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quarta-feira, 7 de abril de 2010

PEC 300 E SUA POLEMICA

Em reunião proposta pelo líder do PT, Deputado Fernando Ferro (PE) com o Ministro da Justiça, Luis Paulo Barreto, a FREMIL, representada pelos deputados Paes de Lira e Capitão Assumção ouviu o que o governo tinha para dizer.

Estiveram presentes também o Secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, o Deputado José Guimarães (PT/CE), o Deputado Distrital Cabo patrício (PT/DF), a Deputada Fátima Bezerra (PT/RN) e o Deputado Paulo Pimenta (PT/RS).
Iniciando o diálogo, o Ministro Luis Paulo Barreto disse que havia um grande obstáculo em se conseguir obter o piso para a categoria já que, "toda a vez que o DF tiver reajuste, os policiais brasileiros terão também."

O Deputado Capitão Assumção tomou a palavra e disse que havia um desconhecimento por parte do Ministro na medida em que não tinha atrelamento entre o piso salarial nacional e os salários pagos para os de Brasília. Que já havia sido tirado do texto da PEC 300 a igualdade salarial com Brasília.
O Ministro mostrou também números que não condiziam com a realidade: algo em torno de 2,5 bi/mês. Contra argumentando, Deputado Paes de Lira disse que os números eram bem inferiores e que não passavam de 10 bi anuais.

O Ministro e o Deputado José guimarães propuseram então uma comissão "tripartite" para estudar o impacto nos estados e que enquanto isso, não se falava mais em retomada da votação da PEC 300 e que os deputados deixariam de se manifestar em plenário contra o governo federal porque outros parlamentares poderiam se aproveitar e levar para o lado político já que se trata de ano de eleições.
Entrou na conversa o Deputado Cabo Patrício, enaltencendo o Governo Federal dizendo que os policiais estavam contentes com as bolsas fornecidas aos trabalhadores de segurança pública. Disse ainda que a idéia da formação da comissão era boa porque achava difícil aprovar o piso e que, mesmo que fosse aprovado, o senado rejeitaria.(esse deputado deve ter esquecido que algum dia foi policial).

O Deputado Paes de Lira disse que poderia se formar a comissão e continuar a votação da PEC 300. Uma coisa não prejudicaria a outra.

O secretário nacional de segurança pública disse que o momento era agora para os bombeiros e policiais tenham um piso condigno e que tudo era QUESTÃO DE SE PRIORIZAR A SEGURANÇA PÚBLICA.

O deputado Capitão Assumção disse que não existia a hipótese de se parar a mobilização já que a FREMIL não estava pleiteando nada mais do que o justo: a retomada da votação da PEC 300. Se o governo quisesse avançar, teria que apresentar uma proposta no mesmo peso do proposto na PEC 300.

Resumo: o governo federal está preocupado com a organização do movimento nacional em prol da PEC 300 e quer nos vencer pelo cansaço. Se quizessem fazer algo, já tinham resolvido há muito tempo.
No final da noite, os policiais e bombeiros se reuniram com a FREMIL e deliberaram para hoje (07), o seputamento simbólico do Presidente Lula, com direito a caixão e tudo mais, numa marcha que sairá da Catedral em direção ao Congresso. Ás 10 horas a FREMIL estará comparecendo na reunião de líderes para forçar o retorno da votação da PEC 300.

Fonte: Capitão Assumção Deputado Federal 

PM ABRE CONCURSO PARA SOLDADO FEMININO


A Polícia Militar (PM) do Estado de São Paulo vai abrir inscrições, no próximo dia 12, para concurso público para preenchimento de 250 cargos de soldado feminino, com salário inicial mínimo é de R$ 2.170,00.

As inscrições serão recebidas somente via Internet, de 12 de abril até 7 de maio, por meio do endereço eletrônico: http://www.vunesp.com.br/ da Fundação Vunesp.

A candidata escolherá onde realizará as provas dentre 10 municípios do Estado. São eles: São Paulo, Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, Saõ José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba.

O edital de abertura do concurso, que contém todas as demais informações detalhadas, encontra-se disponível no Diário Oficial do Estado do último dia 2.

O valor da inscrição será de R$ 50,00 e poderá ser pago em qualquer agência bancária. Não serão aceitas as solicitações de inscrição que não atenderem rigorosamente às condições estabelecidas no edital de concurso.




Fonte: vunesp

terça-feira, 6 de abril de 2010

DEPUTADOS COBRAM RETOMADA DA VOTAÇÃO DA PEC 300


Deputados se revezaram no plenário da Câmara nesta terça-feira (6) cobrando a retomada da votação da PEC 300, que cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil (praças e oficiais, respectivamente). Os deputados planejam entrar em obstrução para evitar a aprovação de qualquer outro tema antes da aprecisação do projeto.

Para o deputado Major Fábio (DEM-PB), a segurança pública no país está um "caos". “Hoje, os governos estaduais e o governo federal estão perdidos. Não sabem por onde começar a discussão da segurança pública. Por isso é que nós queremos retomar a votação da PEC 300, que é uma questão de justiça. Eu me sinto um palhaço nesta Casa “, afirmou o parlamentar, em relação à demora de a Câmara concluir a votação da matéria.

“Ela não foi colocada pelas costas de ninguém... Ela veio com toda clareza e foi duramente, sofridamente, negociada”, lembra o deputado Paes de Lira (PTC-SP).

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTC-SP) também cobrou a inclusão da matéria na pauta de votações. De acordo com seu relato, se escuta nos bastidores que o governo quer votar a PEC 300 sem o piso salarial. “É melhor não votar. Queremos votar a PEC 300 sem história, sem conversa, sem enganação, sem enrolação.”

Por sua vez, o deputado Capitão Assunção (PSB-ES) – que chegou a convocar uma greve em prol da aprovação da PEC - lembrou dos destaques “perniciosos” apresentados à PEC por deputados governistas.
A proposta teve seu texto-base aprovado no início do mês passado. Depois disso, o governo chegou a cogitar a paralisação das votações de propostas de emenda à Constituição até as eleições de outubro. Contudo, desistiu da ideia.
Para que o primeiro turno de votação da matéria seja concluído, deputados terão de analisar quatros destaques que, na prática, desfiguram a proposta.

“Em luta”

O Congresso em Foco foi às galerias superiores do plenário para ouvir as partes interessadas na aprovação da PEC 300. Cerca de 800 pessoas – entre policiais, bombeiros, investigadores e líderes sindicais civis e militares – lotaram as dependências da Casa com faixas e bandeiras de estados como Alagoas, São Paulo, Pernambuco. Mato Grosso do Sul e Piauí.

Vindos de diversos estados, cerca de 1.600 agentes da segurança pública saíram hoje, em passeata, da Catedral de Brasília em direção ao Congresso, onde fizeram uma intensa mobilização pela aprovação da matéria. Foi o caso do tenente da PM de São Paulo Clovis de Oliveira, que disse à reportagem que seus companheiros enfrentaram dificuldade para ir a Brasília.

“Está todo mundo 'duro' aqui”, disse Clovis, que é relações públicas da Associação dos Policiais Civis, Militares e Funcionários Públicos dos Estados Federativos do Brasil (Asbra). Ele se refere ao fato de que os salários dos agentes de São Paulo ainda não foram pagos. “Viemos nos arrastando, mas viemos. Não deixamos de vir a Brasília gritar pela importância da PEC 300.”

“O policial morre mais no 'bico' do que no próprio serviço como policial”, acrescentou o tenente, que em seu cartão da Abras se apresenta como “idealizador das PECs 195/2007 e 300/2008”, lembrando que “a Câmara quis criminalizar o bico”. Clovis diz ainda que os deputados não aprovaram tal proposição por interferência do vice-presidente da República, José Alencar, que seria “totalmente a favor da PEC 300”.
O complemento de renda, popularmente conhecido como bico, também foi comentado pelo bombeiro militar de Goiás Uilliam Ribeiro da Costa. “Por que o cara lá do Acre pode morrer por 500 reais e o de Brasília não? O policial ganhando bem não precisa fazer bico ou acordo com o crime organizado”, observa o bombeiro, lembrando que a Constituição garante o “princípio da isonomia” entre as categorias dos estados.

“Nossa função é proteger. Trabalhamos com a tragédia diariamente, e não temos o tratamento que a gente merece”, protestou Uilliam.

A mesma opinião tem a investigadora da Polícia Civil de Mato Grosso Alessandra Novaes, que usava um colete com os dizeres “Policial Civil em luta”. “[A aprovação da PEC] é uma questão de justiça e igualdade, porque uns ganham bem e outros não, sendo que o serviço é o mesmo”, disse a agente, achando graça da reportagem quando perguntada se era de Brasília. “Se eu fosse de Brasília estava ótimo, não ia nem precisar reivindicar”, completou, em referência à mais alta remuneração da categoria.



Fonte: congresso em foco

ZECA DO PT DIZ QUE JOÃO GRANDÃO É SEU DEP. Nº 1


Três dias após o ex-governador Zeca do PT ter declarado ao Campo Grande News que a população irá “corrigir uma injustiça” elegendo João Grandão (PT), o pré-candidato ao governo contou que prometeu à esposa dele, Gilda Gomes dos Santos, e à mãe do ex-congressista que irá apoiá-lo.
“Eu falei na frente da Gilda e da mãe dele que vou me empenhar na campanha”, declarou na entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira, no novo comitê pré-eleitoral. “Tenho maior carinho pelo ex-deputado João Grandão. A população quer que ele se eleja. Ele teve um excelente mandato”, acrescentou.
Zeca reafirmou que João Grandão disputará a Câmara dos Deputados e que a 2ª vaga ao Senado e a de vice-governador será destinada aos partidos aliados.
Para o ex-governador, foi um erro ter chapa pura em 2004, quando Egon Krakhecke foi eleito vice-governador.
Grandão não conseguiu se reeleger em 2006 por conta de ter o nome envolvido na Máfia das Ambulâncias (também chamada de Máfia das Sanguessugas), mas nunca deixou de ser uma liderança forte dentro do PT.
O pré-candidato a governador defende a tese de que o ex-deputado foi "condenado injustamente pela imprensa". Na época, Grandão chegou a ser indiciado pela Polícia Federal e denunciado pelo MPF (Ministério Público Federal) por possível envolvimento nas negociações de compra superfaturada de ambulâncias

sexta-feira, 2 de abril de 2010

CRIATURA MATA ADVOGADO EM DOURADOS

Diante da forte repercussão que o caso vem tendo em Dourados e das solicitações de internautas para que as cenas do crime fossem reprisadas o douradosinforma mostra novamente as imagens fortes do fazendeiro matando um advogado em Dourados.
O crime aconteceu na sexta-feira passada, dia 26 de março. O fazendeiro Alcino Dias Campos, 74 anos, o “Criatura”, matou a tiros dentro de um cartório em Dourados o advogado Paul Oserow, 62.
O autor confesso deverá responder o crime em liberdade. Ele se apresentou na delegacia acompanhado de advogados, 72 horas depois do assassinato a queima-roupa.

Veja as imagens do circuito interno do cartório:

Fonte: douradosinforma

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A PM QUE FAZ BICO

Pesquisa aponta que 77,8% dos policiais no Brasil afirmam que a maioria de seus colegas mantêm um segundo emprego

Em tempos de vacas magras, o soldado Florêncio (nome fictício), de 30 anos, usou seus dias de folga na Polícia Militar para fazer bicos como segurança de lojas, restaurantes e postos de gasolina. Ganhava R$ 35 por dia de serviço para tentar pagar as contas que seu salário líquido de R$ 1,7 mil mensais não cobria. A prática, apesar de parecer inocente, é proibida pelo regimento interno da corporação. Questionada sobre o tema, a Secretaria de Estado da Segurança Pública afirmou apenas que “está enfrentando o problema”.

O segundo emprego, embora proibido, sempre foi comum entre PMs. Hoje, os próprios policiais e as entidades que os representam admitem a existência do problema. Segundo a pesquisa “O que pensam os profissionais da segurança pública no Brasil”, publicada no fim do ano passado pelo Mi­­nistério da Justiça e pelo Programa das Nações Unidas para o De­­senvolvimento (Pnud), 77,8% de 64 mil policiais entrevistados em todo o país avaliam que “a maioria” ou “mais ou menos a metade” dos profissionais de sua corporação mantém uma segunda atividade remunerada em caráter permanente.

A origem do problema estaria no valor do soldo. A mesma pesquisa mostra que 92% dos policiais no Brasil estão preocupados com os baixos salários pagos. A média nacional dos salários dos policiais militares em início de carreira é de R$ 1.814,96. No Paraná, o valor pa­­go aos soldados que terminam o curso de formação é de R$ 1.818,13. A remuneração deve ser reajustada em maio e passará a ser de R$ 1.967,43, caso entrem em vigor três projetos de lei que foram aprovados na semana passada pela Assembleia Legislativa.

De acordo com relato do soldado Florêncio, mesmo com o reajuste, o clima ainda é de insatisfação entre os praças de Curitiba. Prova disso é que, há duas semanas, quando foi anunciado o projeto que previa o reajuste, parte dos policiais da capital ameaçou iniciar uma paralisação.

Na opinião do soldado, só uma remuneração maior e melhoria nas condições de trabalho poderiam reverter a situação da atuação informal. “Tem policial que chega a tirar o dobro do salário com bicos”, afirma. O soldado ainda conta que grande parte dos policiais militares que fazem bicos usam armas e coletes à prova de balas que pertencem à corporação. “Eu tenho a minha arma. Mas usava o colete da polícia”, diz.

“Chefes do bico”

O soldado ainda denuncia a existência de policiais que agenciam outros colegas, conhecidos como “chefes do bico”. A prática é confirmada por um outro soldado, que prefere manter o anonimato. Ele diz ser grande amigo de um chefe do bico, que largou o negócio em 2010, após sete anos no comando. De acordo com o policial, a “chefia” dos bicos começa depois que o profissional ganha a confiança do proprietário do comércio.
A partir daí, ele contrata o serviço de outros policiais para uma rede de lojas. “Por quatro mercados esse policial ganhava limpos R$ 2 mil por mês. Mas, quando o superior dele descobriu a irregularidade, passou a cobrar uma comissão pelo silêncio”, diz.

Outro policial, de 32 anos, que também prefere o anonimato e atua na corporação há nove anos, admite fazer bicos há seis, o que lhe garante uma renda extra de até R$ 1,5 mil por mês. Se não usasse suas horas de folga, teria três dias por semana para ficar com sua família: ele tem esposa e um filho de 2 anos. Mas, devido aos bicos, sobra apenas um dia. “Chego a tocar direto, sem descanso”, diz.

Foi o desgaste físico que levou Florêncio a desistir dos bicos. “Quase dormi enquanto fazia a segurança de uma loja. Não vale a pena. Colocamos em risco a nossa vida e não prestamos um bom serviço para a sociedade”, afirma. Já outro policial diz que só largaria se recebesse um salário melhor. “Ainda estou numa situação financeira complicada”, diz.

Legalização dos bicos

De tão comum na corporação, uma entidade de classe estuda uma tentativa de legalizar os bicos. O presidente da Associação de Praças do Estado do Paraná (Apras), sargento Orélio Fontana, afirma que a ideia é que os policiais usem seus dias de folga para trabalhar na segurança da cidade, com a complementação do salário a ser feita pela prefeitura. “É preferível que ele trabalhe paralelamente prestando serviço do que ficar corruptível. Mas o correto seria pagar bem o policial militar”, defende.

A limitação da capacidade física dos policiais militares é um dos principais riscos da realização de serviços fora do horário do expediente, na opinião do presidente da Associação de Defesa dos Policiais Militares Ativos, Inativos e Pensionistas do Paraná (Amai), coronel Elizeu Furquim. “O remédio para isso é bem conhecido. Basta pagar bons salários para que o policial possa render ao seu máximo”, diz.

Uma das saídas para o problema, segundo o coronel Furquim, é a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) número 64, que tramita na Assembleia Legislativa. A PEC 64 prevê a implantação do subsídio no salário do policial militar, o que garantiria uma remuneração inicial ao soldado de R$ 3,3 mil, além da exigência de formação superior para ingressar nos quadros da polícia militar.



Fonte: gazeta do povo



segunda-feira, 29 de março de 2010

POLICIAIS DE MS ESPERA UM AUMENTO SALARIAL JUSTO ACIMA DE 20%

SEM AUXILIO ALIMENTAÇÃO


SEM AUXILIO TRANSPORTE

SEM ADICIONAL NOTURNO

SEM ADICIONAL PERICULOSIDADE

E MESMO ASSIM CUMPRIMOS COM O NOSSO DEVER.


FONTE: AP LIMA

domingo, 28 de março de 2010

POLICIAL DO CIGCOE É FERIDO POR CAUSA DE R$ 4,OO


Dois homens morreram e um ficou ferido em um tiroteio envolvendo um policial da Cigcoe (Companhia de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais), grupo considerado de elite da PM (Polícia Militar), ocorrido em um bar localizado no assentamento Eldorado, em Sidrolândia, na noite deste sábado.
Morreram no local Jorge Luiz Cardoso Junior, 30 anos, e Cristiano Pereira de Oliveira, de 23 anos. O cabo da Polícia Militar Genuwilson Teles Gomes, de 35 anos, lotado na Cigcoe, foi ferido e trazido para a Santa Casa de Campo Grande.

O motivo da confusão seria um troco de R$ 4,00 devidos ao policial militar, que estava em um pesqueiro da região acompanhado de amigos.
Conforme o boletim de ocorrências, o policial pediu ao caseiro do pesqueiro, Rodrigo da Silva, que fosse ao “Bar do Gordo” comprar uma garrafa de pinga e para isso lhe deu R$ 10,00.

No bar, o dono do estabelecimento, identificado como Valdecon Carrilho de Oliveira, teria se negado a devolver R$ 4,00 de troco.
Rodrigo, então, teria avisado que o dinheiro pertencia a um PM e que este voltaria para buscá-lo. Foi o aconteceu, segundo o relato policial.
O cabo Teles, como é conhecido, voltou ao local em um veículo com mais três amigos, identificados como Lailton, Severino Ribeiro, e Jorge Luiz Cardoso Junior. O grupo teria sido recebido a tiros pelo filho do dono do bar, Cristiano Pereira de Oliveira, e o policial teria sacado a arma e também atirado.

O dono do bar, conforme o relato, também passou a atirar, atingindo um dos amigos do policial, Jorge Luiz, que morreu no local. Cristiano, que também foi atingido, foi levado para a Santa Casa de Campo Grande e abandonado, já sem vida, em frente ao hospital pelo pai, que fugiu. O corpo estava em um veículo Gol, que foi apreendido.
O policial, ferido no queixo e nos braços, conforme o boletim, foi trazido para a Santa Casa de Campo Grande, primeiro pelos amigos e depois por uma viatura da Corporação.

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia, mas também teve o apoio da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento à Comunidade) de Campo Grande.

No boletim de ocorrências, a informação é de que foram apreendidas três armas (um revólver 38, uma carabina e uma espingarda). Há a informação, também, de que apesar de os policiais do Cigcoe que acompanharam a ocorrência terem sido informados sobre a necessidade de entrega da arma do cabo Teles, uma pistola modelo PT 100, houve demora para que isso fosse feito. Depois de o boletim já estar concluído, foi entregue uma arma desse modelo por integrantes da Cigcoe à Polícia Civil.

O estado de saúde do policial militar é muito grave.




Fonte: campograndenews



sábado, 27 de março de 2010

PEC 300 DISTANCIA SERRA DE DILMA

O candidato ao Palácio do Planalto, José Serra (PSDB), abriu nove pontos de vantagem sobre a adversária Dilma Rousseff (PT). O tucano voltou a ser o líder isolado em pesquisa Datafolha.
O levantamento foi feito na quinta e sexta-feira. Os números foram publicados no jornal Folha de S.Paulo no sábado.
A pesquisa mostra Serra com 36%. A petista tem 27%. Há um mês, eles tinham 32% e 28%, respectivamente, no mesmo cenário. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Serra apresentou crescimento real, embora tenha retornado ao patamar de dezembro. No final do ano passado, ele tinha 37%.

Pela primeira vez, Dilma não apresentou crescimento na sua curva de intenção de votos. A petista oscilou negativamente em um ponto percentual.

No mesmo levantamento, Ciro Gomes (PSB) ficou com 11%. Em fevereiro, Ciro obteve 12% e, em dezembro, 13%. Já Marina Silva (PV) está estacionada e manteve os mesmos 8% obtidos em dezembro e há um mês. Indecisos, brancos e nulos totalizam 7%. Outros 11% não souberam responder.

(veja matéria completa em: diario catarinense)

PM DE MS REJEITA REAJUSTE DADO POR ANDRE


O governo do estado encaminhou no dia 24 de março, para a AL – Assembléia Legislativa a mensagem número 8/2010, onde solicita que seja “aprovada as tabelas de subsídios dos servidores integrantes das categorias funcionais das Carreiras da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar”. O projeto do executivo propõe um aumento linear de 5%, mais a antecipação da tabela salarial de 2011 para 2010.
ACS – Para a diretoria da ACS a proposta de reajuste salarial dos servidores militares estaduais além de prejudicar os Soldados dos níveis II e III não atende as necessidades da classe.

Diante disso, o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PMBM/MS, Edmar Soares da Silva,acompanhado do Sargento PM Amauri, diretor de Comunicação Social da ACS e do presidente da Associação Beneficente dos Subtenentes e Sargentos, Thiago Mônaco, protocolaram novo pedido de complementação salarial proposto pelas entidades representativas junto ao coronel Carlos Alberto David, comandante geral da PM, e também ao presidente da Assembléia Legislativa deputado Gerson Domingos.

Negociação - O pedido de complementação consiste em elevar o nível II do Soldado PM para R$ 2.248,04 e o nível III para R$ 2.329,08.

Segundo Edmar, a nova contra proposta apresentada pelas entidades representativas serve para amenizar a situação da categoria.

 
Veja a contra proposta em anexo.AQUI