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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

11-11-11 - E SEUS MISTÉRIOS




11/11/11 e os mistérios do número 11                                                           filme 11.11.11 que estreia em? Óbvio! (Foto Divulgação)
Há muito tempo o 11 passou a ser um número místico. Muitos podem pensar que é uma casualidade forçada ou simplesmente crendice, mas o que está claro é que há coisas interessantes que merecem uma passada de olhos.
1) New York City tem 11 letras.
2) Afeganistão tem 11 letras.
3) “The Pentagon” tem 11 letras.
4) George W. Bush tem 11 letras.
Até aqui, meras coincidências ou casualidades forçadas. Agora começa o interessante:
1) Nova Iorque é o estado nº 11 dos Estados Unidos da América;
2) O primeiro dos vôos que bateu contra as Torres Gêmeas tinha o nº 11;
3) O vôo nº 11 levava a bordo 92 passageiros; somando-se os numerais conseguiremos: 9+2=11.
4) O segundo avião que bateu contra as Torres, levava a bordo 65 passageiros, que somando-se os numerais dá: 6+5=11.
5) A tragédia aconteceu em 11 de Setembro, ou seja, 11 do 9, que somando-se dá: 1+1+9=11.
Isso também é inquietante:
1) As vítimas totais que faleceram nos aviões foram 254: 2+5+4=11.
2) O dia 11 de Setembro, é o 254º dia do ano: 2+5+4=11.
3) A partir do 11 de setembro sobram 111 dias para completar um ano.
4) Nostradamus (11 letras) profetiza a destruição de Nova Iorque na Centúria número 11 dos seus versos.
O mais chocante de tudo é que, se pensarmos nas Torres Gêmeas, damo-nos conta que tinham a forma de um gigantesco número 11. E, como se não bastasse, o atentado de Madrid aconteceu no dia 11.03.2004. Somando os numerais dá: 1+1+0+3+2+0+0+4=11.
Lembremos também que o atentado de Madrid aconteceu 911 dias depois do de Nova Iorque, que se somarmos os numerais teremos: 9+1+1=11
Apenas coincidência?

Visão da Numerologia
Para a maioria é apenas uma coincidência do calendário que acontece uma vez a cada 100 anos. Mas há também quem acredite em ‘sinais evidentes’ da força atribuída à combinação de números registrados no dia de amanhã: 11 de novembro (11º mês) de 2011.
Enquanto centenas de comentários recheiam as redes sociais e milhares de e-mails sobre o tema são disparados às vésperas do dia em questão, numerólogos e esotéricos procuram sinais para confirmar suas teorias.
Alguns atribuem ao número 11 poderes paranormais que criarão um canal de comunicação com o subconsciente, enquanto outros sustentam que o número representa a dualidade do bem e do mal na humanidade.
Mayara Campos, astróloga e numeróloga bauruense, lembra do início da Era de Aquário para reforçar a tese do começo de um ‘humanismo renovado’ e de uma nova harmonia no mundo. “Essa data pode ser considerada um marco na História, uma vez que passaremos da Era de Peixes para a Era de Aquário. Antes tínhamos uma consciência individual e, a partir dessa entrada, teremos uma consciência geral, mais coletiva”.
Ela explica ainda que na numerologia, além da dimensão que vai do 1 ao 10, existem três números chamados Mestres: 11, 22 e 33. “Estes números são chamados Mestres por terem muita força. Quando falo em força quero dizer que podem pender tanto para o lado bom quanto para o ruim. No caso da data em questão (11/11/11), existe ainda o fato de que a soma desses três números resulta em 33, ou seja, além dos três onzes, temos ainda uma soma 33”, diz.
“Você estar no dia 11, do mês 11 e ano de 2011 é uma coisa que não acontece sempre. Isso só vai acontecer no ano que vem, 12/12/2012, e depois não vai acontecer mais. Acho interessante, espero que esse dia me traga alguma coisa boa”, diz Thays Kristiny da Silva Soares, 23 anos, assistente judiciária.
Prepare sua câmera para retratar o dia 11/11/11
O Global Voices Online tem uma parceria com o 11Eleven Project para ajudar a fazer esse retrato da experiência humana na data. O quão diferentes ou similares serão as narrativas? Em todo o mundo, e em diferentes idiomas, as filmagens feitas durante o período de 24 horas do dia 11 de novembro de 2011 ajudarão a responder essa pergunta.
O projeto 11Eleven definiu 11 tópicos diferentes a serem focados: inícios, coração partido, faça um pedido, fé, rotina, água, coragem, brincadeira, escuro, beleza e amor, e com esses pontos de partida, o projeto aceitará fotos, canções, vídeos e conteúdos online produzidos no decorrer do dia 11 de novembro de 2011, que serão depois transformados em uma coleção internacional de música, um documentário de duas horas e um livro de fotografia a serem produzidos e distribuídos em todo o mundo.


Fonte: Blog do Chris

CABO E 3º SGT PM- CLASSIFICAÇÃO DE MS


Diretoria de Pessoal divulga almanaques de 3º sargento e cabo

novembro 10, 2011 escrito por Webmaster









Após dois ofícios encaminhados pela ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) ao Comando Geral, a Diretoria de Pessoal da Polícia Militar encaminhou os almanaques de 3º sargento QPPM e cabo QPPM.
“A ACS solicitava desde julho a classificação dos praças, já que é grande a procura por informações nesse sentido por parte de nossos associados”, comenta Edmar Soares, presidente da ACS.
A DP informou, porém, que a antiguidade de soldado não está concluída, e tão logo isso ocorra, a diretoria encaminhará novo ofício à ACS.
Confira os almanaques em anexo.
Jeozadaque Garcia
Assessoria de Imprensa da ACS

AnexoTamanho
CB E 3° SGT.xls225.5 KB

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CEL DAVI É A FAVOR DA PEC .


A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 102, que trata da unificação das polícias civil e militar, começa a ganhar força nas discussões no Congresso Nacional. Nesta quarta-feira, o comandante da Polícia Militar em Mato Grosso do Sul, coronel Carlos Alberto Davi dos Santos, participa de reunião com o senador Blairo Maggi (PR/MT) para tratar do assunto.
Vice-presidente do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais de Polícia Militar, Davi afirma que é a favor da PEC, desde que seja para unificar o trabalho das polícias e acabar com “rixas” entre as corporações em todo País.
“Vamos conhecer melhor a proposta. Para os profissionais de segurança e, sobretudo, para os cidadãos, o modelo atual de Polícia já não está atendendo as expectativas”, opina Davi.
“Existem divergências entre Polícia Militar e Polícia Civil, que acabam prejudicando a população”, complementou.
O comandante da PM/MS relata que o senador mato-grossense já ouviu representante nacional da Polícia Civil. Agora, no dia 17 próximo, Davi se reúne com comandantes-gerais da PM em Porto Alegre (RS), onde repassará as deliberações da reunião de hoje.
Ele ainda destaca que qualquer iniciativa para se chegar a um “modelo eficiente” de Segurança Pública é válida. “É preciso sempre buscar melhores condições de trabalho para os integrantes das polícias”, pontuou.
Em fevereiro, durante agenda em Campo Grande, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, admitiu que “rixas” entre policiais militares e civis são comuns em todo País.
O ministro já admitia que apoiava o desenvolvimento de trabalhos criação de escritórios unificados entre as policias Militar, Civil, Federal e com participação de integrantes do Ministério Público e da Justiça em todo País.
A declaração de Cardozo ocorria em meio a uma polêmica resolução, no início do ano, em Mato Grosso do Sul, que modificava ações padrão entre as polícias. Na prática, a PM reclamou que as determinações limitavam a atuação da corporação. Após as queixas, as mudanças acabaram não entrando em prática.
CAMPOGRANDENEWS

LAURO DAVI COBRA INVESTIGAÇÕES SOBRE DESVIOS NO LEGISLATIVOS


MS: deputados querem investigações sobre desvios em licitações




ÍTALO MILHOMEM
Direto de Campo Grande


Após denúncias de que licitações da Assembleia Legislativa eram direcionadas para que empresas pagassem propinas a deputados, os parlamentares estaduais esperam que órgãos de investigação como Ministério Público e Polícia federal atuem no caso.
"Tenho certeza e convicção que existe uma instituição que fiscaliza a lei e essa instituição, até que se prove o contrário, é ética, moral e digna. Ela, recebendo um fato amplamente divulgado como esse, ela já tem o direito de agir. Então cabe ao Ministério Público Federal e Estadual e até a Polícia Federal esclarecer esses fatos", comentou o parlamentar da base governista, Marquinhos Trad (PMDB).
A opinião de Trad é compartilhada pelo deputado Lauro Davi (PSB). "Essas denúncias têm que ser investigadas. Entendo que elas não podem se perder no ar. Tem que ser apurado isso. Não estava na legislatura passada, mas nós acompanhamos o caso de Dourados pela imprensa. Isso foi pro Judiciário, até acredito que é a esfera competente, acredito que essas denuncias têm que ter um fim. Não podemos ficar presos a uma sombra, atitudes do passado que ocorreram e afetam o conjunto do Legislativo", pontuou Davi.
Outro deputado novato que pede transparência na apuração das denúncias foi Felipe Orro (PDT). "Acho que tudo isso deve ser averiguado, esclarecido para dar transparência a todas essas denúncias, a sociedade espera explicação", afirmou.
O presidente da OAB-MS, Leonardo Duarte, disse que a Assembleia deve investigar suas licitações. "A Assembleia tem por obrigação de apurar a denúncia, que se confirmada deve ser corrigida e explicada à população. O Fórum contra a Corrupção já tinha essa informação, mas só agora ela veio a público", explicou Duarte.
Deputados descartam CPI
Mesmo com os pedidos de investigação das novas denúncias, os deputados descartam a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). "Uma instituição investigando a própria instituição, por mais boa vontade que seus membros tenham, a conclusão iria chegar viciada de parcialidade", acredita Marquinhos Trad.

"A CPI se torna inócua porque a própria Assembleia irá investigar ela própria. Ficaria suspeito. Cabe a outros Poderes, Judiciário, Ministério Público investigar se existiu ou não e tocar o processo em diante" pontuou Davi.
O líder do governo na Assembleia, deputado Junior Mochi (PMDB), afirmou desconhecer as informações e por não ser da mesa diretora da Casa Legislativa não iria se pronunciar.
"Cabe a mesa diretora a condução administrativa relacionada à Casa e aos órgãos de investigação fazer as apurações devidas. Não é submetida a nós deputados essa discussão, existe apenas um fato falado pelo Rigo que precisa ser comprovado", afirmou Mochi.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jerson Domingos (PMDB), informou por meio de sua assessoria que não iria se pronunciar sobre o caso.
Entenda o caso
O jornal O Estado de Mato Grosso do Sul trouxe na sua edição de segunda-feira novas gravações da Polícia Federal realizada durante as investigações da operação Uragano, que mostra novos indícios de corrupção dentro do poder Legislativo de Mato Grosso do Sul.

O áudio foi gravado no dia 12 de junho de 2010, mesma data em que o vídeo divulgado na internet em que Rigo comenta que com recursos desviados da Assembleia eram pagos R$ 2 milhões em dinheiro para o governador André Puccinelli (PMDB), R$ 900 mil para desembargadores do Tribunal de Justiça e mais R$ 200 mil para membros do Ministério Público Estadual (MPE).
No áudio, o ex-deputado Ary Rigo (PSDB) indica ao o ex-secretário de governo de Dourados, Eleandro Passaia uma empresa que teria fraudado todas as licitações da Assembléia e poderia prestar os mesmos serviços ao município de Dourados.
A empresa indicada foi a Romero e de Paula M.E, de propriedade de Guaraci Luiz Fontana. A empresa, porém, está no nome de sua esposa Enedir Romero Fontana e do seu advogado, Rapahel Suzini de Paula, porque ele é agente tributário estadual e cedido para Assembleia, e não poderia prestar consultorias particulares. Guaraci é apresentado à Passaia, que marca uma nova reunião dois dias depois.
"Eu estou ligando para o Guaraci, mas ele não está. Esse Guaraci é sensacional, você vê a Midiamax bate em nós todo dia, mas pergunta se ela diz:'o pregão foi mal feito, não sei o que, nada disso. E está ganhando quem nós queremos'. Só não ganhou até hoje a firma de limpeza do Zé Teixeira (deputado)", comenta Rigo na gravação.
Em outro áudio entre Passaia e Guaraci, este afirma que direcionou as licitações de jardinagem, limpeza, telefonia, assessoria jurídica da Assembléia e cobrou R$ 30 mil por mês pelo serviço.
Cartas-convite
De acordo com o Diário Oficial do Estado, a Romero e De Paula arrecadou com Assembleia cerca de R$ 195 mil por meio de três cartas-convite e uma dispensa de licitação em 2010.

Em depoimento à Polícia Federal, Fontana negou o direcionamento nas licitações e disse que a empresa de consultoria não está em seu nome, pois é funcionário público.
O ex-secretário de governo de Dourados Eleandro Passaia, que agiu como agente da PF infiltrado, confirmou aoTerra as informações contidas no áudio com Guaraci Fontana. "Rigo me disse que Guaraci seria uma ótima alternativa para prefeitura de Dourados tornar os processos licitatórios mais rápidos e seguros. Neste caso, seguro significava a garantia de que os editais seriam direcionados", afirmou Passaia.

GOVERNO AMEAÇA POLICIAIS CASO CONTINUE COM PARALISAÇÃO


Policiais civis decidem paralisar atividades na Cepol por 24 horas a partir de hoje


Evelin Araujo e Diego Alves




Policiais civis de Campo Grande se reuniram em frente à Cepol (Centro de Polícia Especializada da Capital) e decidiram paralisar as atividades por 24 horas nesta quarta-feira (09). Os cerca de 60 membros do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul) que estavam no local querem que o governador André Puccinelli os receba o mais cedo possível para uma renegociação salarial.
O aviso de greve foi enviado à Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado) e, como resposta, o governador André Puccinelli escreveu, a punho, em cima do comunicado, dizendo que se os policiais paralisassem ele cancelaria a assembleia marcada para o dia 29 deste mês.
Os policiais reclamam das condições de trabalho, salário, quantidade de funcionários e concurso público. Eles querem um aumento igual ao de Mato Grosso, onde investigadores recebem R$ 3.900,00, contra os R$ 2.100,00 dos de Mato Grosso do Sul. O salário é o menor do Centro Oeste e o 18° mais baixo do País.
Para o presidente do Sinpol/MS Alexandre Barbosa da Silva, as condições das instalações do Cepol também impedem o desenvolvimento do trabalho. "Há banheiros quebrados, falta de água". A vigilância sanitária emitiu um laudo descrevendo a precariedade das instalações do prédio, onde funcionam a Deaij, Dedfaz, DEH, Deops e Polinter.
"Atualmente, o Estado possui 340 escrivães, mas o ideal seriam 600 policiais atuando e 1.800 investigadores, contra os atuais 1.100", explica Alexandre.
Eles propõe a mudança do prédio para o antigo Fórum da Avenida Fernando Correa da Costa. "O Estado teria uma economia de R$ 100 mil mensais com isso", diz o presidente.
Um policial civil, que não quis se identificar, disse que eles precisam atuar também como carcerários. "Quem perde é a população, pois a gente poderia investigar neste tempo, ao invés de trabalhar como agente carcerário", reclama.



Fonte: midiamax

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CONTRABANDO


Como funcionava o esquema de contrabando envolvendo policiais

REGIÃO NEWS 
foto
Operação do Gaeco foi realizada no dia 24 de outubro e policiais recolheram documentos











Pelo menos 6 policiais do 2º Pelotão da Polícia Militar sediado em Sidrolândia e três da base operacional da Polícia Rodoviária Estadual na MS-060, saída para Campo Grande, operavam o esquema que garantia a passagem de produtos contrabandeados do Paraguai em troca do recebimento de propina. O propinoduto do contrabando estaria em funcionamento há oito anos.
Em média os contrabandistas pagavam R$ 500,00 de “pedágio” para não ter problemas com as barreiras policiais. A punição para quem se recusava a cooperar com a "caixinha" era a apreensão do que havia comprado em Pedro Juan Caballero. Naturalmente, o trânsito livre só era garantido nos dias em que policiais do grupo estavam de plantão.
Quem se encarregava de negociar e receber as propinas, passar informações aos contrabandistas era Reginaldo de Oliveira Antunes, o Bugão, que por quatro anos trabalhou como vigia do Ciretran, que fica praticamente em frente do quartel da PM. Reginaldo obtinha informações privilegiadas sobre barreiras e escalas de serviço porque bastava atravessar a rua para manter contato com seus amigos e parceiros do Pelotão da Polícia Militar, incluindo o subcomandante Laudelino Gonçalves, além de policiais como os cabos Valdir Ferreira, Vanilson Nogueira, o soldado José Rebelo Neto.  
Só agora, duas semanas depois da realização da Operação Holambra, dados das investigações são tornados públicos, a partir da leitura dos depoimentos dos presos e das informações levadas durante as investigações conduzidas pelos promotores do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).
As investigações mostraram o envolvimento e levaram a prisão de uma lista de policiais que inclui ainda os PMs Jorge Carvalho Vicente; Antônio Carlos da Silva Fontoura , além dos policiais rodoviários estaduais,  Ernandes Alves Sales; Luciano Gomes e Fábio Wollameister.
A maioria dos 21 presos pela operação, entre eles os nove policiais, prestou depoimento e agora aguarda em liberdade o andamento dos processos. Os policias foram colocados à disposição do Comando da Polícia Militar em Campo Grande, enquanto não é concluído o inquérito policial-militar que pode recomendar a exclusão de todos eles da corporação.
Além dos policiais militares, a Operação Holambra revelou a participação de um ex-policial, Cleber Queiroz; do diretor do site sidrolândia News e motorista da ambulância, Diovane dos Santos (preso em flagrante por porte ilegal de munição ponto 50, 762, ponto 44 e calibre 22). Queiroz foi expulso em 2010 pelo comandante da PM após sindicância instalada em Sidrolândia.
Cleber recorreu, mas em março de 2011 a Justiça Militar negou a volta dele aos quadros da Polícia Militar. Também há indícios de participação do moto-taxista Ulisses Leandro da Silva Brandão e do comerciante José Ademir Gabardo. Ele é dono de uma loja de R$ 1,99 que teve parte do estoque apreendido pela Receita Federal.
Outro preso pela operação foi Rinaldo Fernandes Pinheiros, o Zinaldo, dono de uma borracharia
Fonte: correio do estado