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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

REBELIAO


Uma reportagem da TV Tribuna do Norte mostra o quanto é delicado o trabalho de agentes penitenciários num país onde há gente de sobra para ‘condenar’ e falta quem queira verdadeiramente solucionar os problemas.
Analisar os erros depois que a poeira baixa é muito fácil. Difícil é administrar um “diálogo” com pessoas que não estão nem um pouco interessadas em resolver tudo na conversa.
Se você nunca pisou no ambiente mais estressante que um ser humano pode viver – e TRABALHAR –, veja as imagens e se imagine como um agente penitenciário nessas horas.
Ah, mas não se esqueça: se vier a matar alguém, vai enfrentar complicações pelo resto da vida com o Poder Judiciário e/ou com a família/amigos do detento.

Fonte: Tv Tribuna

PROMOÇÃO: FIM DO TÚNEL

Todas as polícias brasileiras fazem parte do grupo de instituições públicas com o funcionalismo organizado em carreira, o que significa que todos os policiais possuem – em tese – a perspectiva de galgar postos, graduações ou classes que garantam uma evolução financeira e funcional à medida que seu tempo de serviço aumenta. Diferentemente do mero “emprego”, onde o trabalhador geralmente se mantém visando apenas algumas necessidades imediatas de sobrevivência, a carreira privilegia a convivência do servidor com a organização a que pertence, dado o horizonte de crescimento do indivíduo no interior da instituição.

 
O problema é que, em algumas polícias brasileiras, esta diferenciação entre carreira e emprego parece não mais existir, dado que, desde o início de suas trajetórias, muitos profissionais já vislumbram certo “engarrafamento” que lhe impedirá a progressão funcional. Geralmente por descumprimento do que manda a lei e por excesso de considerações políticas, sem falar na sanha de “corte de gastos” que geralmente acomete o Estado (sempre do “lado mais fraco”), promoções deixam de ocorrer, com efeitos tenebrosos para as corporações policiais:
 
A monotonia da função
Embora muitas pessoas passem anos a fio com a mesma rotina no seu dia-a-dia, dificilmente se dirá que alguém com este perfil consegue ser inovador, dinâmico e versátil no que faz. A falta de perspectiva de crescimento funcional garante ao policial o estereótipo do que ficou definido pelo imaginário popular como “funcionário público”: um burocrata repetitivo, receoso de mudanças e inovações, imerso na monotonia de suas práticas, conhecidas e mantidas há muito tempo.
O sentimento de injustiça
Quando está na lei que o policial irá ser promovido em dada altura de sua carreira, e esta promoção não ocorre, consolida-se aí uma frustração, que gera o sentimento de injustiça, que por sua vez será convertido em desmotivação e prejuízo ao serviço prestado. É parte essencial do ser humano projetar o futuro, e não há aquele que desconsidera uma possibilidade de ascensão profissional quando vem preenchendo todos os requisitos para este movimento.
O descompasso institucional
Se um policial com a função “B” é responsável pela fiscalização do policial com a função “C”, e de repente aquele primeiro é promovido enquanto o “C” permanece no mesmo grau, mesmo preenchendo os requisitos para a promoção, a tendência é que as engrenagens da corporação policial comecem a se desgastar. Este tipo de desarmonia afeta fortemente os mecanismos de controle e gestão de qualquer administração.
As recompensas desviantes
Muitas vezes, visando compensar a falta de promoção, que se bem aplicada garante dignidade profissional a uma categoria, expedientes informais são adotados, principalmente em se tratando de nomeações e exonerações em cargos comissionados ou mesmo de direcionamento a funções menos “desgastantes”. É como se a corporação vivesse se desculpando por suas falhas aos policiais que, pouco reconhecidos conforme prevê a lei, acabam se agarrando a benesses passageiras e instáveis, distribuídas a partir de critérios duvidosos.
O desapego
Existe um sentimento de “posse” que é fundamental ao bom relacionamento entre o profissional e a organização em que trabalha. Não se trata da mesma posse que rege as relações da propriedade privada, mas aquela que garante certo cuidado do servidor público com a estrutura e os serviços sob sua responsabilidade. Ao perceber que está sendo preterido por motivos ilegítimos, a tendência é que o profissional abdique deste sentimento de intimidade e identidade com o que é público.

Neste contexto, onde o profissional é tratado como empregado, e não como funcionário de carreira, cobra-se o empenho e a dedicação proporcional a este último status, ao tempo em que se critica aqueles que mantêm uma relação proporcionalmente indiferente com sua corporação. Sem justificar desvios de conduta nem omissões, é de se questionar por que os profissionais, individualmente, são os responsáveis por compensar distorções orgânicas e estratégicas das instituições a que servem.

sagapolicial

FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA ENTREGA MEDALHAS A PMS-MS

Policiais militares recebem medalha da Associação dos Veteranos da FEB
19/09/2012 | Frederico Guimaraes Miranda
Frederico Miranda

Campo Grande (MS) – O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Carlos Alberto David dos Santos e a soldado Janeth de Oliveira Cidrão Gomes da Silva receberam, na tarde de hoje (19/9) a medalha Marechal Machado Lopes, outorgada pela Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB). Na mesma ocasião, a associação concede ao tenente-coronel André Luiz Saab a medalha da Cruz da Paz dos Veteranos da FEB.
Os três estão sendo homenageados por prestarem serviços relevantes em favor da paz mundial, bem como na difusão das atividades da FEB durante a segunda guerra mundial, por meio de contribuições à ANVFEB, seção de Mato Grosso do Sul.
A entrega foi feita pelo presidente da ANVFEB/MS, Agostinho Gonçalves da Mota.
Fonte: PMMS

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ABORDAGEM POLICIAL- AONDE ESTA O ERRO?

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

POLICIAL MORRE APOS TROCAR TIRO COM COMPANHEIRO


Policial civil morre após trocar tiro com colegas na Zona Norte de SP

Sem saber, duas equipes trabalhavam em uma mesma investigação.
No momento de fazer o flagrante, elas entraram em conflito.

Um policial civil de 29 anos morreu após ser baleado por um colega na noite desta quarta-feira (12), na Zona Norte de São Paulo. Os dois faziam parte de delegacias diferentes, mas trabalhavam, sem saber, na mesma investigação de roubo de caminhão. No momento do flagrante, uma equipe achou que a outra era o grupo de criminosos e começou a troca de tiros.
Os investigadores da Divecar, uma divisão especializada do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), e do 90º Distrito Policial, do Parque Novo Mundo, na Zona Norte, estavam à paisana em um terminal de cargas para flagrar suspeitos de roubar um caminhão.
Os investigadores das duas equipes aguardaram a chegada dos criminosos ao terreno próximo da Rodovia Fernão Dias, na Vila Medeiros, usado como estacionamento de caminhões.
O delegado do 90º Distrito Policial, Edvaldo Faria, contou que quatro policiais do Deic decidiram ver o caminhão de perto. Nesse momento, os investigadores da outra equipe fizeram a abordagem. Eles imaginaram que os policiais do Deic fossem os ladrões. "Existe comunicação, sim, mas não num caso como esse", explicou Faria.

No tiroteio, dois investigadores foram baleados. Um levou um tiro de raspão. Leonardo Andres Rodrigues Aguiar, do 90º DP, morreu no hospital. Ele estava na polícia desde dezembro de 2010.
No terminal de cargas, quase sem iluminação, os peritos recolheram pelo menos oito cápsulas de dois calibres diferentes. O caso vai ser investigado pela Corregedoria Geral da Polícia Civil. Os delegados do Deic estiveram no local, mas não quiseram comentar o caso com a equipe de reportagem do Bom Dia São Paulo.
Do G1 SP


Acesse o Artigo Original: http://www.uniblogbr.com/2012/09/policial-civil-morre-apos-trocar-tiro.html#ixzz26U60W1lG

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

INSEGURANÇA DA COPA


POLICIAIS CIVIS DIVULGAM VÍDEO SOBRE A INSEGURANÇA DA COPA DO BRASIL E ALARMA A POPULAÇÃO (VEJA UM TRECHO)




MÃOS AO ALTO É UM ASSALTO

PMS MORTOS JÁ SUPERA 2011


SP: número de policiais mortos é 40% maior que em 2011

O número de policiais militares assassinados no Estado de São Paulo até hoje é praticamente 40% maior do que a quantidade de casos registrados em todo o ano passado. Ao longo de 2011, foram mortos 48 policiais, enquanto nos primeiros nove meses de 2012 foram 67 ocorrências. A mais recente foi a execução de um policial militar que voltava de uma igreja, na zona sul da capital paulista, na noite do último domingo.
Para o especialista em segurança pública e pesquisador da Fundação Getulio Vargas Guaracy Mingardi, o aumento das mortes está ligado a um ciclo de vinganças entre o crime organizado e os policiais. Na opinião de Mingardi, que foi subsecretário nacional de Segurança Pública, faltou uma ação adequada para dar resposta aos primeiros casos de execução de policiais, o que está levando aos confrontos.
"Se você não resolver (os casos de mortes de policiais), não prender ninguém, a polícia fica inquieta e começa a matar mais. A polícia mata mais, os criminosos matam mais e as coisas vão indo assim: represália para lá, represália para cá", disse. "Isso é uma quebra do regime democrático, de direito, que você não pode deixar acontecer", completou.
O problema tem origem, de acordo com Mingardi, em 2006, quando o Primeiro Comando da Capital (PCC) começou a atacar policiais e a população. Naquela ocasião foi feito, segundo ele, um acordo implícito entre o crime e o governo para cessar a violência. Esse acordo, que Mingardi classifica como um erro, teria sido quebrado de alguma forma este ano, aumentando a violência, tanto do crime, como da polícia.
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Roberval Ferreira França, considera, no entanto, que o aumento do número de mortes de policias é causado por uma disposição do crime em resistir a ações dos agentes do Estado. "Neste ano o número de policiais mortos é muito maior, isso demonstra de fato que os criminosos estão confrontando a polícia, que eles estão com disposição de fugir à ação legal da polícia e a polícia se fazendo presente e realizando o enfrentamento", afirmou, ao falar sobre a operação que resultou na morte de nove suspeitos.
No final da tarde desta terça-feira, 40 homens das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) entraram em confronto, em Várzea Paulista, na Grande São Paulo, onde um grupo de criminosos julgava um homem acusado por eles de estupro. Segundo a polícia, ao menos nove bandidos morreram durante o tiroteio. Foram aprendidas duas espingardas, sete pistolas, uma metralhadora, explosivos e 20 kg de maconha.
Segundo o coronel Ferreira França, a operação foi motivada por uma denúncia anônima. Ele negou que o episódio seja uma reação aos casos de execução de policiais. De acordo com comandante, os membros da corporação estão sempre preparados para retaliações do crime organizado. "Os nossos policiais têm orientação sobre conduta de segurança durante o serviço e fora do serviço", ressaltou.
Mesmo que no primeiro semestre de 2012 o número de mortos em confronto com a PM na capital tenha subido 9% em comparação ao mesmo período de 2011, totalizando 140 casos, França disse que a taxa de letalidade da corporação caiu 30% nos últimos 8 meses. Segundo o coronel, em 2012 foram 451 suspeitos presos para cada morte.

Fonte: policialbr

terça-feira, 11 de setembro de 2012

TERROR VIVIDO POR POLICIAIS


O TERROR EM JACY-PARANÁ EM VÍDEOS EXCLUSIVOS

Parte do terror vivido por policiais militares e populares em Jacy-Paraná foi registrado em vídeos nesta segunda e madrugada de terça-feira. O material exclusivo na rede mundial de computadores pode ser visto a seguir. São imagens fortes. Confira:
Fonte: RONDONIAGORA

VIATURA CAPOTA E MATA PMS


Uma viatura da Polícia Militar da Paraíba capotou e matou um tenente na manhã desta terça-feira (11) na BR-230, estrada que dá acesso ao Distrito de Galante, em Campina Grande, Agreste da Paraíba. Outros dois policiais que estavam no carro ficaram feridos.

De acordo com informações do Tenente Coronel Souza Neto, comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar, na viatura tinha três policiais que seguiam para uma reunião no Batalhão na Rainha da Borborema.

Como estava chovendo muito e a pista estava molhada, o motorista do veículo perdeu o controle em uma curva e capotou. Equipes da Polícia Rodoviária Federal e do SAMU foram ao local socorrer as vítimas.

O Tenente Costa teve morte imediata. Já os outros dois PM´s - Sargento Aguinaldo e Soldado Costa - que estavam no carro ficaram feridos e foram encaminhados ao Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

FONTE: blog do gari