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terça-feira, 14 de setembro de 2010

POLICIA MILITAR MANTEVE A ORDEM NA CAMARA ONTEM

Vinte minutos depois de iniciada a Sessão, do lado de fora, manifestantes teriam começado a arremessar paus e pedras. Eles quebraram a porta do prédio.
Os policiais usaram bombas de efeito moral, para conter a multidão. Seis vereadores fugiram do plenário. Os três que ficaram encerraram a sessão, debaixo de vaia. A confusão só terminou duas horas depois.


Veja o vídeo:


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

SESSÃO NA CAMARA DE DOURADOS TERMINA EM PANCADARIA


Tumulto e quebra-quebra marca a sessão da Câmara de Vereadores. De acordo com as primeiras informações populares que estavam do lado de fora invadiram o prédio e quebraram tudo o que viram pela frente. Vidros da Câmara foram quebrados e materiais danificados.

A Polícia lançou bombas de gás moral e balas de festim. Um verdadeiro cenário de guerra. Populares na frente da Câmara continuam dando gritos e palavras de ordem.

Os vereadores abandonaram a plenária e todo o prédio foi evacuado. Mais 150 policiais estão no local. Uma manifestante acaba de partir para cima de um repórter da Tv Morena. Ela se diz revoltada. Um outro manifestante mostra ferimentos causados por bala de festim.

A População está revoltada. A Polícia utiliza escudos e cacetete. Eles fecham a entrada da Câmara neste momento, num cordão de isolamento. Novas viaturas da Guarda Municipal acabam de chegar. (Valéria Araújo)


FONTE : DOURADOSAGORA

DOURADOS PODERA TER NOVA ELEIÇÃO PARA PREFEITO EM 2011


O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ministro Enrique Ricardo Lewandowsk discorda de intervenção em municípios ou mesmo estados onde haja impedimento dos governantes. Questionado nesta manhã, durante entrevista no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) de Mato Grosso do Sul, sobre a situação de Dourados onde o prefeito Ari Artuzi (sem partido) e todos os demais nomes da linha sucessória foram presos acusados de fraudes em licitação e corrupção, o ministro sugeriu que se evite uma intervenção estadual.

“A intervenção é um instrumento muito drástico e excepcional. Isso tem que ser trabalhado com parcimônia mesmo porque afeta o próprio cerne do federalismo”, respondeu aos jornalistas, esclarecendo que não estava se referindo a um caso específico, mas às regras vigentes. O MPE (Ministério Público Estadual) tenta na Justiça garantir a intervenção no município. Se o pedido for acatado, caberá ao governador André Puccinelli (PMDB) indicar o nome do interventor.

“A Constituição estabelece os substitutos naturais tem o prefeito, o vice-prefeito, o presidente da Câmara. Eventualmente até o juiz da comarca por assumir como tem ocorrido em alguns casos”, citou.

A situação de Dourados é exatamente esta. Como o prefeito, o vice, o presidente da Câmara, o vice-presidente da Câmara, o procurador do município foram presos, o Tribunal de Justiça determinou que o diretor presidente do Forum de Dourados, o juiz Eduardo Machado Rocha, assumisse a prefeitura.

Lewandowsk mencionou que o STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou o pedido de intervenção federal no Distrito Federal após o escândalo no qual o ex-governador José Roberto Arruda foi preso em meio a escândalo de corrupção. “O STF entendeu que não era o caso de intervenção porque as instituições estavam reagindo. No Distrito Federal, hoje, já está tudo dentro da normalidade”, disse.

Informado pelos jornalistas que após a prisão das autoridades, a população de Dourados passou a se manifestar pedindo novas eleições, o ministro admitiu a realização do pleito.

“Não posso responder sobre caso específico que pode ir ao TSE em grau de recurso (...) Mas creio que o juiz local responderá provisoriamente pela administração e em breve haverá novas eleições, mas isso será decido pelo TRE com possível julgamento de recurso pelo TSE”, respondeu.

O presidente do TRE-MS, desembargador Luiz Carlos Santini, já se manifestara em ocasiões anteriores contrário às eleições em Dourados. Ele chegou a sugerir que a Câmara dos Vereadores deva convocar os suplentes e estes devem escolher um novo presidente para a Casa a quem caberia assumir a prefeitura.

Em Dourados, a Câmara já convocou três suplentes de vereadores que estão presos e pediram afastamento. Mas, há casos de parlamentares que foram detidos na Operação Uragano, mas já estão em liberdade e querem continuar na cadeira de vereador.

A Operação da Polícia Federal prendeu além do prefeito Ari Artuzi e do vice Carlinhos Cantor (PR), nove vereadores, secretários, assessores e empresários. Dos 28 detidos, só 12 permanecem na cadeira.

“Mas, eu quero tranqüilizar a todos que as instituições brasileiras estão fortes e que o Poder Judiciário está atento. A cidadania não terá prejuízo”, assegurou o presidente do TSE.

Fonte: midiamax

SILVA JUNIOR ASSUME A ASSECOM

Silva Júnior é o novo secretário de Comunicação

O radialista e jornalista Jonas Alves da Silva Junior, o Silva Junior, assumiu nesta segunda-feira a Assecom (Assessoria de Comunicação Social e Imprensa) da Prefeitura de Dourados. Ele aceitou o convite feito pelo prefeito interino Eduardo Machado Rocha e na manhã desta segunda-feira já manteve uma reunião com a equipe da Comunicação.

“Aceitei o convite pensando em Dourados. Sou amigo de muitos anos do doutor Eduardo e não poderia dizer não em um momento tão importante como esse”, afirmou Silva Junior aos funcionários da Assecom. Com 45 anos de idade, Silva Junior é formado em jornalismo pela Unigran e tem 24 anos de experiência no rádio e jornais impressos.

O jornalista Helio de Freitas vai continuar coordenando a redação da Assecom.

Fonte: douradosagora.com

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

PASSAIA LANÇA LIVRO E COLOCA 5 DEPUTADOS FEDERAIS NA CORDA BAMBA


Em forte esquema de segurança o secretário de Governo e Comunicação da Prefeitura de Dourados, Eleandro Passaia, lançou há pouco o livro "A Máfia do Paletó". O evento lotou a recepção do teatro Municipal.

Logo que chegou, às 19h30 em ponto, Eleandro foi cumprimentado por amigos e colegas de imprensa. Rapidamente ele usou o microfone para agradecer a presença de todos. Eleandro novamente fez questão de deixar claro que tudo o que está escrito na obra é verdade e de fato aconteceu.

No livro ele comenta que mexeu "num vespeiro ao escrever o livro.

"A máfia descrita por Passaia é formada - além do próprio prefeito, de secretários, vereadores, servidores e empresários – pelos parlamentares que atuam em Brasília para conseguir recursos da União e depois cobram a fatura depois, exigindo a devolução de parte dos valores.
Retorno aos federais - Um capítulo do livro é destinado a explicar como isso ocorria em Dourados e Passaia não poupa nomes.
Afirmando não ter provas sobre tantas outras denúncias, ele diz que vai se ater ao conteúdo das conversas gravadas e entregues à Polícia Federal e, a partir daí, cita como parlamentares que adotariam essa prática, sempre usando para a cobrança de valores os assessores.

O primeiro nome que aparece é deputado federal e candidato ao Senado, Dagoberto Nogueira (PDT). “Sérgio Castilho, assessor especial do Dagoberto Nogueira (PDT), sempre cobrou o direcionamento das licitações”, garante. Passaia fala em um percentual de 5% dos investimentos viabilizados por Dagoberto que seriam devolvidos a ele.

Na sequência, fala de Walquiner Gonçalves França, assessor do deputado federal Antônio Carlos Biffi (PT). “Fazia as mesmas exigências”, afirma. “Nunca deixou de cobrar retorno dos investimentos garantidos através da intervenção do legislador petista”.

Outro citado é o deputado federal Wander Loubet (PT), o mais votado nas eleições passadas no Estado. Passaia diz que, assim como os outros, ele nunca fala pessoalmente em dinheiro. “Mas o funcionário Sandro Omar de Oliveira Santos diz ser o mensageiro de Vander Loubet”.

Douradenses- O deputado federal com base política em Dourados Geraldo Resende é avaliado por Passaia como o “maior ator entre os deputados”. O jornalista e secretário afirma que o peemedebista cobra em praça pública a agilização das licitações, de olho na comissão que pode levar. “Numa conversa em seu escritório em Dourados me convenci de que seus ideais não são tão puros quanto parecem. Reclamou de que precisa do “retorno das verbas garantidas para dar o mínimo de viabilidade a seus projetos”, testemunha.
Passaia afirma ter tentado, enquanto estava travestido de espião da Polícia Federal, fazer com que Resende falasse mais dos retornos. “Mas o legislador se esquivou como o diabo foge da cruz”. Ele comenta ainda que, dias depois desses fatos, Artuzi e Geraldo Resende romperam relações e não houve mais conversa sobre o assunto.
O último parlamentar cujo nome aparece no livro entre os que cobram comissão pelos investimentos conquistados para Dourados é Marçal Filho, também da cidade. “Marçal e a esposa, Keliana Fernandes, cobraram pessoalmente o adiantamento do retorno das obras. Concordaram inclusive em desviar dinheiro da Secretaria de Saúde para pagar as despesas de um show da rádio 94 FM, de propriedade do casal”, escreveu Passaia.
Sobre os outros deputados federais, Waldemir Moka (PMDB), Nelson Trad (PMDB) e Antônio Ferreira Cruz (PP), Passaia disse não ter conversado com nenhum deles sobre recursos destinados a Dourados enquanto secretário de Governo".


Estou ciente dos processos que enfrentarei; das ameaças inevitáveis; do dissabor da censura. Mas não me arrependo de ter puxado o gatilho da sensatez. A vida apresentou uma encruzilhada. Local e tempo ideais para descortinar um grande esquema fraudulento executado com verbas da União".
Passaia vai lançar mais dois livros-reportagens sobre o desdobramento da Operação Uragano, que levou para atrás das grades 29 pessoas.

De acordo com o autor, muitos nomes que ainda não apontados pelo inquérito da Polícia Federal (PF) estão inseridos nesse primeiro livro. “Posso dizer que são cerca de 15 pessoas influentes, entre políticos e empresários, que estão infil-trados no esquema de corrupção”, adiantou Eleandro Passaia. De acordo com a Polícia Federal, o prefeito Ari Artuzi é considerado chefe da quadrilha que “sangrava” os cofres públicos de Dourados.
A Máfia do Paletó, de acordo com Passaia, reúne detalhes importantes sobre o esquema de superfaturação de dinheiro público. “Muitas coisas que não estão no relatório só serão encontrados no livro”, destacou. Foram confeccionados dois mil exemplares para o lançamento, quantidade que, segundo o autor, pode ser insuficiente diante da curiosidade da po-pulação em conhecer as falcatruas da política. Ele acredita que serão necessários mais três mil exemplares. A obra, co-mercializada no valor de R$ 15, poderá estar à venda nas bancas de revistas. Até agora não está definido nenhum outro local de venda, exceto hoje, durante o lançamento, no Municipal.

OBJETIVO
O autor acredita que obra poderá ajudar a população entender como funciona o esquema de corrupção de uma cidade. “Trata-se de um livro com linguajar simples, de fácil compreensão. A ideia é fazer com que a sociedade conheça como ocorre o esquema de uma política corrupta”, pontuou Passaia.

OUTRAS OBRAS

O segundo livro de Passaia será lançado até o final de outubro. “Vou reunir novos detalhes da Operação Uragano”, adiantou, ressaltando que mais nomes de pessoas influentes serão citados na obra. Questionado sobre a possível reper-cussão do livro em nível nacional, Passaia disse que ainda não pensou nessa possibilidade. Já a terceira obra, que deverá ser lançada em novembro deste ano, culminará com todo o trama da corrupção da políti-ca douradense. “Será um livro que vai conter toda a história da Operação, passo a passo como era feito o esquema, as prisões, o desenrolar de todo o esquema”, finalizou.

Fonte: campogrande news
Dourados agora

PSOL DIZ QUE NEI BRAGA ESTA FAZENDO CAMPANHA PRO GOVERNO

Eliane Souza

O candidato a Senador pelo PSOL, Jorge Batista emitiu um comunicado para a imprensa, onde acusa o candidato ao governo do partido Nei Braga de estar aliado com PMDB no pleito deste ano, que tem como candidato ao Governo André Pucinelli. Inclusive, acusa sua legenda de ter recebido dinheiro da coligação peemedebista para fazer ataques ao PT.

Com o título: Negociata eleitoral - No bolso do PMDB, candidato a governador do PSOL persegue Jorge Batista – o concorrente ao Senado ainda faz acusações contra o presidente do PSOL no Estado, Lucien Resende.
Segundo ele, por não aceitar imposição de sua legenda, passou a ser perseguido politicamente. Em um dos trechos o comunicado traz que “O candidato a governador pelo partido, senhor Nei Braga, mancomunado com o presidente da legenda, Lucien Resende, e com o renunciante candidato a suplente de senador, Ubiraci dos Santos, estão protagonizando o que pode ser considerada a maior negociata eleitoral – descarada – que já se viu no Estado”.

Em outro trecho Jorge Batista afirma que “A direção do partido e o candidato Nei Braga estão no bolso do governador André Puccinelli. Prova disto é a forma agressiva com que o candidato do partido age em referência ao candidato do PT e se esquece das mazelas do outro adversário da nossa legenda”.

Jorge Batista denuncia ainda no comunicado que foi chamado para fazer parte do “esquema”, porém se recusou. Segundo ele “foi convidado para bater no Zeca e no Dagoberto {Nogueira, candidato a Senador pela coligação de Zeca}. “Primeiro, o partido impôs um caminhão de obstáculos para que eu registrasse minha candidatura. Agora vem a renúncia do primeiro suplente, sob a desculpa de que é de esquerda e que eu não cumpro os compromissos partidários”. O suplente mencionado é Ubiraci dos Santos.

Jorge Batista denuncia que no dia 26 de agosto deste ano, um motociclista parou em frente a sua casa, no bairro Monte Castelo, e fez fotos do veículo de sua esposa, Etelvina Vitorino Sobrinho, que é candidata a deputada estadual pelo PP. Batista não estava em casa, mas, segundo ele, os vizinhos contaram que o homem etava armado. “Esta perseguição é caso de polícia. Tenho medo deste povo me assassinar. Se eles continuarem, vou pedir proteção da Polícia Federal”, diz.

Outro lado

O Midiamax entrou em contato com Lucien Resende. Ele justificou as acusações dizendo que quem “fechou” acordo político foi Jorge Batista e não o PSOL. “Ele sim traiu o partido. Em todo País nosso partido vem combatendo o PT, mas ele {Jorge Batista} é um dos maiores cabos eleitorais do Delcídio {do Amaral, candidato ao Senado}. E tem mais: a esposa dele é candidata a deputada estadual pelo PP, que está coligado com o PT no Estado, que não apoiamos.

A reportagem também tentou conversar com o candidato Nei Braga, mas ele não atendeu o celular.

Leia na íntegra a nota de Jorge Batista:

NEGOCIATA ELEITORAL

No bolso do PMDB, candidato a governador do PSOL persegue Jorge Batista

O que Heloísa Helena, com seu idealismo político, jamais poderia imaginar, está acontecendo em Mato Grosso do Sul. O candidato a governador pelo partido, senhor Nei Braga, mancomunado com o presidente da legenda, Lucien Resende, e com o renunciante candidato a suplente de senador, Ubarici dos Santos, estão protagonizando o que pode ser considerada a maior negociata eleitoral – descarada – que já se viu no Estado.

O candidato Jorge Batista disse à imprensa, tão logo Ubiraci renunciou à disputa da primeira suplência do Senado, que isto é uma decisão orquestrada no escritório de Lucien. “A direção do partido e o candidato Nei Braga estão no bolso do governador André Puccinelli. Prova disto é a forma agressiva com que o candidato do partido age em referência ao candidato do PT e se esquece das mazelas do outro adversário da nossa legenda”.

Jorge Batista que milita na esquerda política brasileira há mais de três décadas, comenta que os atuais dirigentes do PSOL não passam de oportunistas. Ele chega a admitir que foi “convocado” pela direção do partido para “bater no Zeca e no Dagoberto”. Como não aceitou a missão imposta pelo presidente da legenda, Lucien Resende, passou a ser alvo de perseguição da direção partidária.

“Primeiro, o partido impôs um caminhão de obstáculos para que eu registrasse minha candidatura. Agora vem a renúncia do primeiro suplente, sob a desculpa de que é de esquerda e que eu não cumpro os compromissos partidários”.

Pior, segundo Jorge Batista, é que ele tem prazo até o dia 14 para apresentar um nome para substituir o suplente renunciante e a direção partidária já avisou que vai colocar todos os obstáculos possíveis para que ele não possa cumprir a legislação eleitoral. “Eles estão ou não estão no bolso do André Puccinelli?”, questiona Jorge Batista que aparece nas pesquisas com 3% das intenções de votos, mesmo não tendo conseguido, ainda colocar no ar sua propaganda eleitoral.


Fonte: midiamax




quinta-feira, 9 de setembro de 2010

DECLARAÇÃO DE BONATTO APÓS LEVAR SAPATADA


Aurélio Bonatto (PDT) falou rapidamente com a imprensa logo depois de ser atingido com uma sapatada. Ele alega que foi vítima de uma "armação" do prefeito Ari Artuzi e do secretário de governo Elenadro Passaia. O objetivo deles, segundo aurélio Bonatto era intimidar os vereadores para que não aprovassem relatório da CPI que investiga a saúde pública. Ele diz que vai provar inocência. Confira vídeo postado no You Tube pela Jornalista Graziela Moura:

Fonte; DOURADOS AGORA

VIDEO DA SAPATADA NO VEREADOR BONATTO

T
O vereador Aurélio Bonatto (PDT), um dos indiciados pela Polícia Federal (PF) dentro da Operação Uragano, por fraude em licitações e corrupção, retornou à Câmara Municipal e foi recebido com uma sapatada por um manifestante. Veja o momento da agressão. Veja o vídeo produzido pela Record MS.

FONTE: DOURADOSAGORA.COM

PREFEITO DE DOURADOS EXONERA 130 FUNCIONARIOS

Uma lista de exonerações na Prefeitura de Dourados foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira. No total, 130 pessoas que estavam na folha de pagamento serão dispensadas. A decisão foi anunciada pelo prefeito interino de Dourados, o juiz Eduardo Machado Rocha. São servidores de quase todas as secretarias, sendo que diretores de departamento e assessores também começam a deixar a prefeitura.

De acordo com ele, os exonerados são pessoas indicados por vereadores e outras pessoas ligadas diretamente ao prefeito afastado Ari Artuzi (PDT), ou que estavam sem atuação, por isso deixavam de comparecer ao local de trabalho, ou, em outra situação, só estavam na folha de pagamento da prefeitura sem nunca ter trabalhado, os chamados "fantasmas".

Confira lista publicada em Diario Oficial:


Lista De Exoneração Oficial 08-09-2010.doc

POLICIA MANTEVE A SEGURANÇA NA CÂMARA

A polícia teve que intervir hoje para livrar os vereadores da Câmara Municipal de Dourados, no Mato Grosso do Sul, de um tumulto generalizado. A confusão aconteceu durante a primeira sessão após as denúncias de corrupção contra políticos do município. Nove vereadores haviam sido presos pela Polícia Federal, mas, dentre eles, seis já foram liberados na segunda-feira.

O vereador Aurélio Bonatto (PDT), um dos três parlamentares que não chegaram a ser presos, mas estão indiciados pela PF, levou uma sapatada na testa e ficou ferido durante a reunião. Em seguida, moedas eram atiradas sobre os vereadores pelos populares que lotaram o plenário, sob gritos de protestos contra a corrupção.

Um pelotão de 50 homens da Polícia Militar precisou intervir e tirar os vereadores da reunião, que foi cancelada, com base no artigo 156 do regimento interno, que permite a paralisação dos trabalhos por falta de segurança. Na porta e nas laterais do prédio, dezenas de pessoas se espremiam querendo entrar, mas não havia mais lugar. Nesses locais, também houve tumulto controlado pela polícia e guardas particulares.




JOÃO NAVES DE OLIVEIRA - Agência Estado