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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

PEC 300, MATO GROSSO DO SUL ESTA NESTA LUTA.



O deputado estadual Cel Ivan (PRTB), proponente da audiência pública PEC 300 - Quem te protege merece salário digno, realizada esta tarde na Assembleia Legislativa, voltou hoje a defender a equiparação salarial na segurança pública como mecanismo de valorização dos profissionais e também de redução da criminalidade no Brasil.

"Sempre há falta de consciência do que é segurança pública; temos a dificuldade de que o governo não vê a segurança com bons olhos, mas quando precisa, não hesita em chamar os trabalhadores", disse o parlamentar, que propôs a audiência pública juntamente com o deputado federal Antonio Carlos Biffi (PT-MS).

A Proposta de Emenda à Constituição nº300/2008, que está tramitando na Câmara Federal, tem como objetivo alterar a redação do parágrafo 9ª do artigo 144 da Constituição Federal, estabelecendo a equiparação dos salários dos policiais militares, bombeiros e dos inativos à remuneração da corporação do Distrito Federal.

Na prática, a PEC regulamanta um Piso Nacional para os trabalhadores da segurança pública.

O deputado Cel Ivan também defendeu a união de esforços das entidades que representam os trabalhadores na mobilização, no Congresso Nacional, para a aprovação da PEC. "E quem ganha com isso é a sociedade em geral, é um investimento que contribui, inclusive, com a redução da criminalidade", disse. "Imagine um policial no Rio de Janeiro, por exemplo, que ganha R$ 900,00 para enfrentar uma verdadeira guerra?", questionou.



Fonte: ALMS

SOLDADO DISPARA TIRO DE FUZIL EM SEU PRÓPRIO PÉ

Ítalo Zikemura



O soldado do exército Deivid Ricardo Gomes Ribeiro, do Esquadrão de Comando da 4ª Brigada, disparou um tiro de fuzil 7,62 mm em seu próprio pé. O acidente aconteceu no início da noite ontem (25), quando ele estava de serviço no aquartelamento em Dourados.
Imediatamente ele foi socorrido e levado ao posto médico da guarnição e em seguida transferido para o Hospital Evangélico, onde foi medicado e passa bem, não correndo risco de morte.
Deivid é habilitado para manusear o armamento e instruído para realizar o serviço para qual tinha sido escalado.
A Brigada Guaicurus irá instaurar Inquérito Policial Militar para apurar os fatos

Fonte: midiamax

domingo, 25 de outubro de 2009

PEC 300. EU ACREDITO

Os deputados federais Antônio Carlos Biffi (PT/MS), Paes de Lira (SP), Major Fábio Rodrigues de Oliveira (PB) e Capitão Lucinio Castelo Assunção (ES) participam, às 14h de amanhã, de audiência pública para debater a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 300 na Assembléia Legislativa.

O debate foi apresentado pelo deputado estadual Coronel Ivan (PRTB) e prevê o debate do projeto que equipara os vencimentos dos policiais militares no País ao valor pago pelo Distrito Federal. A PEC 300 beneficia policiais militares e bombeiros.

A PEC 300 conta com o apoio de todas as entidades de classes dos militares do País.

Fonte: Campograndenews

sábado, 24 de outubro de 2009

MS ACABA DE RECEBER DEZ PRESENTES DO RIO JANEIRO

VEJA COMO FOI A MEGA OPERAÇÃO E ENTENDA
AS MEDIDAS DE TRANSFERÊNCIAS DESSES PRESOS.

Um avião da Polícia Federal partiu por volta das 11h deste sábado (24) da base aérea do Galeão, no subúrbio do Rio, levando dez presos considerados perigosos para Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, onde eles ficarão no presídio de segurança máxima de Mato Grosso do Sul.

O avião pousou em Campo Grande por volta das 13h30 (horário de Brasília).

A operação de transferência começou antes das 8h e mobilizou um aparato que envolveu um número não informado de policiais civis e militares - boa parte deles integrantes do Batalhão de Operações Especiais, o Bope.

Foram usados 10 furgões - cada um com um preso - para retirar os presos do Complexo Peninteciário de Bangu, na Zona Oeste do Rio, e conduzi-los até a base do Galeão. O destino da aeronave é a base aérea de Campo Grande.
A transferência foi autorizada após pedido da Secretaria estadual de Segurança Pública do Rio, na noite da sexta-feira (23), ao Tribunal de Justiça e ao Ministério Público. Segundo o governo estadual, o motivo são os últimos confrontos causados pela guerra do tráfico. Eles são suspeitos de ordenarem as invasões de favelas, que provocaram a guerra entre facções.

Em nota oficial, a Secretaria de Segurança informou que os presos que deverão ser transferidos para o presídio federal neste sábado (24) são: Nei da Conceição Cruz (“Nei Facão”), Edgar Alves Andrade (“Doca”), Cássio Monteiro das Neves ("Cassio da Mangueira"), Márcio Silva Matos (“Marcinho Muleta”), Roberto Ferreira Vieira (“Robertinho do Jacaré”), Jorge Alexandre Candido Maria (“Sombra”), Marcelo Soares de Medeiros (“Marcelo PQD”), Fábio Pinto dos Santos (“Fabinho São João”), Ocimar Nunes Robert (“Barbosinha”) e Claudecyr de Oliveira ("Noquinha").

Fonte: G1

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

POLICIAL MILITAR CAPTURA ANACONDA PRÓXIMO AO CAIC.


A sucuri  é protegida por lei que proíbe sua venda ilegal, mas o maior inimigo que ela enfrenta é o desmatamento que destrói as florestas em que vive e provoca alterações no regime hídrico dos rios, matando muitas delas pela seca e falta de abrigo. A exploração consciente dos recursos da floresta, com a exigência de certificação da madeira e extração legalizada dos produtos florestais, é uma das formas de proteção de seu habitat único e de todas as demais espécies que nele vivem.

E esses saos uns dos motivos delas se migrar para a cidade, pois o seu habitat esta sendo ameaçado a  todo o momento pelo Homem. Foi isso que aconteceu em Dourados, uma sucuri, de aproximadamente 3 metros, foi capturada na tarde desta quarta-feira em Dourados.

A serpente estava atravessando a rua W-11, no Parque dos Coqueiros,proximo a Escola Neil Fioravanti (CAIC), quando chamou a atenção de moradores, que acionaram uma Guarnição da Policia Militar Comunitaria, Comandada pelo Cabo PM Da Silva. Capturada, a cobra foi encaminhada para a Polícia Militar Ambiental (PMA) e posteriormente solta no Rio Dourados.



Fotos: Cabo Da Silva



Fonte: Aparecido Lima


CÂMARA APROVA BENEFÍCIO DE ATÉ R$ 1.000,00 PARA PMS.



O acréscimo mensal nos salários começará com R$ 250,00 e chegará a R$ 1.000,00 no período de seis anos


BRASÍLIA - A Câmara aprovou, na madrugada desta quinta-feira, 22, um projeto instituindo gratificação por risco de vida para os policiais militares (PMs) e os bombeiros do Distrito Federal com recursos federais. O benefício inclui os inativos.
O acréscimo mensal nos salários começará com R$ 250,00, retroativo a abril deste ano, e chegará a R$ 1.000,00 no período de seis anos. O projeto será agora enviado ao Senado para votação.Em 2009, o impacto previsto nos cofres públicos será de R$ 87,09 milhões. Em 2014, quando o valor da gratificação estiver completo, a estimativa é de um aumento de R$ 482,12 milhões.
O dinheiro para cobrir a despesa será repassado pela União ao Distrito Federal dentro do Fundo Constitucional.A proposta beneficia 27.685 servidores militares do Distrito Federal. São 20.448 policiais e bombeiros militares ativos e 7.237 inativos. Além de criar a gratificação, o projeto institui um plano de cargos e salários que vai facilitar as promoções.
Com a aprovação do projeto, serão cerca de dez mil promoções, em todos os níveis da carreira, segundo afirmou o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), coronel da Polícia Militar, um dos principais defensores da aprovação do projeto.O deputado Arnaldo Madeira (PSDB-GO), um dos poucos a combater a aprovação do projeto e o único a declarar voto contrário, afirmou que o aumento salarial disfarçado em gratificação comprometerá, no futuro, o fundo constitucional, obrigando o Distrito Federal a recorrer ao governo federal para bancar os gastos. Além disso, Madeira considerou que haverá uma distorção no País: "A Polícia Militar do Distrito Federal ganha de três a quatro vezes mais do que as polícias de outros Estados, porque quem paga o salário é a União. O salário vai servir de parâmetro para os policiais de outros Estados, que terão problema para dar esse aumento", afirmou Madeira.Segundo o deputado Alberto Fraga, atualmente o soldado, patente mais baixa, recebe um salário de cerca de R$ 5 mil.
O mais alto posto da hierarquia, o coronel, patente do próprio Fraga, tem um salário de R$ 18 mil por mês.O deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP) e deputados da bancada do Rio de Janeiro, ex-distrito federal, e de ex-territórios protestaram. Eles defenderam a extensão da gratificação aos policiais militares de seus Estados.
O governador do DF, José Roberto Arruda (DEM), e o vice-governador, Paulo Octávio (DEM), foram ao plenário para acompanhar a votação e pressionar pela aprovação do projeto. As galerias ficaram lotadas por militares do DF, que nos últimos dias têm ocupado os corredores e o Salão Verde da Câmara em um corpo-a-corpo com os deputados.O escalonamento prevê que os R$ 250,00 de gratificação por risco em 2009 subirão para R$ 400,00 em agosto de 2010. No ano seguinte, a gratificação será de R$ 550,00 e, a partir de agosto de 2012, de R$ 700,00. Em agosto de 2013, o valor mensal será de R$ 850,00, para atingir R$ 1.000,00 no ano seguinte. O projeto exige nível superior para o ingresso na carreira.

Denise Madueño, de O Estado de S. Paulo

terça-feira, 20 de outubro de 2009

COMO AGIR EM UMA OCORRÊNCIA POLICIAL


As minhas dicas de atuação em ocorrências policiais são estas abaixo. Esclareço que não sou dono da verdade. Apenas quero contribuir com quem está começando agora. Se você também quer compartilhar sua experiência profissional com os novatos ou mesmo com os veteranos, utilize o campo de comentários no final da página.


1. Cobrar informações da Central
É obrigação da Central transmitir informações precisas e de qualidade para quem vai atender a ocorrência. Em certos casos, é questão de vida ou morte. Informações vagas, ao invés de ajudar, dificultam o trabalho. Por exemplo, se a Central transmitir que há um veículo circulando em atitude suspeita mas não informar o modelo, cor, placa, etc., de pouco adianta. Gera abordagens desnecessárias. Vale lembrar que abordagens ainda são incompreendidas, e muitos cidadãos tidos como ordeiros, "de bem", desobedecem a ordem legal de serem submetidos à busca pessoal, culminando com desacatos e resistências, o que leva a desgastes que poderiam ser evitados por informações precisas.

Outro exemplo são as ocorrências de perturbação do sossego (artigo 42 da Lei de Contravenções Penais), vulgarmente chamadas de "som alto", oriundas de solicitações anônimas. O texto da contravenção é bem claro: "Pertubar alguém...". Do mesmo que o homicídio, cujo texto é "matar alguém", há que existir uma vítima, o tal "alguém", para configurar a contravenção. Sem a vítima, o policial não tem amparo legal para agir, podendo incorrer no crime de abuso de autoridade. Além do que, essas pessoas que não querem se identificar podem estar se utilizando do anonimato para prejudicar desafetos, o que sempre deve ser levado em consideração.

2. Agir com supremacia de força
Eu sempre bato nessa tecla. Supremacia de força é essencial para segurança da guarnição, além de inibir resistências e, consequentemente, evitar o uso da força. Logo, não tenha vergonha de pedir apoio.

3. Não ter precipitação para chegar ao local da ocorrência
Muitos acidentes de viatura ocorrem, com eventuais mortes e ferimentos de policiais, pela pressa e precipitação em chegar ao local da ocorrência. Ora, policial morto ou ferido não ajuda ninguém, e viatura acidentada não vai à lugar nenhum.

4. Ter postura e compostura
Numa ocorrência, o que difere o policial do cidadão comum é a postura que aquele adota. Imagine um policial que se desespera e entra em pânico ao ver mortos e feridos num acidente de trânsito? Se isso acontece, o policial se iguala ao cidadão, ou melhor, ele será um elemento prejudicial, porque irá incuntir desespero nas vítimas e circunstantes. O policial comparece ao local da ocorrência para justamente restabelecer a ordem, socorrer as vítimas, prender o criminoso, etc. As pessoas o veem como o representante do Estado que irá resolver a situação. Assim, ele deve atuar demonstrando serenidade e liderança. Além disso, deve ser imparcial e evitar expor comentários pessoais. Deve orientar, mas de forma técnica e profissional.

5. Impor autoridade e demonstar a disposição em fazer uso da força
Desde quando chegar ao local da ocorrência, o policial deve se impor. Como já disse em outra postagem, os atos praticados pelos policiais são imperativos, coercitivos e autoexecutórios. O policial não pede, ele determina e, se preciso, fará a ordem ser cumprida de forma coercitiva, independentemente de concordância do cidadão. Para tanto, pode usar do meios necessários, inclusive de força, caso o cidadão se oponha mediante violência ou ameaça. Não estou dizendo que o policial não deva verbalizar e negociar; o que digo é que ele deve se impor, deve demostrar quem está no comando da situação e deixar claro que, se preciso, não terá escrúpulo em fazer uso legal e proporcional da força.

6. Muitas vezes, orientar e administrar
Por diversos motivos, cabe tão são somente orientar as partes. Em muitos casos, o fato é atípico de polícia, de natureza não penal. Eu costumo dizer que a PM é um "para-raio" de problemas sociais e familiares. Tudo desagua na viatura básica, na "rapinha". Conflitos que poderiam ser resolvidos dentro da família ou entre os próprios vizinhos geram a maioria dos empenhos. Cabe ao policial, infelizmente, desviar-se de suas funções precípuas e fazer papel de psicólogo e de juiz de paz. Como policial militar, eu já fui quase tudo...
Além disso, o policial muitas vezes tem que administrar a ocorrência. Exemplos: Falta de reboque, falta de Conselho Tutelar na cidade, ocorrências de maior prioridade na esperal... Em determinadas situações, não dá para cumprir a lei ao pé da letra.


7. Ter sempre à mão papel e caneta
É indispensável ter sempre à mão papel e caneta. A maioria dos policial preferem utilizar a prancheta para colher dados dos envolvidos, dos veículos, etc. Eu sou mais uma caderneta no bolso da calça, visto que é complicado incursionar a pé num aglomerado urbano carregando uma prancheta. Onde colocá-la? A caderneta está sempre à disposição, a qualquer lugar e em qualquer momento.

8. Saber distinguir o pessoal do profissional
Lamentavelmente, é comum envolvidos de ocorrência desrespeitarem o policial, seja por embriaguez, por nervosismo, orgulho ferido, ou até por ignorância mesmo. É importante saber distinguir que a situação é profissional. O cidadão está desrespeitando o policial, o representante do Estado. Não leve a ofensa para o lado pessoal. Tome as medidas legais e pronto.

9. Retirar o preso do local da ocorrência
Assim que prender o infrator, retire-o o mais breve possível do local da ocorrência. Caso contrário, irão surgir familiares, amigos, vizinhos, todos gritando, esperneando, fazendo o maior escarcéu em defesa dele; talvez até o tentem tomar da guarnição. O negócio é anotar logo os dados dos envolvidos ou, conforme o caso, conduzir todo mundo à delegacia, sem delongas.

10. No papel, tudo deve ser muito bonito
As leis são bonitas e frias. O boletim de ocorrência também deve ser bonito e frio. Diante de uma injusta agressão ou de uma resistência, o policial pode ser obrigado a, como a gente diz, "partir no meio" o recalcitrantre, ou até mesmo usar de força letal. Entretanto, no papel, deve vir escrito algo bonito, técnico. Exemplos: "Diante da resistência ativa do conduzido, que desferia chutes e murros, foi necessário o uso legal da força, mediante emprego de golpes de tonfa e de técnicas de imobilização e algemação". Ou: "Em legítima defesa, efetuamos disparos de arma de fogo com o objetivo de neutralizar a injusta agressão perpetrada pelo cidadão infrator, o qual foi alvejado com dois tiros no tórax". O uso da força deve ser demonstrado como um meio para atingir um objetivo, e não como um fim em si mesmo.

Fonte: Universo Policial

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

500 ACESSOS, OBRIGADO.




Boa Tarde a todos os leitores deste blog, eu, primeiramente gostaria de agradecer a todos que acessaram este blog desde 25/08/2009, na minha primeira postagem, que fala sobre o PHAC e dizer que hoje dia 19/10/2009, por volta das 8h atingimos a marca de 500 acessos, o que me deixa muito feliz e com vontade de correr e escrever e postar matérias, cada vez mais.

Gostaria de deixar um abração para algumas pessoas que tem ajudado bastante, comentando e dando algumas sugestões para este blog, mais como não quero deixar de citar, um ou outro nome e esquecer de alguns, deixo o meu agradecimento para todos vocês que me acompanham através do meu blog.

Ó o print dos 500 acessos...

Mais uma vez Obrigado a todos.






sábado, 17 de outubro de 2009

VIOLÊNCIA, DE QUEM É A CULPA?


Não adianta imputar toda a culpa da violência na Polícia, nem cobrar apenas dos policiais que os índices de criminalidade diminuam. Com as fábricas de violência funcionando a pleno vapor, é preciso mudanças estruturais, sociais e morais.
Com filhos sendo criados sem limites, com a exarcebada falta de valores morais, com a mídia que esculacha a Polícia e glamouriza os criminosos, com o consumo de drogas desenfreado, os policiais apenas vão enxugar gelo, enxugar um iceberg que não pára de crescer.
O que me indigna é que a cobrança aos policiais pode ocorrer também no âmbito interno. Não que os policiais devam cruzar os braços, não é isso. Acontece que, se a cobrança for excessiva, irá estimular atos ilegais ou irá colocar os policiais em dificuldade, em risco de vida.
Suponhamos que se queira aumentar o número de operações blitz para apreender mais armas de fogo. Nada de errado, desde que se escale um efetivo que tenha supremacia de força para realizar as abordagens, desde que se faça um planejamento prévio, desde que o comando dialogue com os policias que atuam no setor sobre o melhor horário e melhor local... O que não pode é fazer as operações no “oba-oba”, colocando policiais em risco para melhorar estatísticas, para cumprir metas. Mesmo que o cumprimento dessas metas tragam vantagens pecuniárias, nenhum dinheiro traz de volta a vida de uma pessoa. A vida deve sempre vir em primeiro lugar.
Se o policial não tiver o devido discernimento, ele poderá ceder às pressões. E as pressões vêm de todos os lados. De um lado, cobram-se estatísticas, do outro, as punições vêm e vêm com força. Ficar nessa corda bamba pode levar o policial à loucura.
Se o objetivo é melhorar a conjuntura da violência, é necessário a participação de vários setores da sociedade; é necessário que a família assuma seu papel de formadora de cidadãos honestos; é necessário que a escola forme o aluno para a vida, e não para o vestibular; é necessário que as leis sejam rígidas com os criminosos (chega de impunidade!); é necessário que se dê condições para que o policial trabalhe com dignidade e segurança, e não apenas cobranças e cobranças.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

3ºBPM RECEBE COMANDO GERAL HOJE NO SESI




Waldemar Gonçalves - Russo


No início da tarde de hoje, partir das 16h, no auditório do SESI, Dourados estara recebendo  o atual comandante geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel/PM Carlos Alberto David.
Em contato com a reportagem agora pela manhã, o militar que pela primeira vez estará em Dourados desde quando assumiu o comando geral da Polícia Militar no dia 30 de setembro passado, adiantou que estará em reunião oficial com a tropa do 3º BPM (Batalhão da Polícia Militar), que atualmente é comandada pelo seu irmão, tenente/coronel Marcos David.

Na pauta de Carlos Alberto David segundo o próprio adiantou a reportagem, é apresentar aos seus comandados, o seu plano de comando e também debater outros temas inerentes ao policiamento militar para Dourados e também para as cidades da região que estão sob a responsabilidade do 3º BPM.

No período da noite, às 20 horas, Carlos Alberto David estará participando da noite cultural que será realizada no teatro municipal, um evento que é alusivo aos 30 anos de criação da Polícia Militar em Dourados.

Desde quando assumiu o comando, o militar disse que um dos seus principais objetivos seria a de aumentar a alta estima dos policiais militares, bem como através do dialogo tomar conhecimento das dificuldades de cada batalhão e através dele procurar o caminho mais curto para serem sanados. “Nosso maior objetivo é fazer com que a população continue acreditando em nossos policiais militares, bem como vamos procurar através dela (da população) uma maior aproximação possível para que possamos implantar em todo o estado a tão sonhada polícia comunitária”, adiantou o comandante geral, lembrando que havendo uma sintonia entre a polícia e a população, o combate aos ilícitos ficará mais ágil e todos sairão ganhando, principalmente as comunidades douradenses que há muitos anos cobram por uma segurança mais eficaz para que possam conviver em paz, com tranqüilidade.

SEM PROMESSAS

Por outro lado, desde quando assumiu o cargo máximo da Polícia Militar do estado, Carlos Alberto David que anteriormente ocupava o cargo de Comando do Estado Maior da instituição, na oportunidade de sua posse diz esperar trabalhar em conjunto com a tropa e que ele iria buscar dar mais estimulo e ânimo para os militares poder atuar no combate a criminalidade que vem assolando não só a Capital, mais também em diversas cidades do interior de Mato Grosso do Sul nos últimos anos.

O novo comandante na oportunidade não quis tecer comentário sobre o trabalho desenvolvido pelo que seu antecessor, coronel/PM Geraldo Orti, mais adiantou que iria procurar cumprir a missão designada pelo governador André Puccinelli com muita dedicação, sem politicagem e principalmente visando o bem estar e a segurança da população sul-mato-grossense. "Só posso lhe adiantar uma coisa. Não sou homem de promessas, e sim um servidor a serviço de pessoas que assim como a corporação em um todo, sonha em querer se dedicar para dar a ela o direito de viver em paz, com tranqüilidade e que procura o melhor para nosso Estado, para os familiares delas", disse na oportunidade o comandante, acrescentando que tinha em mãos, uma ampla visão do atual quadro da Polícia Militar em todos às cidades. "O importante que apesar das inúmeras dificuldades que a segurança passa em todo o país, a de nosso Estado ainda mantém o controle sobre os autores de ilícitos, e isso é muito bom, pois sabemos que a população acredita em muito em nossos policiais militares, quer seja na Capital como no interior e isso por si só já é meio caminho andado", finalizou o militar.

Fonte: Douradosagora