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terça-feira, 25 de outubro de 2011

RESPEITO AO 190.


Você sabia? Os fatores de risco e stress ao qual o Policial Atendente do 190 é submetido são bem maiores em comparação aos demais atendentes de Call Center, uma vez que cabe a eles, o primeiro juízo sobre a veracidade do fato que lhes é anunciado, desbravando de forma surreal suas atividades. Poucas pessoas conhecem a realidade das centrais de atendimento telefônico – Emergência 190 – onde muitas vezes, apenas um policial é encarregado do atendimento de dois a três telefones que chamam, urgentemente, fazendo as vezes de mensageiro, coletor de dados e controlador de rádio. Tudo isso em 12 ou 24 horas de trabalho para uma só pessoa – eis uma batalha – que, diga-se de passagem, pouco conhecida dos ditos clientes.
Independente de qualquer dissabor, cabe ao militar responsável pelo atendimento sempre primar pela pessoa, pelo cliente, pelo solicitante com respeito e moderação; e em sendo assim, do outro lado da linha, compete ao solicitante, de igual forma o respeito, e a consideração por alguém que pleiteará junto aos demais militares para que a paz social aconteça no momento de conflito.
É certo que no domínio e conforto de nosso lar, por muito menos, desligaríamos a chamada de alguém que não nos trata com a devida cordialidade que dispensamos. O que não acontece com os atendentes da Polícia Militar, que são orientados a relevarem o desequilíbrio do solicitante que ora encontra sob forte pressão.
Ancoramos na ideia de que antes de punir, devemos orientar a população usando para isso campanhas educativas a fim de trazer conscientização a esse respeito.
Agora temos um recado aos menos desavisados: A falta de respeito para com o atendente do 190 configura crime de desacato, previsto no Artigo 331 do Código Penal que estabelece o tipo penal como desrespeito ao funcionário público no exercício da função ou em razão dela, com pena de detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa.
Condenamos essa prática nociva tanto para o atendente como para a sociedade que de forma factual paga a conta telefônica.
Polícia Militar, a gente conversa, a gente se entende! 

sábado, 15 de outubro de 2011

SOLDADO MATA COMANDANTE

Cassilândia: soldado mata comandante da Polícia Militar

João Girotto e Bruna Girotto
Divulgação
O soldado Paulão é suspeito de matar à queima roupa o tenente Eufrásio em Cassilândia

O soldado da Polícia Militar de Cassilândia (MS), Adriano Paulo da Silva, 34 anos, conhecido como Paulão é suspeito de matar à queima roupa o tenente Mário José Eufrásio da Silva, conhecido por Eufrásio, 49 anos, lotado também no batalhão da PM de Cassilândia. O crime aconteceu na madrugada de hoje (15).
O site Cassilândia News recebeu a informação preliminar de que os soldados Carapia e Bettiol e o cabo Caleghari foram acionados pelo 190 para atenderem uma ocorrência de violência doméstica. Ao chegarem ao local, notaram que tratava-se de uma briga entre o soldado Paulão e sua esposa.
Os policiais conseguiram levar a esposa de Paulão para o batalhão, com a finalidade de protegê-la, e ficaram na residência conversando e tentando acalmar o policial. O cabo Caleghari, inclusive, ficou segurando o filho do casal no colo.

O tenente Eufrásio, superior hierárquico, foi chamado pelos policiais para acalmar Paulão. Eufrásio, que estava de férias, chegou desarmado no local. 
Segundo informações recebidas pelo site Cassilândia News, após uma breve conversa dentro da casa, Paulão pegou a arma e deu um tiro em direção a Eufrásio. O tenente desviou e não foi atingido. Em seguida, Eufrásio conseguiu fugir para trás da casa. Paulão ameaçou os três policiais e disse que se reagissem ele atiraria. Após ameaçar, Paulão também foi para trás da residência, onde encontrou o tenente e deu três tiros à queima roupa: dois no abdomen e um na cabeça.
Uma das hipóteses é que o tenente tenha ido para trás da residência, para poder entrar na casa e surpreender o policial por trás e assim desarmá-lo. No total, foram deflagradas 6 cápsulas da arma de Paulão, que pertence à Polícia Militar.

Os policiais militares tentaram parar Paulão, dando dois tiros em direção à perna dele, porém nenhum o atingiu. Depois de atirar no tenente, eles conseguiram agarrar, desarmar e prender Paulão em flagrante.
Eufrásio chegou sem vida na Santa Casa. O corpo está no hospital e a Perícia Científica de Paranaíba (MS) e o médico legista Dairson de Castro estão fazendo o laudo necroscópico.
Paulão se negou a realizar o teste do bafômetro, porém, segundo policiais, ele aparentava ter ingerido bebida alcóolica.
O policial preso será encaminhado para Campo Grande (MS), onde responderará por crime perante a Justiça Militar.


Fonte: Cassilandia news

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ACS SOLICITA PRORROGAÇÃO DO ACORDO HPM

ACS solicita que Governo prorrogue prazo para PMs formalizarem acordo


A ACS (Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) protocolizou na semana passada um ofício junto ao Governo do Estado, solicitando a prorrogação do prazo para que os PMs que ainda não formalizaram o acordo da Lei 3.701 possam receber seus vencimentos de acordo com a tabela II (confira aqui).


O ofício n.º 075/2011, assinado pelo presidente da ACS, Edmar Soares, está em anexo.


Assessoria de Imprensa da ACS

Anexo
Ofício 075-2011.pdf 576.46 KB

terça-feira, 11 de outubro de 2011

LÍDER DO MOVIMENTO PEC 300 É PRESO POR LUTAR POR SALÁRIOS

OS MILITARES E A POLICIA


Mac Margolis
CORRESPONDENTE DA NEWSWEEK NO BRASIL
Polícia é polícia. Soldado é soldado. No discernir entre um e outro está o equilíbrio para garantir paz e liberdade democrática. Assim reza a cartilha do nosso tempo. Pena que o mundo conspira contra.

A violência na América Latina não é surpresa. Um estudo da ONU mostra a folha corrida da região. Para cada 100 mil cidadãos, a Venezuela amarga 49 assassinatos, a Colômbia tem 33 e o Brasil, 22. Na média latino-americana, são 16 homicídios por 100 mil habitantes, mais do que o dobro da mundial (6,9 por 100 mil). Isso sem nenhuma guerra convencional. Em apenas dois países, Honduras e Guatemala, matou-se mais no ano passado do que em todos os 27 países da União Europeia.

Agora, vem a guerra dos criminologistas. De um lado, os "minimalistas", que querem manter uma muralha entre Forças Armadas e polícia. Romper essa barreira, advertem, é um atalho para o inferno jurídico e o caos social, mazelas que a América Latina conhece bem.

Do outro lado ficam os que veem o perigo da desordem e a necessidade de tomar uma atitude antes que seja tarde. Segundo eles, quando o crime vira emergência, não há escolha: a sociedade precisa reagir com todo o arsenal que tem.

O debate se intensificou no ano passado com a invasão das favelas do Complexo do Alemão, um esforço conjunto da polícia com as Forças Armadas. O Alemão estava na fila da pacificação no Rio, um projeto a ser executado somente quando houvesse policiais treinados para uma ocupação pacífica.

A intervenção, aplaudida pela população, foi questionada por especialistas. Seria um novo pacto pela segurança ou o início do fim da ordem democrática? A resposta não é tão nítida. Ninguém quer trocar Cosme e Damião pelo Urutu. Soldados não são treinados para ser guardas. Mas o que fazer quando a polícia não dá conta?

A escalada do crime, o envolvimento de organizações transnacionais e o uso de tecnologias de ponta forçam a mão do Estado, que precisa responder antes que o caos se instale.

A fronteira entre crime comum e ameaças à estabilidade nacional está cada vez mais tênue. Embates convencionais são raros. Em seu lugar, crescem os conflitos internos, a insurgência e os combatentes sem pátria misturando-se com civis, muitas vezes com a conivência de autoridades constituídas.

A guerra do futuro envolve esses freelancers. Esses criminosos não precisam derrubar o poder constituído, apenas solapá-lo para garantir sua autoridade. A polícia, sozinha, dificilmente dá conta.

Militarizar o combate ao crime é arriscado. No México, o presidente Felipe Calderón enviou as Forças Armadas para combater o tráfico. Resultado: 40mil assassinatos desde 2006. Havia escolha? Talvez não, pois as instituições mexicanas estão ocas.

Agora, Honduras, com o pior surto de violência da região, estuda uma solução à mexicana. Se é o começo do fim da ordem democrática ou o início do ressurgimento dela é uma questão em aberto.



MS- PARABÉNS

Mato Grosso do Sul nasceu por meio de uma lei complementar, de 11 de outubro de 1977, instalada em 1° de janeiro de 1979, que desmembrou o estado do velho Mato Grosso. Surgiram assim duas novas unidades da federação, um novo Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul.

Mas a história do estado é bem antiga, e pontuada por muitas guerras. A Guerra do Paraguai - uma das mais marcantes na história do Brasil – acorreu aqui, entre outras que aconteceram durante toda a história sul-mato-grossense.

A chamada Revolução Constitucionalista de 1932 foi o marco para o estabelecimento do novo estado. O Mato Grosso era um só e as diferença entre o sul e o norte levaram a uma "guerra" interna.

Segundo consta, a parte sulista se desenvolvia muito mais rápido que a do norte. O sul contava com uma grande cultura na economia agropecuária e os atuais sul-mato-grossenses queriam essa divisão. Por esse motivo, aderiram à Revolução Constitucionalista, iniciada em São Paulo.

Em meados da Segunda Guerra Mundial, tínhamos o Brasil sob o comando de Getúlio Vargas e, por uma jogada de defesa na Guerra, Getúlio montou pólos de estratégia. Ele fez o decreto de nº 8512, que transformava o Mato Grosso do Sul em Território de Ponta-Porã, aumentando assim, o poderio militar nas fronteiras do país.

Mas foi apenas na década de 50, que o Mato Grosso se dividiu em dois estados. E oficialmente, em 1977, o presidente Ernesto Geisel sancionou a Lei Complementar nº 31, que criou a Unidade do Mato Grosso do Sul.

O professor de história da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, César Benevides, explica que essa divisão aconteceu por questões geopolíticas e não apenas geográficas. Ele aponta ainda que a geografia se redefine a todo momento, e que esse processo é natural. “Isso acontece em vários lugares à medida que o governo vai definindo novas medidas isso vai mudando. O que é muito natural. Essas divisões fazem parte do processo histórico”.

Benevides lembra que essa divisão tinha como objetivo fortalecer os dois novos estados e não aumentar rixas e divergências. “Penso que quem imaginou essa divisão o fez para fortalecer os dois estados e não incentivar briga entre os dois”.

O professor cita Ramez Tebet e diz que o político, falecido em 2006, era um dos poucos que desde o início vislumbrou tudo isso. “A separação não era para separar os mato-grossenses e sim para unir o sul ao Brasil, dizia Ramez Tebet”, conta Benevides.

“Ramez já naquela época tinha uma visão muito clara. Sem esse caráter rançoso que vemos hoje. Um regionalismo medíocre que se criou que não leva a lugar nenhum”, critica.

O lado de lá

Em um artigo disponibilizado na internet, o jornalista Onofre Ribeiro aponta que Campo Grande e Cuiabá, apesar de terem sido parte de um mesmo estado, não são exatamente cidades-irmãs.

Ele conta que em 1914, a Ferrovia Noroeste do Brasil passou pelo vilarejo de Campo Grande e chegou a Corumbá, modificando o traçado original, que era de Bauru (SP) a Cuiabá. Por questões de fronteira e pela experiência da guerra com o Paraguai, se desviou os trilhos, mas Cuiabá sentiu-se lesada e viu a vila tornar-se cidade de Campo Grande que, a partir de 1932 (época da Revolução Constitucionalista), começaria uma rivalidade histórica com Cuiabá.

Passada a divisão, a partir de 1979, os dois estados tomaram vida própria. Mato Grosso do Sul nasceu rico, bem estruturado, com ótimas vizinhanças de São Paulo, Minas e Paraná e orientado para o Sul-Sudeste do país.

Já Mato Grosso renasceu endividado com todos os compromissos do passado, com os aposentados, sem infra-estrutura de estradas e de energia e um rumo incerto. A única certeza no começo de 1979 era que um desastre econômico e político era iminente para o estado. Segundo seu texto, falava-se em quebradeira geral de uma economia que nascia para a agricultura, sem indústria, e amarrada nas ofertas de trabalho ligadas ao governo. Aconteceu o contrário.

Lá se vão exatos 34 anos da separação (1977-2011) e as mesmas questões continuam no ar.

Ao contrário de Onofre, Benevides lembra que os vizinhos ficaram com todos os arquivos históricos da época e que isso sim é riqueza. Ele aponta ainda que ao invés de ficar nessa discussão de MT e MS é preciso começar a conhecer o passado de forma mais responsável e começar a fazer discussões mais relevantes.

Fonte: midiamax

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

COMANDO GERAL AMPLIA VAGAS PARA SARGENTO

Governo do Estado e Comando-Geral ampliam vagas do CFS

Aline Morais

Campo Grande (MS) – O Comando-Geral solicitou, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública apoiou e o Governo do Estado atendeu o pedido de ampliação no número de vagas do Curso de Formação de Sargentos (CFS). Noventa cabos e soldados classificados até a posição 150 no processo seletivo por habilidade intelectual estão sendo convocados. Trinta e cinco já estão fazendo o curso sob efeito de liminar, os outros 55 serão chamados em breve para realizarem as outras fases do certame: exame de saúde e teste de aptidão física.

A Diretoria de Ensino informa que está esperando apenas a publicação no Diário Oficial do Estado para prosseguir com as demais fases do concurso. O exame de saúde deve ocorrer ainda este mês e o teste físico no início de novembro para que os candidatos possam se preparar.

A previsão é que o curso comece no dia 1° de dezembro. Com a ampliação das vagas, caso todos sejam aprovados, a PMMS terá, ainda no primeiro semestre do ano que vem mais 300 sargentos.

“Estamos cumprindo nossos compromissos de qualificar constantemente nosso efetivo e conseguir realizar as promoções, dando oportunidade para nossos cabos e soldados se tornarem sargentos. Disse que lutaria por eles. Assumi esse compromisso e com apoio do secretário Wantuir Jacini foi conseguida a ampliação das vagas junto ao governador. Essa conquista trará reflexos diretos para a comunidade sul-mato-grossense que a cada dia tem homens e mulheres mais preparados no trabalho da segurança pública”, avaliou o comandante-geral da PMMS, coronel Carlos Alberto David dos Santos.



Fonte: pmms








quarta-feira, 28 de setembro de 2011

SHOW DE PREMIOS


Associação de Cabos e Soldados fará show de prêmios no Douradão

Escrito por  Redação Douranews, com Assessoria
Antonio Coca conversa com o diretor regional da ACS, Aparecido Lima
                                                 Antonio Coca conversa com o diretor regional da ACS, Aparecido LimaAssessoria
A ACSPM/BM (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar) de Mato Grosso do Sul transferiu o show de prêmios marcado para acontecer a partir das 13 horas do dia 4 de dezembro do Parque de Exposições João Humberto de Carvalho para o estádio Frédis Saldivar, o “Douradão”.
A transferência do evento, que seria organizado pela Regional de Dourados, foi oficializada na tarde de hoje (28) após uma reunião entre o presidente da entidade, cabo/PM Aparecido Lima da Rocha e o presidente da Funced (Fundação Cultural e de Esportes de Dourados), Antonio Coca. “Fomos procurados pelo Aparecido Lima e o atendemos prontamente porque este evento está dentro de nossa proposta que é transformar o estádio Douradão em uma arena de multiuso”, disse Antonio Coca acrescentando que a associação vai também explorar os serviços de bar na data do show.
Aparecido Lima conta que no show de prêmios da Associação vão ser sorteados 11 ciclomotores, um refrigerador, uma geladeira e dois televisores de 32 polegadas e um computador. O sorteio será acompanhado e controlado pelo computador, de tal forma que todas as cartelas vendidas concorrerão mesmo que os compradores estejam ausentes.
As cartelas já estão sendo vendidas a 30 reais a unidade, e todo o dinheiro liquido arrecadado será para a construção de uma piscina adulta e uma de criança nas dependências do clube que é mantido pela Associação, localizado à rua Antonio Luiz Marra, 2.375, no Izidro Pedroso. Maiores informações podem ser obtidas através dos telefones 67 3021-2066 ou 3425-8227.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

DELEGACIA CIVIL TEM NOVO COMANDANTE


Foto:Divulgação
O delegado Antônio Carlos Videira estava na Defron
Videira assume a Delegacia Regional de Polícia de Dourados 

A Delegacia Regional de Polícia de Dourados tem um novo comandante; o delegado Antônio Carlos Videira assume o posto que era ocupado até então por Sebastião Nunes dos Santos, que vai comandar a Delegacia Regional de Polícia de Fátima do Sul.

A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira (25). A cerimônia não tem data definida, mas deve acontecer já na semana que vem.

Videira começou a atuar na área como escrivão do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) no final dos anos 90. No início da década de 2000 foi aprovado em concurso e atuou como delegado em Jateí.

Recentemente ele estava à frente da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados.

Fonte: douradosinforma




PM e SIGCOE CUMPREM A REINTEGRAÇÃO DE POSSE EM NAVIRAI




Está sendo cumprido o mandado judicial de reintregração de posse das 39 casas inacabadas da conjunto habitacional Vila Alta, através do mandado judicial ex-pedido pelo juiz Eduardo Magrinelli Júnor, atendendo a ação de reintegração de posse pedida no Fórum da Comarca de Naviraí, pelo prefeito Zelmo de Brida (PMDB) 
A determinação judicial feita através de mandado de segurança expedido pelo juiz Eduardo Magrinelli Júnior valia também para os 128 barracos feitos pelos sem-teto. Os pertences das famílias foram retiradas, junto com lonas e telhas colocadas pelas famílias. 
As famílias de sem-terto não ofereceram resistência. Apenas nas casas havia famílias com seus pertences. Os barracos estavam todos vazios..  
Os objetos retirados das casas e barracos devem ser levados pelos caminhões da Prefeitura até o Parque de Exposições. 
Os três oficiais e justiça chegaram na Vila Alta, às 7h10 acompanhados de um comboio de caminhões da Prefeitura, máquinas para destruir os barracos, dois ônibus, um micro-ônibus e cerca de 100 homens da Pol ícia Militar e do Sigcoe. Antes das 8h, os objetos já estavam fora das casas, para serem recolhidos. Agora está havendo a operação de destruição dos barracos, com retiradas de lonas e madeiras velhas das estruturas deles. 

 DUAS DETENÇÕES
Surge a informação ainda não confirmada de que uma senhora teria sido detida, após a desocupação, devido a um incidente sobre posse de imóvel, em uma briga com um homem. Os nomes e os detalhes do caso ainda ão foram divulgados pela Policia Militar e pela Polícia Civil. 
Os sem-teto tinham decidio pela não resistência.
Um homem foi levado da praça Euclides Fabris, com a cabeça sangrando, para a Santa Casa de Naviraí. Ainda não está confirmado se é ou não devido ao excesso de força policial  
Por desacatado, na praça Euclides Fabis, um homem sem-teto foi detido e algemado. Ele foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Naviraí.



Fonte: Edilson Oliveira