todo o estado de Mato Grosso do Sul.Movimento reivindicatório dos Policiais Civis e Militares de MS

É sabido que o reajuste salarial beneficia não apenas os trabalhadores que o recebem, pois ao terem um poder de compra maior, aumentam o consumo e a produção, tornando a economia mais forte, inclusive para enfrentar períodos de crise, como já ocorreu no Brasil na crise econômica de 2009 com repercussão mundial.
Lamentamos que essas categorias que prestam relevantes serviços à população de nosso Estado, não mereçam a devida atenção por parte do governo, e tenha que lançar mão de greve para buscar seus direitos.
Repudiamos veementemente a postura intransigente do governo que através da pressão e retaliações tenta enfraquecer o movimento dos trabalhadores, apresentando proposta de reajuste que desvaloriza a categoria e fere o conceito de “trabalho decente”.
A luta por melhores condições de trabalho é pressuposto constitucional, sendo que a verdadeira democracia se pratica através do respeito, do reconhecimento e da valorização profissional de cada servidor, para que esse possa desempenhar a suas funções com segurança, ânimo e mais dignidade.
Assim cobramos do poder público estadual, atendimento as reivindicações dessas importantes categorias de servidores, para não penalizar toda sociedade sul mato-grossense com uma greve deflagrada pela própria inépcia do governo na condução das negociações.
Dourados MS, Abril de 2012
Carlos Alberto Longo
Vice Presidente
Sindicato dos Bancários de Dourados e Região

terça-feira, 17 de abril de 2012

CABO ALMI PERGUNTA: ONDE O GOVERNO GUARDOU O DINHEIRO DE 2011


Proposta de reajuste salarial de policiais gera polêmica na Assembleia

Lidiane Kobe
Giuliano Lopes/AL
Eduardo Rocha defendeu o governo das críticas dos petistas


A proposta do governo de reajustar em 5% o salário da Polícia Militar gerou polêmica na sessão desta terça-feira (17) da Assembleia Legislativa. Contrário à sugestão do Executivo, o deputado Cabo Almi (PT) classificou a proposta como “um desrespeito” à classe e ainda questionou a aplicação de recursos estaduais. Em defesa do governo, o líder do PMDB na Casa de Leis, deputado Eduardo Rocha, destacou que o Executivo “paga os salários em dia”, ao contrário da administração anterior.

“Existe um movimento nacional em defesa da recuperação salarial dos policiais, mas, com uma proposta destas, o governo de Mato Grosso do Sul anda na contramão”, disse Cabo Almi. “Reajuste de 5% é um desrespeito à classe”, acrescentou.

Como exemplo, o petista citou aumento de 28% no salário dos policiais militares do Rio de Janeiro. “No Paraná, o piso nacional é cumprido e um soldado recebe R$ 3 mil, enquanto aqui o salário do soldado não passa de R$ 1,9 mil”, emendou.

Para Cabo Almi, o Executivo tem condições de apresentar uma proposta melhor. “Não é segredo que as contas estaduais continuam tendo superávit mensal”, ponderou. “Além disso, cadê o dinheiro que o governo tem guardado na poupança?”, questionou.
No ano passado, o próprio governador André Puccinelli (PMDB) admitiu ter economizado cerca de R$ 800 milhões para eventuais emergências. O valor, inclusive, até foi alvo de polêmica, pois até governistas informavam que o montante ultrapassava a R$ 1,2 bilhão.
Ainda em defesa de aumento superior, Cabo Almi lembrou de reajuste salarial concedido, recentemente, pelo prefeito Nelsinho Trad (PMDB). “Ele aumentou em 22% o salário dos professores”, destacou. Para ele, o justo é conceder reajuste de 25% aos policiais militares.

Defesa do governo

Diante das críticas ao Executivo estadual, Eduardo Rocha enfatizou “as contas organizados do governo” e frisou que, por enquanto, ninguém bateu martelo em torno da proposta de reajuste salarial da categoria. “A classe ainda está conversando com o governo”, frisou.
O líder do PMDB na Assembleia ainda devolveu críticas aos petistas. “O governador André Puccinelli recebeu o Estado com as contas atrasadas”, lembrou. “A maioria das viaturas da Polícia Militar estavam quebradas”, acrescentou.
Para finalizar, Eduardo Rocha destacou que o Executivo estadual “paga o terceiro maior salário do Brasil aos professores”.

Fonte: midiamax

POLÍCIA MILITAR DECRETA TOLERÂNCIA ZERO

segunda-feira, 16 de abril de 2012

PMs de MS decidem pelo movimento tolerância zero

TOLERÂNCIA ZERO NO MATO GROSSO DO SUL




Policiais e bombeiros militares de Mato Grosso do Sul decidiram, em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (16), colocar em prática a chamada "tolerância zero" em todas as cidades do Estado, ao invés de se aquartelarem, como haviam cogitado. A reivindicação da classe é por um reajuste acima dos 5% oferecido pelo Governo Estadual.
De acordo com o presidente da Associação de Cabos e Soldados de MS, Edmar Soares da Silva, aplicar "tolerância zero" consiste em intensificar a fiscalização da PM, apurar as infrações com mais rigor e encaminhar todos os casos às delegacias, a partir da madrugada desta terça-feira (17).

“A proposta é lotar e fazer pressão nas delegacias. Os policiais militares acabam resolvendo muita coisa na rua, porque sabem o quanto os serviços nas delegacias exigem dos policiais civis, mas não vamos mais resolver”, explica Edmar.
No caso dos bombeiros, haverá intensificação e mais rigidez nas vistorias em locais públicos e privados. Edmar diz também que se houver qualquer retaliação aos militares, todos se apresentarão voluntariamente para serem presos, em ato de protesto.
Salário – O pedido dos policiais e bombeiros militares foi que o salário de soldados e cabos alcance 25% do de um Coronel, o que significaria cerca R$ 450 a mais. O que foi proposto à classe foi reajuste de 5%, ou seja, aumento de R$ 97,50, de acordo com Edmar.
Representantes da PM e Corpo de Bombeiros do Estado têm reunião marcada para amanhã, às 7h30, na Governadoria para nova negociação. No final do mês, haverá a votação do reajuste do salário dos cabos e soldados e dos subtenentes e sargentos na Assembleia Legislativa.
Mato Grosso do Sul tem seis mil policiais militares na ativa e 1,5 mil bombeiros.
A Polícia Civil também está adotando a mesma tática em sua negociação salarial.


Fonte: campograndenews

domingo, 15 de abril de 2012

MARCHA NACIONAL


MARCHA NACIONAL DE COMBATE A CORRUPÇÃO.

CONCENTRAÇÃO-21 DE ABRIL DE 2012 , 10H, NO MUSEU NACIONAL.