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terça-feira, 2 de outubro de 2012

FARDAMENTO -CAPITULO 1 - MARÇO 2012


16/03/2012 14:05

Policiais militares reclamam que falta renovação de fardas para o trabalho

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Graziela Rezende


Com o direito de receber novas fardas a cada seis meses, garantido pela Lei complementar 053/1990, do Estatuto da PM (Polícia Militar), cabos e soldados afirmam receber o uniforme apenas uma vez, no momento em que começam a atuar como policiais e que o gasto médio semestral é de R$ 500 para cada um que quiser adquirir uma nova vestimenta.

“Tenho 25 anos de policial e recebi o fardamento uma única vez, após formado. Ganhei um par de coturno, de farda e duas camisetas. E, se eu quiser estar apresentável à sociedade, sem uma roupa desgastada e encardida, eu mesmo devo tirar dinheiro do meu bolso e arcar com algo que está garantido por lei”, afirma um policial que prefere não se identificar, com medo de represália.

De acordo com a ACS (Associação de Cabos e Soldados), o problema é recorrente e motivo de muita reclamação por parte dos associados.

“Isso realmente tem acontecido e inclusive tivemos uma reunião, em dezembro do ano passado, para discutir com o governador do Estado a respeito. Ele nos garantiu que, em fevereiro deste ano, quando apurasse os investimentos do programa MS Forte, o processo de licitação já estaria em andamento”, explica o presidente da ACS, Edimar Soares da Silva.

Contente com a notícia, Edimar disse estar repassando o compromisso firmado aos colegas policiais. “Não sei detalhes a respeito da licitação, se as fardas serão em número suficiente para um estoque anual ou de uma única vez, porque nada foi confirmado. Mas a ACS está cobrando tanto para a Capital quanto para os militares do interior”, alega o presidente da ACS.

Diferente de cabos e soldados, sargentos e superiores recebem uma remuneração para adquirir a vestimenta. “Eles precisam preencher um requerimento, que é encaminhado à Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública). É um processo burocrático, mas ainda assim eles recebem a verba para comprar novos uniformes”, diz o presidente da ACS.

Licitação

Questionado a respeito das licitações, o Comandante Geral da Polícia Militar, o coronel Carlos Alberto David dos Santos, confirmou que licitações para a compra de uniformes já estão em andamento.

“O Estado irá gastar mais de R$ 4 milhões para a compra de novas fardas aos militares. Se pudesse, eu compraria pessoalmente, mas como se trata de dinheiro público, temos de abrir licitação e passar por todo o processo. E, a decisão administrativa, de distribuição das vestimentas será definida por mim”, explica o Coronel David.

domingo, 30 de setembro de 2012

OFICIAL DA PM É CONDENADO



Justiça condena oficial da PM por simular confronto e matar dois adolescentes

MP comprovou que policial colocou arma junto às vítimas para simular ataque inexistente


O tenente da Polícia Militar Ricardo Araújo Delgado foi condenado pelo Tribunal do Júri de Niterói a dez anos e seis meses de prisão por dois homicídios, e a um ano e dois meses por fraude processual (simular confronto). Os jurados aceitaram totalmente a sustentação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que pediu a absolvição de dois outros réus, os PMs Bruno César Pereira e Ronaldo Timóteo, suspeitos do segundo crime.
O MPRJ conseguiu comprovar que o policial militar colocou uma arma junto às vítimas para simular um confronto inexistente. Para o titular da Promotoria de Justiça junto à 3ª Vara Criminal - Júri, Leandro Silva Navega, o réu atirou nas vítimas de forma covarde e desmotivada.
Foi rejeitada a tese de legítima defesa apresentada pelo defensor do réu. Os dois jovens - um de 15 e outro de 16 anos - foram mortos na localidade de Cantagalo, em Niterói, região metropolitana do Rio, em março de 2009.
O Juiz da 3ª Vara Criminal, Peterson Barroso Simão, assinalou na sentença que cabia ao réu, como policial militar, "dar bom exemplo e defender o cidadão e a sociedade e não prejudicá-los. Ele desferiu disparo de armas de fogo de grosso calibre contra dois menores indefesos em avenida movimentada. Poderia abordá-los e detê-los sem necessidade de confronto armado".
Os jurados também reconheceram que o oficial colocou a arma no local. Segundo a sentença, a colocação da arma aconteceu "com o objetivo de confundir todo o trabalho policial e judicial, o que não condiz com a alta responsabilidade do cargo que ocupa". O juiz declarou também a perda judicial do cargo público pelo oficial.

sábado, 29 de setembro de 2012

FILME

HOJE É DIA DO POLICIAL


DIA DO POLICIAL

Dia do Policial
Hoje comemoramos o dia do policial! A palavra polícia vem do latim "politia", e significa governo de uma cidade. Sua função é manter a ordem pública, e combater o crime.
Há diversos tipos de policiais. Aqui no Brasil, a autoridade é dividida entre a polícia militar e a polícia civil. O policial militar, que também abrange os bombeiros, tem como principal função preservar a ordem pública. Já o policial civil, é representado por delegados, e são eles que comandam as investigações.
Os policiais e bombeiros podem ser considerados heróis em muitos casos. Pois estão sempre fazendo tudo que podem para proteger e salvar o próximo. Parabéns a todos esses profissionais tão dedicados!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

CABO BRUNO É ASSASSINADO



Crime ocorreu em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.
Ex-policial fez parte do esquadrão da morte e ficou preso por 27 anos.

Renato Ferezim e Márcio RodriguesDo G1 Vale do Paraíba e Região
Cabo Bruno foi morto quando chegava de carro em casa na noite desta quarta-feira (26) (Foto: Renato Ferezim/G1) (Foto: Renato Ferezim/G1)Cabo Bruno foi morto quando chegava de carro em casa na noite desta quarta-feira (26). Ele voltava de um culto celebrado na cidade de Aparecida. (Foto: Renato Ferezim/G1)
O ex-policial militar Florisvaldo de Oliveira, conhecido como Cabo Bruno, de 53 anos, foi excutado na noite da última quarta-feira (26), em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. O crime ocorreu por volta das 23h45 no bairro Quadra Coberta, quando ele chegava em casa, após participar de um culto na cidade de Aparecida.
Cabo Bruno estava solto havia 35 dias depois de cumprir 27 anos de prisão e ser beneficiado, no dia 23 de agosto, pela lei do indulto pleno. Ex-policial militar, ele era suspeito de cometer mais de 50 assassinatos na década de 80 na capital paulista como chefe do esquadrão da morte e chegou a ser condenado a 120 anos de prisão. 
De acordo com a Polícia Militar, Florisvaldo estava acompanhado de parentes quando voltava para casa, que fica na rua Álvaro Leme Celidônio, quando dois homens chegaram - um de cada lado da rua -  e efetuaram cerca de 20 disparos contra o ex-policial, que morreu na hora. A maior parte dos tiros atingiu o rosto e o abdômen. Nada foi levado e mais ninguém ficou ferido.
Cabo Bruno foi morto um mês após ganhar a liberdade (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)Cabo Bruno atuava como pastor evangélico já na
prisão. (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Segundo o tenente da PM, Mario Tonini, os tiros partiram de pistolas calibre ponto 45 e 380. "Foram vários disparos só contra ele e tudo indica que foi uma execução, mas ainda depende da investigação da Polícia Civil", disse ao G1.

Os parentes estão abalados e relataram à reportagem desconhecer os autores dos disparos. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Pindamonhangaba, onde permanece até a manhã desta quinta-feira (27).
Indulto pleno
Cabo Bruno cumpria desde 2002 a pena na penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, a P2 de Tremembé, onde atuava como pastor. Em 2009, o advogado de defesa pediu a progressão da pena - do regime fechado para o semiaberto. Os exames criminológicos apontaram bom comportamento do preso.
Em 14 de agosto de 2012, o promotor Paulo José de Palma, responsável pelo processo do Cabo Bruno, encaminhou um parecer favorável ao indulto para a decisão final da Vara Criminal.
Junto com o parecer do promotor, baseado em lei que prevê a liberdade definitiva para presos com bom comportamento e com mais de 20 anos de prisão cumpridos, estão documentos com elogios de funcionários e da própria direção da P2 quanto à conduta de Florisvaldo na unidade.

Em agosto, na saída temporária dos presos no Dia dos Pais, o cabo deixou a penitenciária pela primeira vez. A saída foi comemorada por amigos no site de relacionamento da mulher dele, uma cantora evangélica que se casou com Florisvaldo dentro da penitenciária.

Esquadrão da Morte, prisões e fugas
Cabo Bruno é beneficiado com saída temporária (Foto: Reprodução/TV Globo)Imagem do ex-policial na década de 1980.
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Cabo Bruno foi preso pela primeira vez em 1983 e levado para o presídio militar Romão Gomes, na capital. Entre 1983 e 1990, o ex-pm fugiu três vezes da unidade, uma delas inclusive depois de fazer funcionários reféns. Em maio de 1991 foi recapturado pela quarta vez, e nunca mais saiu.
Em junho de 1991 Florisvaldo foi levado para a Casa de Custódia de Taubaté, onde ficou até 1996. Dentro do piranhão da Custódia, unidade onde nasceu uma das principais facções criminosas do Estado, o ex-policial permaneceu os mais de cinco anos em uma cela isolado 24 horas dos demais presos.
Em 1996, Florisvaldo foi levado para o Centro de Observação Criminológica, onde ficou até 2002, quando foi transferido para a P2 de Tremembé. Em 2009 ele passou do pavilhão do regime fechado da P2 para o semiaberto, dentro da mesma unidade, separados apenas por uma muralha.

Em 2012, ele teve o benefício da saída temporária do Dia dos Pais, ganhando o indulto pleno e sendo liberado no dia 23 de agosto.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ELEIÇÕES 2012


Reunião entre PM e juiz define planos de atuação para as eleições

 
Renan Nucci
Coronel Ary Carlos Barbosa disse que até mesmo os militares que estão de férias vão atuar. (Foto: Renan Nucci)
O comandante do batalhão da Polícia Militar em Dourados, coronel Ary Barbosa, se reuniu nesta terça-feira com o juiz da 43ª Zona Eleitoral (que também abrange o município de Itaporã), Waldir Marques, para definir os planos de ação durante o período eleitoral que se aproxima.
Segundo Barbosa, cerca de 300 policiais deverão estar nas ruas para garantir tranquilidade a eleitores e candidatos. Os trabalhos de fiscalização serão intensificados na semana que antecede as eleições do próximo dia 7, contudo, alguns militares começaram a averiguar denúncias.
“Já havia um plano de trabalho para a 18ª Zona Eleitoral, que compreende Dourados e Douradina, e apenas o adaptei com a 43ª, para que todos sejam atendidos. O objetivo é coibir crimes eleitorais como venda de votos, tentativas de suborno, entre outros”, explicou o comandante do batalhão.
EFETIVO NAS RUAS
O coronel explica que cada uma das 110 seções terá dois policiais. A Guarda Municipal (GM) irá ceder 51 homens para apoiar a PM e a Polícia Militar Ambiental (PMA), colocará 10 pessoas à disposição, por isso, ele acredita que estas eleições serão tranquilas, sem graves ocorrências.
“É preciso que todas as autoridades se unam para garantir a ordem. Cada um de nossos segmentos (P-2, Getam, Força Tática e Rádio Patrulha) já recebeu suas orientações. A movimentação está tranquila, por enquanto apenas alguns candidatos foram multados por propaganda irregular”, explica.
O comandante continua: “Agentes do Serviço Reservado (P-2), estão averiguando algumas ocorrências. Nos dias que seguem, vários deles serão deslocados às cidades das 18ª e 43ª zonas, descaracterizados, para aumentar ainda mais as possibilidades de flagrante”, explicou.
POLÍCIA FEDERAL EM AÇÃO
A Polícia Federal deverá trabalhar normalmente durante as eleições, mesmo estando com 70% do efetivo inativo por causa da greve, garantiu o representante do Sindicato dos Policiais Federais de Mato Grosso do Sul (Sinpef/MS) em Dourados, agente Carlos Silva, em recente entrevista.
Segundo ele, os policiais vão garantir a vigilância das urnas, apuração de crimes eleitorais, segurança de juizes e outras tarefas. “Decidimos isso em reunião virtual em âmbito nacional realizada no início do mês. Neste período, vamos desempenhar nossas funções como sempre fizemos”, explicou Silva.
Fonte: www.douradosagora.com.br 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

REBELIAO


Uma reportagem da TV Tribuna do Norte mostra o quanto é delicado o trabalho de agentes penitenciários num país onde há gente de sobra para ‘condenar’ e falta quem queira verdadeiramente solucionar os problemas.
Analisar os erros depois que a poeira baixa é muito fácil. Difícil é administrar um “diálogo” com pessoas que não estão nem um pouco interessadas em resolver tudo na conversa.
Se você nunca pisou no ambiente mais estressante que um ser humano pode viver – e TRABALHAR –, veja as imagens e se imagine como um agente penitenciário nessas horas.
Ah, mas não se esqueça: se vier a matar alguém, vai enfrentar complicações pelo resto da vida com o Poder Judiciário e/ou com a família/amigos do detento.

Fonte: Tv Tribuna

PROMOÇÃO: FIM DO TÚNEL

Todas as polícias brasileiras fazem parte do grupo de instituições públicas com o funcionalismo organizado em carreira, o que significa que todos os policiais possuem – em tese – a perspectiva de galgar postos, graduações ou classes que garantam uma evolução financeira e funcional à medida que seu tempo de serviço aumenta. Diferentemente do mero “emprego”, onde o trabalhador geralmente se mantém visando apenas algumas necessidades imediatas de sobrevivência, a carreira privilegia a convivência do servidor com a organização a que pertence, dado o horizonte de crescimento do indivíduo no interior da instituição.

 
O problema é que, em algumas polícias brasileiras, esta diferenciação entre carreira e emprego parece não mais existir, dado que, desde o início de suas trajetórias, muitos profissionais já vislumbram certo “engarrafamento” que lhe impedirá a progressão funcional. Geralmente por descumprimento do que manda a lei e por excesso de considerações políticas, sem falar na sanha de “corte de gastos” que geralmente acomete o Estado (sempre do “lado mais fraco”), promoções deixam de ocorrer, com efeitos tenebrosos para as corporações policiais:
 
A monotonia da função
Embora muitas pessoas passem anos a fio com a mesma rotina no seu dia-a-dia, dificilmente se dirá que alguém com este perfil consegue ser inovador, dinâmico e versátil no que faz. A falta de perspectiva de crescimento funcional garante ao policial o estereótipo do que ficou definido pelo imaginário popular como “funcionário público”: um burocrata repetitivo, receoso de mudanças e inovações, imerso na monotonia de suas práticas, conhecidas e mantidas há muito tempo.
O sentimento de injustiça
Quando está na lei que o policial irá ser promovido em dada altura de sua carreira, e esta promoção não ocorre, consolida-se aí uma frustração, que gera o sentimento de injustiça, que por sua vez será convertido em desmotivação e prejuízo ao serviço prestado. É parte essencial do ser humano projetar o futuro, e não há aquele que desconsidera uma possibilidade de ascensão profissional quando vem preenchendo todos os requisitos para este movimento.
O descompasso institucional
Se um policial com a função “B” é responsável pela fiscalização do policial com a função “C”, e de repente aquele primeiro é promovido enquanto o “C” permanece no mesmo grau, mesmo preenchendo os requisitos para a promoção, a tendência é que as engrenagens da corporação policial comecem a se desgastar. Este tipo de desarmonia afeta fortemente os mecanismos de controle e gestão de qualquer administração.
As recompensas desviantes
Muitas vezes, visando compensar a falta de promoção, que se bem aplicada garante dignidade profissional a uma categoria, expedientes informais são adotados, principalmente em se tratando de nomeações e exonerações em cargos comissionados ou mesmo de direcionamento a funções menos “desgastantes”. É como se a corporação vivesse se desculpando por suas falhas aos policiais que, pouco reconhecidos conforme prevê a lei, acabam se agarrando a benesses passageiras e instáveis, distribuídas a partir de critérios duvidosos.
O desapego
Existe um sentimento de “posse” que é fundamental ao bom relacionamento entre o profissional e a organização em que trabalha. Não se trata da mesma posse que rege as relações da propriedade privada, mas aquela que garante certo cuidado do servidor público com a estrutura e os serviços sob sua responsabilidade. Ao perceber que está sendo preterido por motivos ilegítimos, a tendência é que o profissional abdique deste sentimento de intimidade e identidade com o que é público.

Neste contexto, onde o profissional é tratado como empregado, e não como funcionário de carreira, cobra-se o empenho e a dedicação proporcional a este último status, ao tempo em que se critica aqueles que mantêm uma relação proporcionalmente indiferente com sua corporação. Sem justificar desvios de conduta nem omissões, é de se questionar por que os profissionais, individualmente, são os responsáveis por compensar distorções orgânicas e estratégicas das instituições a que servem.

sagapolicial

FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA ENTREGA MEDALHAS A PMS-MS

Policiais militares recebem medalha da Associação dos Veteranos da FEB
19/09/2012 | Frederico Guimaraes Miranda
Frederico Miranda

Campo Grande (MS) – O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Carlos Alberto David dos Santos e a soldado Janeth de Oliveira Cidrão Gomes da Silva receberam, na tarde de hoje (19/9) a medalha Marechal Machado Lopes, outorgada pela Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB). Na mesma ocasião, a associação concede ao tenente-coronel André Luiz Saab a medalha da Cruz da Paz dos Veteranos da FEB.
Os três estão sendo homenageados por prestarem serviços relevantes em favor da paz mundial, bem como na difusão das atividades da FEB durante a segunda guerra mundial, por meio de contribuições à ANVFEB, seção de Mato Grosso do Sul.
A entrega foi feita pelo presidente da ANVFEB/MS, Agostinho Gonçalves da Mota.
Fonte: PMMS

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ABORDAGEM POLICIAL- AONDE ESTA O ERRO?