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quinta-feira, 6 de maio de 2010

PM MS CONVOCA 167 CANDIDATOS A SOLDADO

A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul divulgou em seu site oficial uma relação com 167 candidatos que devem se apresentar amanhã para receber informações gerais sobre o Curso de Formação de Soldados 2010.
A reunião acontece no CFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças) a partir das 13 horas. Um candidato está designado para Amambai, na região sul do Estado, e os outros são para Campo Grande, sendo 14 do sexo feminino.


Outros 8 candidatos de diversos municípios com mandado judicial serão convocados.

O CFAP fica na Rua Marina Luiza Splenger 240, bairro Ana Maria do Couto.




Fonte: campograndenews


segunda-feira, 3 de maio de 2010

SUPER GUARDA MULTA CONDUTOR EM DÉBITO


A Polícia Militar está flagrando condutores em débito com o IPVA e alerta que as blitze vão continuar em vários pontos de Dourados.
Eles estão levando o equipamento conhecido como "super guarda" para flagrar os motoristas que passam na barreira de cones.
O aparelho acoplado a uma viatura aponta quem não pagou. E o veículo, seja carros ou motocicletas, é apreendido.
Os veículos são encaminhados para o pátio da Agência do Departamento de Trânsito de Dourados (Detran), onde permanecem até que os proprietários saldem as dívidas.
De acordo com a PM, quem for barrado na blitz, se constatadas irregularidades, será multado.
A falta gravíssima prevê multa de R$ 197 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

 (Com reportagem de Cido Costa)



domingo, 2 de maio de 2010

MICHEL TEMER ADMITE LEVAR PEC 300 EM VOTAÇÃO EM DUAS SEMANAS

Michel Temer admite levar PEC300 em votação em duas semanas. Anotem aí

É visível e já explicitamos aqui, a preocupação de Michel Temer em relação ao engavetameto da PEC 300 pela pressão que vem sofrendo nas últimas semanas. Todos os dias deputados tem se pronunciado favoráveis ao retorno desta proposta para votação. É bom sempre lembrar que a PEC 300 está paralisada por obra única e exclusivamente do Governo Lula, levado a cabo pelos seus líderes Vaccarezza e Fernando Ferro com auxilio do mensaleiro Geoníno.

Esta indefinição tem preocupado Temer, pois tem trazido prejuízo direto a sua imagem. Na verdade ele é o mais desgastado nessa história toda.

A lá Pôncio Pilatos ao que parece Temer que lavar as mão ou "tirar de seu colo" como ele mesmo disse, a responsabilidade do travamento da PEC 300.

Veja vídeo quem que o mesmo diz que caso não haja um acordo em relação a votação, colocará a PEC300 em pauta em duas semanas.
Não vou dizer que confio, mas espero que o Presidente da Câmara Michel Temer cumpra sua palavra.


Sabemos que os líderes não irão colocar em pauta. Então nos resta esperar essas duas semanas. Caso o Deputado Michel Temer não coloque a PEC 300 em votação em duas semanas sua imagem ruirá de vez.

Somaremos todo o Brasil, 700 mil trabalhadores de segurança pública em cima dele.



Fonte: pec 300

sábado, 1 de maio de 2010

SEGURANÇA PÚBLICA: UM DEBATE ATRASADO E URGENTE

 
ENTREVISTA - Rogério Bastos Arantes é professor do departamento de Ciência Política da USP


Quando o cientista político Rogério Bastos Arantes decidiu, em um trabalho inédito, construir um banco de dados para analisar 600 operações da Polícia Federal ocorridas entre 2003 e 2008, ele esperava conhecer a ação do Estado contra a corrupção e o crime organizado no País. O que acabou conhecendo melhor, conta ele, foi outra coisa: "Como o crime organizado e a corrupção são dependentes do Estado".
Professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) e docente da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) de 1995 a 2008, Arantes, 41 anos, é um especialista no funcionamento das instituições políticas e judiciais brasileiras. Goiano de Anápolis, ele viu sua pesquisa sobre a atuação da PF ganhar relevância extra essa semana, quando notícias sobre o grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) extrapolaram as fronteiras nacionais.
Dois brasileiros supostamente ligados à organização foram presos em Pedro Juan Caballero após um atentado contra o senador paraguaio Robert Acevedo. Não foi só isso: na segunda-feira, o governo dos EUA emitiu um comunicado pedindo que seus cidadãos evitem o litoral sul paulista, onde 13 assassinatos foram atribuídos à facção criminosa nos últimos dias.

Diante dos fatos, os principais pré-candidatos à Presidência da República foram à guerra. O postulante tucano, José Serra, prometeu, se eleito, a criação de um Ministério da Segurança Pública. A petista Dilma Rousseff rebateu, exaltando a coordenação federal da área, que já vem sendo feita via Ministério da Justiça. "Pela Constituição, cabe aos governos estaduais o combate ao crime", ressalta Rogério Arantes, "mas segurança pública diz respeito também a políticas de governo e de Estado".

Na entrevista a seguir, o cientista político fala do atraso com que o tema da segurança entrou na agenda da redemocratização, dos R$ 22 bilhões em recursos sugados do País pelas organizações criminosas - mais que o orçamento anual do Bolsa-Família -, do papel decisivo e dos riscos da atuação da PF e da conivência que marca por vezes o cidadão brasileiro: "As pessoas costumam ver a corrupção apenas no Estado, mas ela está na sociedade também".

Pesquisas de opinião mostram que a segurança, ao lado da educação, é a segunda maior preocupação dos eleitores brasileiros, atrás apenas da saúde. O tema será decisivo na campanha presidencial?
Sem dúvida, é um dos temas candentes da opinião pública nacional por aquilo que cerca as pessoas em seu cotidiano. Mas o debate entre os principais candidatos, Serra e Dilma, me parece, vai além: diz respeito a políticas de governo e de Estado. Foi o que os levou a divergir sobre a criação de um Ministério da Segurança Pública.

Um novo ministério é o caminho?
Eu diria que é natural que essa ideia apareça no contexto atual. Uma política que, segundo a Constituição, é fundamentalmente estadual, sofreu nos últimos anos um deslocamento para o plano federal - em função da política de segurança capitaneada pelo Planalto. Esse deslocamento envolve um fortalecimento das instituições federais de combate ao crime organizado e à corrupção, como a Polícia Federal e o Ministério Público. O governo chamou para si a responsabilidade de coordenar a área, e a proposição de um Ministério da Segurança viria consolidar esse processo.

E por que Dilma rejeitou a proposta?
Foi como se Serra se apropriasse de uma política que vem sendo conduzida de modo bem-sucedido pelo atual governo - na linha da estratégia de campanha tucana, que é a do "podemos mais". Dilma disse que a questão é mais de coordenação que de institucionalização em forma de ministério, pois é o que o Ministério da Justiça já vem fazendo. E em nível bastante agressivo: hoje, 17 Estados têm como secretários de segurança delegados da PF que foram conduzidos ao cargo mediante essa política articulada entre o governo federal e estaduais. E as Secretarias de Segurança sempre foram cargos estratégicos para as elites locais - que hoje não se incomodam ou se veem obrigadas a cedê-los para o nível federal. Dilma também disse: "Nós fizemos a Força Nacional". Mas o eleitor pergunta: onde está essa força? Ela não existe como corporação, é um conceito, que serve, nos casos previstos pela lei, para reunir policiais de corporações já existentes. A verdadeira força nacional hoje é a PF.

Por quê?
Ela é uma novidade republicana. Para repetir o bordão de Lula, nunca na história deste país se teve uma força policial de caráter civil, sob o comando do Poder Executivo federal e com capacidade de atuação em todo o território nacional. Nem os militares ousaram "empoderar" assim a organização. Após a ditadura não se fez isso, o governo FHC não o fez - exceto no final, quando inicia o reaparelhamento da PF. Quem de fato "soltou os federais" foi Lula. Já a criação de um ministério específico para a área esbarraria no texto constitucional. Seria uma tarefa mais complicada.
Nos últimos dias, o PCC saltou do noticiário paulista para o internacional, com o atentado no Paraguai e a recomendação do governo americano para que seus turistas evitem o litoral sul de São Paulo. A pressão de fora pode mobilizar as autoridades brasileiras?

Esses episódios pressionam o governo, mas são de fôlego curto. Entretanto, é perigoso para a segurança do Estado brasileiro o fato de que na região fronteiriça haja uma confluência do tráfico de drogas, de armas e do crime organizado. Quando um Estado não consegue controlar minimamente seu território e o uso da força nele, a ponto de ter que decretar "estado de exceção", como fez o Paraguai, passa a caminhar na direção do que a literatura chama de failed states - "Estados falidos". No Brasil, o crime organizado nunca chegou a ameaçar a ordem nesse nível. Mas a atenção do País deve ser redobrada.

Depois de um período de retração, o número de homicídios em São Paulo, a principal unidade da federação, voltou a subir. Outro dado preocupante: desde 2004, 21.240 das 97.549 armas de fogo registradas em nome de empresas de segurança privada foram roubadas ou furtadas.

O que fazer?
Cabe à PF a fiscalização do porte de armas pelas empresas de segurança. A polícia não vinha sendo capaz de exercer esse controle de fato, e a sociedade desconhecia esses números e seu significado. Nós realizamos um referendo nacional sobre comercialização de armas e não dispúnhamos dessa informação crucial sobre o ingresso de armas no mercado ilegal brasileiro.

Por que o debate sobre segurança parece tão atrasado no País?
Porque desde a redemocratização a questão da segurança foi muito mais trabalhada sob o signo dos direitos humanos do que do fortalecimento do aparato policial. Isso foi muito benéfico, mas travou a discussão sobre a questão do crime a necessidade de reaparelhar as instituições de segurança pública. Naquele momento, importava mais reconstruir o Estado de Direito. O que ocorre agora é uma mudança de paradigma, e não deixa de ser curioso que tenha tido início na passagem da era FHC para a era Lula. Talvez por isso o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) não tenha encontrado terreno propício no debate público ou o STF tenha posto uma pedra sobre a ideia de revisão da Lei de Anistia. Não sei se essa é a melhor forma de encerrar o longo ciclo da redemocratização, mas diria que foram os últimos suspiros do cisne.

Uma das conclusões da pesquisa que o sr. realizou foi de que o crime organizado no Brasil é 'dependente-associado' do Estado em 4 de cada 10 casos.

 O que isso quer dizer?
Que, em grande parte dos casos, o crime organizado depende do Estado e de seus agentes para se realizar. Seja de modo ativo, pelo assalto a recursos públicos, seja passivo, pela corrupção das atividades de fiscalização e de policiamento. Quando decidi estudar as operações da PF, estava motivado pela ideia de conhecer a ação do Estado contra a corrupção e o crime organizado. O que acabei conhecendo melhor foi como o crime organizado e a corrupção são dependentes do Estado. O maior número de operações da PF, por exemplo, ocorreu no combate à corrupção no INSS - que, no orçamento federal, detém a maior rubrica. Uma única operação desbaratou uma quadrilha que desfalcou a Previdência em R$ 1 bilhão. De modo que a PF a apelidou de "Ajuste Fiscal". O volume de recursos movimentados pelas organizações criminosas, estimado a partir de 125 dessas operações, foi da ordem de R$ 22 bilhões (o orçamento do Bolsa-Família previsto para 2010 é de R$ 13,7 bi). Isso quer dizer que boa parte da riqueza socialmente produzida no Brasil não é apropriada pelas vias legais - mas pelo crime, pela sonegação, pela facilitação de negócios ilícitos, etc. As pessoas costumam ver a corrupção apenas no Estado, mas ela está na sociedade também.

Sua pesquisa considera a atuação da PF positiva. Há problemas também?
A PF aparece na linha de frente dessas operações, mas por trás dela há quase sempre uma "força-tarefa", envolvendo também o MP e o Poder Judiciário e até agentes de outras instituições. Isso gera maior eficácia, mas preocupa os defensores das garantias e liberdades individuais. É o receio de que resultem em abuso de autoridade - como chegou a alertar o ex-presidente do STF, Gilmar Mendes.

Os principais candidatos à Presidência parecem bem informados sobre segurança?
O primeiro round travado entre os dois revela baixo grau de entendimento dessas questões. Quero crer que a campanha eleitoral seja capaz de produzir informação mais qualificada. Se a gente considerar que nas áreas econômica e social o mais provável é que haja continuidade, independentemente de quem assumir a Presidência em 2011, o que pode fazer diferença nas eleições deste ano são áreas como a da segurança. Seria muito útil, por exemplo, se esses candidatos pelo menos antecipassem o perfil dos futuros ocupantes dos cargos de ministro da Justiça e procurador-geral da República. São estes que lideram as organizações mais importantes para a segurança hoje, a PF e o MP, e terão que enfrentar o desafio de manter o equilíbrio das funções no interior do sistema. Eu definiria o meu voto em função dessas escolhas.


Fonte: O ESTADÃO

quinta-feira, 29 de abril de 2010

CAPITÃO ASSUNÇÃO DEFENDE A VOLTA DA PEC 300

Mais uma vez o Deputado Federal Capitão Assumção (PSB-ES) subiu a tribuna da Câmara dos Deputados para defender a volta da votação da PEC 300.
Agora em tom mais agressivo, Assumção culpou Michel Temer por ser subserviente a vontade do governo ao tentar engavetar a proposta de emenda constitucional de maior mobilização da história do Câmara Federal.

Veja no vídeo abaixo:






Fonte: soldado almança

quarta-feira, 28 de abril de 2010

ASPRA PROMOVE DEBATE PROJETO A EXIGENCIA DO 3º GRAU NA PM E BM

segunda-feira, 26 de abril de 2010

DIRETOR DA ASSOCIAÇÃO DE CABOS E SOLDADOS VISITA PMS DE ITAPORÃ

Além da visita, diretor atende reivindicações e faz doações.
Foto: Ferrari / Itaporahoje.com

Policiais Militares lotados no 3º Pelotão de Itaporã receberam na última sexta-feira (23), a visita do Cb PM Aparecido Lima, Diretor da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

Aparecido Lima assumiu o cargo em 20/03 e desde então tem visitado todas as unidades policiais pertencentes ao 3º Pelotão da Polícia Militar, com o objetivo de agradecer os votos recebidos e também ouvir as reivindicações dos policiais.
Segundo o diretor, o papel da ACS-PM/MS é a Luta pela Classe, como: Melhoria Salarial, Condições de Trabalho, União da Classe, Promoções de Eventos e Confraternização entre os Policiais.
Atendendo as reivindicações dos policiais de Itaporã, a Associação de Cabos e Soldados, doou quatro colchões para o alojamento dos PMs do 3º Pelotão.

Eventos Esportivos

Está agendado para iniciar no próximo dia primeiro de maio, a Copa Tiradentes, que contará com um número de 12 a 15 equipes de policiais, e será coordenada pelo Cap PM Carlos Silva.

Já a Copa ACS está prevista para acontecer no final de setembro, sob a coordenação da Associação de Cabos e Soldados.



 
Fonte: Itaporahoje.com



sábado, 24 de abril de 2010

PAES DE LIRA FALA SOBRE A CARREATA PARA VOTAÇÃO DA PEC 300

Nesta sexta-feira(23), após a carreata para votação da PEC 300 em São Paulo/SP, o Deputado Federal Paes de Lira esteve no Programa Emergência 190, produzido pela 5ªEM/PMESP, apresentado pelo Cap Guidetti e Ten Vladimir, e falou sobre a PEC 300. Ouça um trecho da entrevista:

sexta-feira, 23 de abril de 2010

MAJOR PM VOLTAIRE ASSUME O SUB CMDO DO 3ºBPM

Major PM Voltaire Flamarion Garcia Diniz.

A alternância no Comando das Unidades da Polícia Militar do MS, rotina da sua administração, será mais uma vez materializada em ato solene na manhã desta sexta feira (23/04/2010) na cidade de Maracajú-MS, onde o atual comandante Major PM Voltaire Flamarion Garcia Diniz passará o comando para o Major Messias de Mesquita.

O Major Voltaire, como é conhecido na caserna, atendendo convite do Comandante Geral da PMMS, Coronel Carlos Alberto David dos Santos, assumirá o cargo de Sub Comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar em Dourados. A solenidade deverá ser presidida pelo Comandante do Comando de Policiamento do Interior, Cel Luiz U. Maia da Cruz, e contará com a presença do Comandante da PM em Dourados, Ten Cel PM Marcos Antonio David dos Santos, além de outros integrantes da cúpula da segurança pública e políticos da região.

Em sua carreira militar, Voltaire construiu uma enorme ficha de bons serviços prestados à segurança pública do Estado, principalmente na região sul do Estado. Foi destaque em todos os lugares por onde passou inclusive na cidade de Dourados onde atuou por vários anos no Departamento de Operações em Fronteira (DOF) e também esteve à frente do Serviço Reservado da PM no 3º BPM.

O Oficial terá pela frente agora o desafio de gerenciar o maior efetivo da maior unidade operacional da Polícia Militar no Estado, qual seja o 3º Batalhão de Policia Militar, responsável pela segurança pública da maior população do interior do Estado.


Fonte: itaporanews.com

domingo, 18 de abril de 2010

AGENTES PENITENCIÁRIOS E POLICIAIS FARÃO PARALIZAÇÃO

 
Agentes penitenciários e policiais civis já se organizaram para participar da mobilização nacional pela aprovação das PEC 300 e 308. A manifestação está marcada para 23 de abril.
Segundo o Sindicato dos Policiais Civis, todos que estiverem de folga ficarão em frente da 1ª DP (Delegacia de Polícia), a partir das 7 horas.

Já os agentes penitenciários suspenderão todos atendimentos nos presídios de Mato Grosso do Sul, conforme o sindicato que representa a categoria.

As PECs proporcionarão a criação de piso salarial para agentes penitenciários, polícias estaduais e bombeiros.