Pages

sexta-feira, 2 de abril de 2010

CRIATURA MATA ADVOGADO EM DOURADOS

Diante da forte repercussão que o caso vem tendo em Dourados e das solicitações de internautas para que as cenas do crime fossem reprisadas o douradosinforma mostra novamente as imagens fortes do fazendeiro matando um advogado em Dourados.
O crime aconteceu na sexta-feira passada, dia 26 de março. O fazendeiro Alcino Dias Campos, 74 anos, o “Criatura”, matou a tiros dentro de um cartório em Dourados o advogado Paul Oserow, 62.
O autor confesso deverá responder o crime em liberdade. Ele se apresentou na delegacia acompanhado de advogados, 72 horas depois do assassinato a queima-roupa.

Veja as imagens do circuito interno do cartório:

Fonte: douradosinforma

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A PM QUE FAZ BICO

Pesquisa aponta que 77,8% dos policiais no Brasil afirmam que a maioria de seus colegas mantêm um segundo emprego

Em tempos de vacas magras, o soldado Florêncio (nome fictício), de 30 anos, usou seus dias de folga na Polícia Militar para fazer bicos como segurança de lojas, restaurantes e postos de gasolina. Ganhava R$ 35 por dia de serviço para tentar pagar as contas que seu salário líquido de R$ 1,7 mil mensais não cobria. A prática, apesar de parecer inocente, é proibida pelo regimento interno da corporação. Questionada sobre o tema, a Secretaria de Estado da Segurança Pública afirmou apenas que “está enfrentando o problema”.

O segundo emprego, embora proibido, sempre foi comum entre PMs. Hoje, os próprios policiais e as entidades que os representam admitem a existência do problema. Segundo a pesquisa “O que pensam os profissionais da segurança pública no Brasil”, publicada no fim do ano passado pelo Mi­­nistério da Justiça e pelo Programa das Nações Unidas para o De­­senvolvimento (Pnud), 77,8% de 64 mil policiais entrevistados em todo o país avaliam que “a maioria” ou “mais ou menos a metade” dos profissionais de sua corporação mantém uma segunda atividade remunerada em caráter permanente.

A origem do problema estaria no valor do soldo. A mesma pesquisa mostra que 92% dos policiais no Brasil estão preocupados com os baixos salários pagos. A média nacional dos salários dos policiais militares em início de carreira é de R$ 1.814,96. No Paraná, o valor pa­­go aos soldados que terminam o curso de formação é de R$ 1.818,13. A remuneração deve ser reajustada em maio e passará a ser de R$ 1.967,43, caso entrem em vigor três projetos de lei que foram aprovados na semana passada pela Assembleia Legislativa.

De acordo com relato do soldado Florêncio, mesmo com o reajuste, o clima ainda é de insatisfação entre os praças de Curitiba. Prova disso é que, há duas semanas, quando foi anunciado o projeto que previa o reajuste, parte dos policiais da capital ameaçou iniciar uma paralisação.

Na opinião do soldado, só uma remuneração maior e melhoria nas condições de trabalho poderiam reverter a situação da atuação informal. “Tem policial que chega a tirar o dobro do salário com bicos”, afirma. O soldado ainda conta que grande parte dos policiais militares que fazem bicos usam armas e coletes à prova de balas que pertencem à corporação. “Eu tenho a minha arma. Mas usava o colete da polícia”, diz.

“Chefes do bico”

O soldado ainda denuncia a existência de policiais que agenciam outros colegas, conhecidos como “chefes do bico”. A prática é confirmada por um outro soldado, que prefere manter o anonimato. Ele diz ser grande amigo de um chefe do bico, que largou o negócio em 2010, após sete anos no comando. De acordo com o policial, a “chefia” dos bicos começa depois que o profissional ganha a confiança do proprietário do comércio.
A partir daí, ele contrata o serviço de outros policiais para uma rede de lojas. “Por quatro mercados esse policial ganhava limpos R$ 2 mil por mês. Mas, quando o superior dele descobriu a irregularidade, passou a cobrar uma comissão pelo silêncio”, diz.

Outro policial, de 32 anos, que também prefere o anonimato e atua na corporação há nove anos, admite fazer bicos há seis, o que lhe garante uma renda extra de até R$ 1,5 mil por mês. Se não usasse suas horas de folga, teria três dias por semana para ficar com sua família: ele tem esposa e um filho de 2 anos. Mas, devido aos bicos, sobra apenas um dia. “Chego a tocar direto, sem descanso”, diz.

Foi o desgaste físico que levou Florêncio a desistir dos bicos. “Quase dormi enquanto fazia a segurança de uma loja. Não vale a pena. Colocamos em risco a nossa vida e não prestamos um bom serviço para a sociedade”, afirma. Já outro policial diz que só largaria se recebesse um salário melhor. “Ainda estou numa situação financeira complicada”, diz.

Legalização dos bicos

De tão comum na corporação, uma entidade de classe estuda uma tentativa de legalizar os bicos. O presidente da Associação de Praças do Estado do Paraná (Apras), sargento Orélio Fontana, afirma que a ideia é que os policiais usem seus dias de folga para trabalhar na segurança da cidade, com a complementação do salário a ser feita pela prefeitura. “É preferível que ele trabalhe paralelamente prestando serviço do que ficar corruptível. Mas o correto seria pagar bem o policial militar”, defende.

A limitação da capacidade física dos policiais militares é um dos principais riscos da realização de serviços fora do horário do expediente, na opinião do presidente da Associação de Defesa dos Policiais Militares Ativos, Inativos e Pensionistas do Paraná (Amai), coronel Elizeu Furquim. “O remédio para isso é bem conhecido. Basta pagar bons salários para que o policial possa render ao seu máximo”, diz.

Uma das saídas para o problema, segundo o coronel Furquim, é a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) número 64, que tramita na Assembleia Legislativa. A PEC 64 prevê a implantação do subsídio no salário do policial militar, o que garantiria uma remuneração inicial ao soldado de R$ 3,3 mil, além da exigência de formação superior para ingressar nos quadros da polícia militar.



Fonte: gazeta do povo



segunda-feira, 29 de março de 2010

POLICIAIS DE MS ESPERA UM AUMENTO SALARIAL JUSTO ACIMA DE 20%

SEM AUXILIO ALIMENTAÇÃO


SEM AUXILIO TRANSPORTE

SEM ADICIONAL NOTURNO

SEM ADICIONAL PERICULOSIDADE

E MESMO ASSIM CUMPRIMOS COM O NOSSO DEVER.


FONTE: AP LIMA

domingo, 28 de março de 2010

POLICIAL DO CIGCOE É FERIDO POR CAUSA DE R$ 4,OO


Dois homens morreram e um ficou ferido em um tiroteio envolvendo um policial da Cigcoe (Companhia de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais), grupo considerado de elite da PM (Polícia Militar), ocorrido em um bar localizado no assentamento Eldorado, em Sidrolândia, na noite deste sábado.
Morreram no local Jorge Luiz Cardoso Junior, 30 anos, e Cristiano Pereira de Oliveira, de 23 anos. O cabo da Polícia Militar Genuwilson Teles Gomes, de 35 anos, lotado na Cigcoe, foi ferido e trazido para a Santa Casa de Campo Grande.

O motivo da confusão seria um troco de R$ 4,00 devidos ao policial militar, que estava em um pesqueiro da região acompanhado de amigos.
Conforme o boletim de ocorrências, o policial pediu ao caseiro do pesqueiro, Rodrigo da Silva, que fosse ao “Bar do Gordo” comprar uma garrafa de pinga e para isso lhe deu R$ 10,00.

No bar, o dono do estabelecimento, identificado como Valdecon Carrilho de Oliveira, teria se negado a devolver R$ 4,00 de troco.
Rodrigo, então, teria avisado que o dinheiro pertencia a um PM e que este voltaria para buscá-lo. Foi o aconteceu, segundo o relato policial.
O cabo Teles, como é conhecido, voltou ao local em um veículo com mais três amigos, identificados como Lailton, Severino Ribeiro, e Jorge Luiz Cardoso Junior. O grupo teria sido recebido a tiros pelo filho do dono do bar, Cristiano Pereira de Oliveira, e o policial teria sacado a arma e também atirado.

O dono do bar, conforme o relato, também passou a atirar, atingindo um dos amigos do policial, Jorge Luiz, que morreu no local. Cristiano, que também foi atingido, foi levado para a Santa Casa de Campo Grande e abandonado, já sem vida, em frente ao hospital pelo pai, que fugiu. O corpo estava em um veículo Gol, que foi apreendido.
O policial, ferido no queixo e nos braços, conforme o boletim, foi trazido para a Santa Casa de Campo Grande, primeiro pelos amigos e depois por uma viatura da Corporação.

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia, mas também teve o apoio da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento à Comunidade) de Campo Grande.

No boletim de ocorrências, a informação é de que foram apreendidas três armas (um revólver 38, uma carabina e uma espingarda). Há a informação, também, de que apesar de os policiais do Cigcoe que acompanharam a ocorrência terem sido informados sobre a necessidade de entrega da arma do cabo Teles, uma pistola modelo PT 100, houve demora para que isso fosse feito. Depois de o boletim já estar concluído, foi entregue uma arma desse modelo por integrantes da Cigcoe à Polícia Civil.

O estado de saúde do policial militar é muito grave.




Fonte: campograndenews



sábado, 27 de março de 2010

PEC 300 DISTANCIA SERRA DE DILMA

O candidato ao Palácio do Planalto, José Serra (PSDB), abriu nove pontos de vantagem sobre a adversária Dilma Rousseff (PT). O tucano voltou a ser o líder isolado em pesquisa Datafolha.
O levantamento foi feito na quinta e sexta-feira. Os números foram publicados no jornal Folha de S.Paulo no sábado.
A pesquisa mostra Serra com 36%. A petista tem 27%. Há um mês, eles tinham 32% e 28%, respectivamente, no mesmo cenário. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Serra apresentou crescimento real, embora tenha retornado ao patamar de dezembro. No final do ano passado, ele tinha 37%.

Pela primeira vez, Dilma não apresentou crescimento na sua curva de intenção de votos. A petista oscilou negativamente em um ponto percentual.

No mesmo levantamento, Ciro Gomes (PSB) ficou com 11%. Em fevereiro, Ciro obteve 12% e, em dezembro, 13%. Já Marina Silva (PV) está estacionada e manteve os mesmos 8% obtidos em dezembro e há um mês. Indecisos, brancos e nulos totalizam 7%. Outros 11% não souberam responder.

(veja matéria completa em: diario catarinense)

PM DE MS REJEITA REAJUSTE DADO POR ANDRE


O governo do estado encaminhou no dia 24 de março, para a AL – Assembléia Legislativa a mensagem número 8/2010, onde solicita que seja “aprovada as tabelas de subsídios dos servidores integrantes das categorias funcionais das Carreiras da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar”. O projeto do executivo propõe um aumento linear de 5%, mais a antecipação da tabela salarial de 2011 para 2010.
ACS – Para a diretoria da ACS a proposta de reajuste salarial dos servidores militares estaduais além de prejudicar os Soldados dos níveis II e III não atende as necessidades da classe.

Diante disso, o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PMBM/MS, Edmar Soares da Silva,acompanhado do Sargento PM Amauri, diretor de Comunicação Social da ACS e do presidente da Associação Beneficente dos Subtenentes e Sargentos, Thiago Mônaco, protocolaram novo pedido de complementação salarial proposto pelas entidades representativas junto ao coronel Carlos Alberto David, comandante geral da PM, e também ao presidente da Assembléia Legislativa deputado Gerson Domingos.

Negociação - O pedido de complementação consiste em elevar o nível II do Soldado PM para R$ 2.248,04 e o nível III para R$ 2.329,08.

Segundo Edmar, a nova contra proposta apresentada pelas entidades representativas serve para amenizar a situação da categoria.

 
Veja a contra proposta em anexo.AQUI

quinta-feira, 25 de março de 2010

GOVERNO SOLICITA REUNIÃO COM DEPUTADOS PARA DISCUTIR A PEC 300

O primeiro passo em busca de uma solução para a votação da pec 446 foi dada no dia de hoje, o líder do governo, Cândido Vaccarezza,Solicitou uma reunião com os deputados da Fremil (Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares) para discutir o tema.
Há ainda resistência por parte do Governo ao fato da PEC 300 propor que o piso salarial seja instituído na Constituição. Em resposta o deputado Átila Lins, indicou que o Governo, apresente uma alternativa aceitável. “Nós queremos a votação da PEC 300 na forma como a matéria está, mas se o Governo resiste, a solução é que ele crie um projeto de lei estabelecendo o piso”, sugere o parlamentar.

Já o Capitão Assumção informou que vai lutar para que o piso esteja na Constituição. “Não abrimos mão do piso salarial fixado em lei. Vamos continuar batalhando por isso até o final”, afirma. "As manifestações devem continuar. As marchas devem se intensificar pois foi dessa forma que, a partir de uma paralisação de mais de 10 horas em Brasília, feita pelos policiais e bombeiros, que a primeira votação aconteceu. Não devemos esmorecer jamais e nem abandonaremos o piso com valor nominal registrado na nossa Constituição Federal. Chegou a nossa hora", continua Assumção.
Para os deputados que fazem parte da Fremil a reunião foi um sinal positivo do Governo para buscar um entendimento. “Embora nada tenha sido fechado, o fato de abrir o diálogo mostra que o Governo está disposto a romper o bloqueio e procurar uma conciliação, e só cabia a ele tomar a iniciativa, pois nós já fizemos a nossa proposta, que foi aprovada em primeiro turno com 393 votos favoráveis”, salienta Paes de Lira.

Esta marcada para a próxima terça-feira dia 30 a nova reunião entre Fremil e Vaccarezza!

Vamos aguardar que o resultado seja positivo para nós,é hora de continuarmos unidos e nos mobilizarmos ainda mais e não tenham duvida que iremos vencer essa batalha.



Fonte: vida de bombeiro

quarta-feira, 24 de março de 2010

CABO VAI A JÚRI POR ATIRAR EM ESTRUPADOR


O ex-policial militar Renato Gomes Batista, conhecido como Cabo Renato, será julgado no dia 8 de abril pelo crime de tentativa de homicídio contra o estuprador e assaltante Robson Catarino Barreto, que cumpre pena na Penitenciária Harry Amorim Costa (Phac), em Dourados. "Serei julgado por tentativa de homicídio, quando, na verdade, reagi ao ato de um ex-presidiário que eu havia prendido e que chegou a me ameaçar durante as obras de reconstrução da Máxima", revela Renato.
De acordo com ele, até o desfecho do caso é preciso lembrar os fatos que o levaram a reagir diante do estuprador e assaltante. "Em 2004, em virtude do enorme número de assaltos e furtos em Dourados, o comando do 3º Batalhão da Polícia Militar decidiu criar um pelotão de motocicletas para agilizar não apenas o atendimento às vítimas mas, também, para tentar chegar mais rápido aos criminosos e fui escolhido para compor esse grupo", conta.
O policial passou então a monitorar os presos que cumpriam pena no presídio semiaberto de Dourados e, com isso, esclarecia a maioria dos crimes que ocorria na cidade, mas revela que uma sequencia, em especial, tirava o sono dos policiais. "Trata-se de um elemento que usava uma motocicleta verde e se apresentava como fiscal para entrar nas residências e praticar furtos e roubos", lembra o Cabo Renato. "Por mais que a polícia fosse rápida, nunca conseguia prender o acusado e foi então que passei a investigar esse crime com mais atenção até chegar ao suspeito Robson Catarino Barreto, que foi preso em flagrante após furtar equipamentos do mestre de obra João Marinho Machado", explica Renato.
No dia da prisão, o policial militar também descobriu que o acusado tomava emprestada uma motocicleta do vizinho para fazer os furtos e assaltos, razão pela qual dificultava sua localização. "Todo produto do furto, bem como a motocicleta foram encaminhados à Polícia Civil e no dia seguinte, quando os jornais estamparam a fotografia do acusado, veio a surpresa maior", conta Cabo Renato. "Três mulheres procuraram a polícia para denunciar que foram estupradas por Robson Catarino Barreto e ele foi então condenado", conclui.
Pouco tempo depois, explica Cabo Renato, ocorreu aquela rebelião no Dia das Mães e parte da Máxima ficou destruída. "Fomos deslocados para fazer a segurança do presídio enquanto os operários trabalhavam na obra e por algumas vezes o condenado que eu havia detido fazia ameaças com gestos, simulando com as mãos que iria me degolar", conta. "Como o cara havia sido condenado por três estupros, por furto e por roubo, imaginei que ele ficaria muito tempo na cadeia e não dei atenção para as ameaças", conclui.

AMEAÇAS
Em 2008, portanto, menos de quatro anos após ter sido preso e condenado por crimes graves, Robson Catarino Barreto já estava em liberdade, cumprindo pena no Presídio Semi-Aberto de Dourados. "Eu não sabia que ele já estava nas ruas e nunca me preocupei em saber quando os acusados que eu prendia seriam soltos, mas no começo de junho de 2008 uma vizinha procurou minha mãe para avisar que telefonaram para o orelhão que fica defronte a casa dela dizendo que o Cabo Renato iria morrer e a partir desse dia comecei a tomar alguns cuidados", relata.
Ele conta que no dia 20 de junho, um sábado, quando chegou a Casa de Carnes Plo-Al, na Marcelino Pires, como fazia há quase 20 anos para comprar a carne que consumiria no final de semana, percebeu que havia um motociclista parado e com metade do capacete na cabeça. "Quando eu me preparei para entrar no açougue, ele colocou todo capacete e veio na minha direção", conta Cabo Renato. "Neste momento, eu saquei a arma, me identifiquei como policial e mandei ele tirar o capacete, mas, ao mesmo tempo em que mostrava o rosto ele levava a mão à cintura", continua. "Foi então que reconheci o ex-presidiário e pensando que ele estivesse armado fiz os disparos que o atingiram de raspão na cabeça e nas nádegas", conclui.
Renato Gomes Batista revela que deixou o local e se apresentou espontaneamente na segunda-feira, auxiliado por um advogado. "No sábado à tarde, depois do ocorrido, fui levantar nos meus arquivos as informações sobre a prisão do Robson, recolhi alguns impressos com fotografias e fui tirar cópias num xerox que fica na esquina da minha casa e, para minha surpresa, a menina que atende no local reconheceu o Robson pelas fotos e disse que há alguns dias ele estava de campana na esquina, ou seja, estava me seguindo", conta.

ANTECEDENTES
Além dos crimes de furto, roubo e estupro, Robson Catarino Barreto tem uma enorme ficha policial na Comarca de Barra do Bugres, em Mato Grosso, onde também é acusado por crimes que vão desde roubo e furto, até estupros. "Quando viu que não tinha mais espaço para ele em Barra do Bugres, ele mudou-se para Dourados onde passou a violentar a mulheres, furtar e roubar e tenho certeza que tão logo ganhe a liberdade ele voltará a praticar os mesmos crimes, como, aliás, fez em 2009", afirma Cabo Renato. "Seis meses após sair da Máxima, ele já havia violentado outra mulher e cometido outros delitos, motivo pelo qual está preso atualmente", conclui.
Renato Gomes Batista afirma que confia na Justiça e que tem certeza que os jurados vão entender que ele agiu em legítima defesa. "Sou o mocinho dessa história. O bandido está preso e conseguiu apenas manchar uma história de mais de 20 anos na Polícia Militar, com uma grande folha de serviços prestados à nossa sociedade", finaliza.
Fonte: Douradosagora

sexta-feira, 19 de março de 2010

SOLDADO DO BM É PRESO(ALGEMADO FARDADO)

O soldado do Corpo de Bombeiros Francivaldo Soares da Rocha, 29, recebeu voz de prisão do subcomandante do Batalhão de Bombeiros Especiais de Flores (BBE), zona Centro-Sul do Amazonas, tenente Jakson França Guimarães, por se recusar prestar um serviço de pedreiro , na manhã de ontem. "É Obrigação do Estado, Quartel reformar, e não minha", disse. Mesmo assim, foi preso por desacatar ordens superiores.
http://www.youtube.com/watch?v=9dAKmICQGQk --



Wellington A. Oliveira - Colaborador

quarta-feira, 17 de março de 2010

FORÇA APOIA A MOBILIZAÇÃO NACIONAL


Ontem,  16 de março, terça, nós, deputado Major Fábio, Deputado Paes de Lira e Deputado Capitão Assumção nos reunimos e, achamos por bem que cada Estado disponibilizasse uma conta e seus gestores para estarem organizando a arrecadação juntos aos nossos companheiros. Dessa forma, alcançaríamos maior agilidade e o nosso objetivo seria alcançado.
Há uma dificuldade em deliberarmos uma centralização dessa arrecadação pois poderia gerar diversos tipos de sentimentos, contrariando a nossa luta em prol da PEC 300.

No dia 23 de março, poderíamos discutir sobre essa temática também.

Hoje, em reunião no colégio de líderes, levantou-se uma data provável para se votar a PEC 300: 20 de abril: um absurdo. O GOVERNO COVARDE NÃO ACREDITA QUE VAMOS PARAR O BRASIL.

Estaremos fazendo as nossas manifestações contra esse ataque violento ao piso salarial nacional pleiteado.

Fizemos contato com o Presidente da Força Sindical Nacional, Deputado Federal Paulo Pereira da Silva (Paulinho), que se comprometeu de se fazer presente na reunião de terça (23), pois a PEC das 40 horas também está parada.
Nesse dia, acatado o indicativo de paralisação nacional, estaremos engrossando o caldo dos trabalhadores que pararão o país. Como o governo não nos respeita, temos que dar o troco para ele. O Deputado Paulinho disse que pode contar com ele e com os trabalhadores das 40 horas e com a Força Sindical, inclusive para uma grande marcha unificada em Brasília, pois o próprio dia dessa marcha pode ser o dia de paralisação nacional.
Não podemos permitir que esse bando de covardes fique "empurrando com a barriga" o nosso piso salarial nacional.
Nós, através de nossa mobilização é que devemos pressionar para que a votação aconteça o mais rápido possível. Lembrem-se que a PEC 300 só foi votada porque paralisamos Brasília. Vamos repetir a dose: paramos Brasília e paramos o Brasil ao mesmo tempo. Todos os trabalhadores do Brasil Juntos em defesa de nossas PECs.

O Deputado Major Fábio, Deputado Capitão Assumção e Deputado Paes de Lira já se dispuseram a, no dia combinado para a marcha e paralisação, acampar em frente ao Congresso Nacional e só sair depois de aprovada a PEC 300 na Câmara. Outros deputados como o Deputado Átila Lins disseram que acompanham os deputados policiais e, com certeza, os que estiverem rumando para Brasília estarão sendo convidados para participarem desse acampamento.

Temos a absoluta convicção de que se não tomarmos medidas mais drásticas, esse governo covarde vai nos enganar. ISSO NUNCA.

Em tempo: apenas as associações de quatro estados confirmaram as presenças em Brasília. Além da participação de todas as associações de PMs e BMs do Brasil, é importante que em seus estados os policiais civis, os agentes penitenciários e os sindicatos de trabalhadores militantes das 40 horas possam ser chamados para essa luta que é de todos.

Postado por Capitão Assumção Deputado Federal