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quinta-feira, 19 de abril de 2012

SINDICATO DOS BANCÁRIOS APOIA MOVIMENTAÇÃO DOS POLICIAIS DE MS


Sindicato dos Bancários apoia movimentação dos Policiais de MS

 
Assessoria

O Sindicato dos Bancários de Dourados e Região vêm a público manifestar solidariedade ao movimento reivindicatório dos trabalhadores das Policias Militar e Civil, deflagrado em todo o estado de Mato Grosso do Sul.Movimento reivindicatório dos Policiais Civis e Militares de MS

É sabido que o reajuste salarial beneficia não apenas os trabalhadores que o recebem, pois ao terem um poder de compra maior, aumentam o consumo e a produção, tornando a economia mais forte, inclusive para enfrentar períodos de crise, como já ocorreu no Brasil na crise econômica de 2009 com repercussão mundial.
Lamentamos que essas categorias que prestam relevantes serviços à população de nosso Estado, não mereçam a devida atenção por parte do governo, e tenha que lançar mão de greve para buscar seus direitos.
Repudiamos veementemente a postura intransigente do governo que através da pressão e retaliações tenta enfraquecer o movimento dos trabalhadores, apresentando proposta de reajuste que desvaloriza a categoria e fere o conceito de “trabalho decente”.
A luta por melhores condições de trabalho é pressuposto constitucional, sendo que a verdadeira democracia se pratica através do respeito, do reconhecimento e da valorização profissional de cada servidor, para que esse possa desempenhar a suas funções com segurança, ânimo e mais dignidade.
Assim cobramos do poder público estadual, atendimento as reivindicações dessas importantes categorias de servidores, para não penalizar toda sociedade sul mato-grossense com uma greve deflagrada pela própria inépcia do governo na condução das negociações.
Dourados MS, Abril de 2012
Carlos Alberto Longo
Vice Presidente
Sindicato dos Bancários de Dourados e Região

terça-feira, 17 de abril de 2012

CABO ALMI PERGUNTA: ONDE O GOVERNO GUARDOU O DINHEIRO DE 2011


Proposta de reajuste salarial de policiais gera polêmica na Assembleia

Lidiane Kobe
Giuliano Lopes/AL
Eduardo Rocha defendeu o governo das críticas dos petistas


A proposta do governo de reajustar em 5% o salário da Polícia Militar gerou polêmica na sessão desta terça-feira (17) da Assembleia Legislativa. Contrário à sugestão do Executivo, o deputado Cabo Almi (PT) classificou a proposta como “um desrespeito” à classe e ainda questionou a aplicação de recursos estaduais. Em defesa do governo, o líder do PMDB na Casa de Leis, deputado Eduardo Rocha, destacou que o Executivo “paga os salários em dia”, ao contrário da administração anterior.

“Existe um movimento nacional em defesa da recuperação salarial dos policiais, mas, com uma proposta destas, o governo de Mato Grosso do Sul anda na contramão”, disse Cabo Almi. “Reajuste de 5% é um desrespeito à classe”, acrescentou.

Como exemplo, o petista citou aumento de 28% no salário dos policiais militares do Rio de Janeiro. “No Paraná, o piso nacional é cumprido e um soldado recebe R$ 3 mil, enquanto aqui o salário do soldado não passa de R$ 1,9 mil”, emendou.

Para Cabo Almi, o Executivo tem condições de apresentar uma proposta melhor. “Não é segredo que as contas estaduais continuam tendo superávit mensal”, ponderou. “Além disso, cadê o dinheiro que o governo tem guardado na poupança?”, questionou.
No ano passado, o próprio governador André Puccinelli (PMDB) admitiu ter economizado cerca de R$ 800 milhões para eventuais emergências. O valor, inclusive, até foi alvo de polêmica, pois até governistas informavam que o montante ultrapassava a R$ 1,2 bilhão.
Ainda em defesa de aumento superior, Cabo Almi lembrou de reajuste salarial concedido, recentemente, pelo prefeito Nelsinho Trad (PMDB). “Ele aumentou em 22% o salário dos professores”, destacou. Para ele, o justo é conceder reajuste de 25% aos policiais militares.

Defesa do governo

Diante das críticas ao Executivo estadual, Eduardo Rocha enfatizou “as contas organizados do governo” e frisou que, por enquanto, ninguém bateu martelo em torno da proposta de reajuste salarial da categoria. “A classe ainda está conversando com o governo”, frisou.
O líder do PMDB na Assembleia ainda devolveu críticas aos petistas. “O governador André Puccinelli recebeu o Estado com as contas atrasadas”, lembrou. “A maioria das viaturas da Polícia Militar estavam quebradas”, acrescentou.
Para finalizar, Eduardo Rocha destacou que o Executivo estadual “paga o terceiro maior salário do Brasil aos professores”.

Fonte: midiamax

POLÍCIA MILITAR DECRETA TOLERÂNCIA ZERO

segunda-feira, 16 de abril de 2012

PMs de MS decidem pelo movimento tolerância zero

TOLERÂNCIA ZERO NO MATO GROSSO DO SUL




Policiais e bombeiros militares de Mato Grosso do Sul decidiram, em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (16), colocar em prática a chamada "tolerância zero" em todas as cidades do Estado, ao invés de se aquartelarem, como haviam cogitado. A reivindicação da classe é por um reajuste acima dos 5% oferecido pelo Governo Estadual.
De acordo com o presidente da Associação de Cabos e Soldados de MS, Edmar Soares da Silva, aplicar "tolerância zero" consiste em intensificar a fiscalização da PM, apurar as infrações com mais rigor e encaminhar todos os casos às delegacias, a partir da madrugada desta terça-feira (17).

“A proposta é lotar e fazer pressão nas delegacias. Os policiais militares acabam resolvendo muita coisa na rua, porque sabem o quanto os serviços nas delegacias exigem dos policiais civis, mas não vamos mais resolver”, explica Edmar.
No caso dos bombeiros, haverá intensificação e mais rigidez nas vistorias em locais públicos e privados. Edmar diz também que se houver qualquer retaliação aos militares, todos se apresentarão voluntariamente para serem presos, em ato de protesto.
Salário – O pedido dos policiais e bombeiros militares foi que o salário de soldados e cabos alcance 25% do de um Coronel, o que significaria cerca R$ 450 a mais. O que foi proposto à classe foi reajuste de 5%, ou seja, aumento de R$ 97,50, de acordo com Edmar.
Representantes da PM e Corpo de Bombeiros do Estado têm reunião marcada para amanhã, às 7h30, na Governadoria para nova negociação. No final do mês, haverá a votação do reajuste do salário dos cabos e soldados e dos subtenentes e sargentos na Assembleia Legislativa.
Mato Grosso do Sul tem seis mil policiais militares na ativa e 1,5 mil bombeiros.
A Polícia Civil também está adotando a mesma tática em sua negociação salarial.


Fonte: campograndenews

domingo, 15 de abril de 2012

MARCHA NACIONAL


MARCHA NACIONAL DE COMBATE A CORRUPÇÃO.

CONCENTRAÇÃO-21 DE ABRIL DE 2012 , 10H, NO MUSEU NACIONAL.

sábado, 14 de abril de 2012

POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO A TIROS NO CENTRO DE PONTA PORÃ


Mais uma execução: Policial militar é assassinado a tiros no centro de Ponta Porã

Marcos Sant




O policial militar Paulo Cesar dos Santos Magalhães, de 38 anos, foi assassinado por volta das 17h deste sábado (14) no cruzamento da avenida Brasil com a rua 7 de Setembro, em Ponta Porã, cidade distante 346 quilômetros de Campo Grande.
Segundo testemunhas, Magalhães teria sido alvejado por ao menos 15 tiros disparados por uma pistola 9 milímetros no momento em que trafegava pelo cruzamento em uma motocicleta Yamaha 1000 (placa HSL-7191) de Ponta Porã.



Fonte: midiamax

TOLERÂNCIA ZERO


Irritados com 5%, cabos e soldados da PM e dos Bombeiros de MS podem parar na terça





Praças da Polícia Militar e Bombeiros podem iniciar um movimento de aquartelamento na próxima terça-feira, no Mato Grosso do Sul. A atitude radical pode ser tomada nesta segunda-feira, durante assembleia geral da categoria no auditório da Escola Mace, quando a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul (ACS) vai apresentar o resultado da reunião que representantes tiveram com o governador André Puccinelli.


Segundo o vice-presidente da ACS, Claudio Souza, a tropa é quem vai decidir que decisão tomar, já que a categoria pede um reajuste salarial que vincula os vencimentos de todos os graus hierárquicos ao do posto de coronel. Desta forma, um Soldado passaria a receber 25% do vencimento de um Coronel, aumentando o percentual gradativamente até 90% no posto de tenente-coronel. Durante o encontro desta sexta-feira, 13, o Governo ofereceu 5%.


O presidente da ACS, Edmar Soares destaca que embora o Governo tenha oferecido uma correção salarial de 5% a categoria ainda tem esperanças de que o quadro final seja outro, já que ainda vão ocorrer novas rodadas de negociação até o dia 30. “Depois da reunião de ontem a tropa ficou com espírito de luto. Claro que a gente sabe de outras rodadas de negociações, mas queremos lembrar que o Governo não está lidando apenas com policiais militares e bombeiros, mas com heróis que se arriscam e protegem lidando com bandidos – no caso da PM – e heróis que salvam vidas – no caso de bombeiros”, diz.



Serviço - A assembleia desta segunda-feira acontece no Teatro da Mace, que fica na Rua 26 de Agosto, Nº 63, na região central de Campo Grande, a partir das 14h. Em pauta, assuntos relativos à negociação salarial da categoria.

Fonte: midiamax

COMO REDUZIR OS CRIMES EM MS.

foto

PM busca interação com comunidades para reduzir crimes

interação entre a Polícia Militar e as comunidades tem sido uma das "armas" para o combate ao crime em Mato Grosso do Sul, segundo o comandante geral da PM, coronel Carlos Alberto David dos Santos.
Com o último balanço das operações, ele diz que está satisfeito com os indíces registrados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) no Estado que apontam a redução de delitos.
Em entrevista exclusiva ao Portal Correio do Estado, o coronel David explica que a Sejusp aponta algumas metas de redução nos índices de criminalidade.
“Em Mato Grosso do Sul, a meta foi cumprida em alguns crimes”, afirma
Ele fez uma explanação da atuação da polícia em conjunto com a população através da Polícia Comunitária, das ações preventivas da PM, criminalidade e drogas.
Confira a entrevista na íntegra:

Fonte: correio do estado

quarta-feira, 11 de abril de 2012

FEIRA DE ARMAS


Feira de armas atrai chefes de segurança de todo mundo ao Rio

Foi aberta nesta terça-feira (10) no Rio a feira de armas "Latin America Aerospace & Defence" que é realizada a cada dois anos e conta com a participação de delegações de 53 países, reunindo fabricantes de armas e outros equipamentos bélicos, inclusive simuladores de voo, aviões, mísseis e veículos blindados.

Também estão no evento os três fabricantes de aviões que concorrem em uma licitação para vender 36 caças para a Força Aérea do Brasil: Boeing (EUA), Rafale (França) e Saab (Suécia). A licitação está paralisada devido aos cortes orçamentários aplicados pela presidente Dilma Rousseff, e não há prazo para que o Governo anuncie os caças de sua preferência.





Feira traz novidades tecnológicas em segurança pública no Rio

Ao todo, 13 países expõem seus produtos na feira de segurança. O evento está de olho na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, que serão realizadas na cidade.
Crédito: G1/YOUTUBE

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