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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PEC 024


“A ideia é criar um fundo capaz de prover de recursos as instituições de segurança pública dos estados, que lidam diretamente com esse problema”


A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul esta neste momento recebendo o senador João Capiberibe (PSB/AP), autor da PEC 024 (Proposta de Emenda Constitucional), que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Segurança Pública, cujo objetivo é melhorar as condições de atuação das forças policiais estaduais. em alguns minutos o  senador vai discutir a PEC em audiência pública .

Pela proposta, que já tramita, nas comissões do Senado, o Fundo terá um Conselho Consultivo e de Acompanhamento, a participação de representantes da sociedade civil. A execução financeira dos recursos deverá ser realizada através de transferência aos Estados e ao Distrito Federal e sua fiscalização caberá ao TCU (Tribunal de Contas da União) e aos órgãos de controle interno do Poder Executivo Federal.

Uma vez aprovada, determina que os recursos do Fundo sejam efetivamente vinculados no ano seguinte ao da aprovação da referida Lei Complementar e altera o inciso IV do artigo 167 da Constituição Federal para excluir o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Segurança Pública da proibição de que receitas de impostos sejam a ele vinculados.

Entre as propostas de destinação dos recursos do Fundo, estão a aquisição de fardamentos, armamentos, munições, veículos e equipamentos de comunicação, que visem o reforço da estrutura base, contemplando os estados que mais investirem em melhorias salariais para os trabalhadores da segurança pública.

A audiência pública na Assembleia Legislativa mobilizará parlamentares membros da Comissão de Segurança Pública e Defesa Social, representantes das polícias militar e civil, além de representantes de instituições da sociedade que atuam na área de segurança pública.

Fonte: MS Noticias/acsdourados

sábado, 11 de agosto de 2012

MULHER É PRESA COM BASTÃO NA VAGINA


PM prende mulheres que levariam droga na vagina para Campo Grande 

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FONTE : DOURADOANEWS-Eduarda Rosa e Osvaldo Duarte
Uma equipe do Serviço Reservado P2 com apoio da Rádio Patrulha efetuaram a apreensão de duasmulheres por tráfico de drogas, cada uma estava com um bastão introduzido na vagina, com 170 gramas de cocaína, totalizando 340g.
A Polícia Militar recebeu a denúncia de que duas mulheres teriam embarcado em um ônibus que fazia linha Ponta Porã a Dourados e estas estariam com drogas.
O ônibus foi abordado na Rodoviária de Dourados e com as características das mulheres conseguiram prendê-las. Josimeire Martins da Silva, 25 anos, e Geni Aparecida de Oliveira, 42 anos, ambasmoradoras no bairro Los Angeles, em Campo Grande, foram encaminhadas para o 1º Distrito Policial e autuadas em flagrante por tráfico de drogas.
Elas disseram que pegaram a droga em Ponta Porã e levariam até Campo Grande.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

PEC 24

Representantes de oito federações já confirmaram presença no 1º Fórum Nacional

Representantes de pelo menos oito estados brasileiros já confirmaram presença no 1º Fórum Nacional das Entidades Representativas dos Servidores Militares Estaduais, que acontece no dia 13 de agosto, às 8h, na sede da ABSS (Associação Beneficente dos Subtenentes e Sargentos), em Campo Grande.
Assessoria de Imprensa


Os últimos a confirmarem participação foram Bahia e Rio de Janeiro. Os estados ganharam destaque na mídia nacional neste ano após as manifestações feitas pelos policiais em busca de melhores salários e condições de trabalho.
Além deles, comparecerão militares do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Paraíba. Amazonas, Ceará, Maranhão, Rondônia, Alagoas e Espírito Santo devem confirmar presença na próxima semana.
De acordo com Edmar Soares, presidente da ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul), o objetivo do fórum é integrar as entidades estaduais, trocando experiências e estudando estratégias para o fortalecimento da classe em todo o Brasil.
O encontro será lançado oficialmente durante a Audiência Pública marcada para o dia anterior, a ser realizada na Assembleia Legislativa, que discutirá a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 24, de autoria do senador João Capiberibe (PSB-AP), que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Segurança Pública.
Jeozadaque Garcia

terça-feira, 7 de agosto de 2012

GM -TRAFICANTE TENTA ENGANAR A POLICIA E FOI ENGANADO




Jovem de 21 anos, morador no Jardim Panorama (Amambai), foi preso em Dourados depois de se passar por vítima e, ainda, pedir carona para chegar em hotel. O flagrante aconteceu por volta das 21h40 de ontem depois que a Guarda Municipal foi acionada para atender a uma ocorrência de briga no Vila Cachoeirinha.
No local, a GM se deparou com Everson de Lima Machado, que supostamente seria vítima de um grupo que o teria agredido e danificado sua motocicleta, uma Yamaha de cor azul com placa de Amambai. Ele foi conduzido à delegacia, registrou queixa e pediu carona à GM para chegar ao hotel onde estava hospedado.
A confiança na suposta vítima acabou quando os guardas notaram que o rapaz não entrou no hotel. Os GMs deram a volta e retornaram. No hotel, nada do hóspede de Amambai, que na verdade estava hospedado em outro estabelecimento.
Lá, a GM apreendeu 109 porções de pasta base de cocaína. O rapaz, ainda levou a GM para um ponto na Vila Cachoeirinha onde havia escondido droga numa árvore, cerca de 15 porções de pasta base da droga.
Everson foi autuado em flagrante acusado de tráfico e está preso. A polícia descobriu que, na verdade, o rapaz estava vendendo droga na Vila Cachoeirinha, onde supostamente teria sido vítima de uma gangue.

DENÚNCIAS

Qualquer informação que possa ajudar a polícia, pode ser repassada pelo telefone 190 (Polícia Militar), 199 (Guarda Municipal), 3424.6911 e 3424.5842 (2º Distrito Policial) e 3411.8080 (Serviço de Investigação Geral/1º Distrito Policial). As ligações aos telefones 190 e 199 são gratuitas e podem ser anônimas.
DOURADOSAGORA(BRONKA)

PRESIDENTE DA ACS BUSCA RESPOSTA SOBRE A PEC 300


O presidente da ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul), Edmar Soares da Silva, participa na próxima quinta-feira (9) de um café da manhã com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), e com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em Brasília (DF).
Assessoria de Imprensa


Edmar e outros quatro representantes de entidades dos servidores militares estaduais vão discutir a instituição de um código de ética nacional para a classe, além de aplicação de benefícios, como carga-horária semanal de 40 horas, adicional noturno e projetos habitacionais.
Assuntos polêmicos que tramitam no Congresso Nacional, como as PECs 300, 024 e 102 também estarão em pauta. O presidente da ACS retorna a Campo Grande até sexta-feira, quando inicia os preparativos para o 1º Fórum Nacional das Entidades Representativas dos Servidores Militares Estaduais, que acontece na próxima semana.
Jeozadaque Garcia

CHORÃO DO CAMBURÃO

7 de agosto de 2012- Dois homens foram detidos ao descer de um ônibus armados. A polícia chegou até eles por meio de denúncia anônima. Um deles era adolescente, e, abusado, disse que estaria livre no dia seguinte.

O outro, chorou dizendo que não sabia que o companheiro estava armado e que queria apenas comprar um baseado.

Confira a cena:

sábado, 4 de agosto de 2012

POLICIA MILITAR DE CAARAPO APREENDE MENOR USANDO DROGA



CaarapoNews

Imagens: João Paulo

Menores presos pela PM, o mais velho tem 16 anos
Dois adolescentes, um de 13 anos M.V.G e  outro de 14 anos J.B.S, foram presos na tarde de hoje (4), pela Polícia Militar, após estarem usando drogas.

A Polícia Militar recebeu uma denuncia de que três adolescentes estariam no cemitério São João Batista com atividades suspeitas. A PM se deslocou para o  local e percebeu que havia ali três jovens que ao avistarem a guarnição tentaram fugir. Dois foram presos na Rua da Saudade e um terceiro conseguiu entrar no matagal não sendo possível a localização.

No local a PM encontrou um tablete em uma sacola plástica junto com sete mucas, conhecida como paradinha de uma substância esverdeada aparentando ser maconha. Ao ser indagado J.B.S afirmou ser o dono da droga e que M.V.G estaria lhe ajudando a preparar as paradinhas para serem comercializadas. O menor disse ainda que a substância foi adquirida de P.V.R morador na Rua Minas Gerais, através da troca de um aparelho celular da marca LG.

A guarnição se deslocou até a casa de P.V.R que ao avistar os policiais tentou fugir, mas veio a cair, e ao ser indagado mostrou um pacote embaixo de alguns tijolos enterrado no chão que nada mais era do que  um tablete da mesma substância pesando 2 kilogramas e o referido aparelho celular.

Após o reconhecimento dos fatos todos os envolvidos foram encaminhados a Polícia Civil em companhia de dois conselheiros tutelares para as devidas providências.


terça-feira, 31 de julho de 2012

CORONEL DAVI GARANTE PROMOÇÃO À SARGENTO


Em reunião, comandante garante realização do CFS até o fim do ano



O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto David dos Santos, garantiu que um novo CFS (Curso de Formação de Sargentos) será realizado até o final deste ano. O curso foi um compromisso firmado durante a última negociação salarial e o número de vagas ainda não foi definido.
David se reuniu com os diretores das regionais da ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) na última sexta-feira, na sede da entidade. Ele garantiu que todos os compromissos firmados durante a negociação serão cumpridos e, ainda, espera que até o final do semestre o processo licitatório para aquisição de fardamentos esteja concluído.
Em relação a Lei dos 26 anos, o comandante disse que encaminhou algumas alterações para a Governadoria e Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) para diferenciar o curso de formação da modalidade tempo de serviço das modalidades antiguidade e mérito intelectual. No tempo de serviço, o curso poderá ocorrer em qualquer época e terá duração de 45 dias.
Jeozadaque Garcia
Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 30 de julho de 2012

POLICIA MILITAR QUER POLITICA SALARIAL


PMs querem política salarial para três anos

A partir de agosto deste ano, a ACS-PMBM-MS (Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) inicia uma nova forma de negociação acerca da política salarial da categoria. Ao contrário dos acordos firmados até maio deste ano, o objetivo da entidade é estabelecer diretrizes para o triênio 2013-2015 e evitar o desgaste resultante de campanhas anuais. Em entrevista a O Estado, o presidente da associação, Edmar Soares da Silva, aponta que, além de melhor remuneração, a entidade quer garantir a valorização profissional dos policiais por meio do estabelecimento de promoções e cursos para ascensão de carreira.

Outro ponto destacado por Soares para contribuir com o serviço dos PMs em Mato Grosso do Sul está no aumento do efetivo. Na avaliação dele, a desagregação de policiais que hoje estão cedidos para os mais diversos órgãos públicos e redução dos colocados à disposição de serviços administrativos já contribuiria para elevar a quantidade de homens na atividade fim, que é a segurança pública.
Não são poucos, enfatiza, os policiais que estão em sobrecarga de trabalho diante do evidente crescimento da população no Estado. Entre os casos está Três Lagoas –334 km a leste de Campo Grande – cujo número de habitantes foi amplamente elevado em consequência da migração de multinacionais para o pólo industrial.
O Estado – Por que será feita uma nova negociação salarial em agosto, se já houve uma em janeiro?
Edmar Soares da Silva – Queremos estabelecer uma política salarial que contemple 2013, 2014 e 2015. O que pretendemos é a questão da verticalização: vincular o menor ao maior salário. É uma forma de melhorar o salário do praça, principalmente o do soldado, cabo e o terceiro-sargento, que está muito defasado. O objetivo dessa política é corrigir esses salários e mantê-los vinculados ao do coronel, de forma que não tenhamos tantas perdas como tivemos nos últimos anos. Essas perdas ocorrem desde 1990, quando havia essa vinculação. De lá pra cá, os oficiais, principalmente de patentes maiores, passaram a ser mais valorizados. Hoje, um reajuste linear de 10%, com a lei dos subsídios, corresponde para um coronel quase o salário de um soldado em início de carreira. Queremos buscar um mecanismo de segurar esse distanciamento. Essa é a política salarial que vamos continuar defendendo agora em agosto, de forma que, em 2015, tenhamos um salário satisfatório principalmente para a base da Polícia Militar.

O Estado – Qual é a expectativa para que o governo aceite essa proposta?
Edmar – A minha expectativa é a melhor possível, mas temos de trabalhar com números. Acreditamos conseguir avançar nisso, e muito. A partir do momento em que passamos a defender essa verticalização aqui em Mato Grosso do Sul, outros Estados conseguiram emplacar, como o Rio Grande do Sul. Estamos trabalhando para conseguir sim, com apoio inclusive da sociedade civil organizada, que se colocou à nossa disposição durante a negociação salarial deste ano. Espero que o governo nos receba e atenda nossa expectativa, pois não podemos ficar entre os piores salários do Brasil.

O Estado – Como a categoria pretende negociar promoções e cursos de formação?
Edmar – O comandante-geral da Polícia Militar (coronel Carlos Alberto David dos Santos) esteve conosco, reunido com as 12 regionais da associação, e garantiu que, até o final deste semestre, o CFS (Curso de Formação de Sargento) será realizado. Ele nos deu a certeza que esse compromisso firmado na negociação salarial seria efetivamente cumprido entre 2012, 2013 e 2014. O governador (André Puccinelli) já concordou em realizar.

O Estado – Qual o efetivo e qual a defasagem da Polícia Militar hoje?
Edmar – O efetivo hoje está em torno de sete mil homens. Para melhorar o sistema, o ideal seria mais uns três mil policiais no Estado. Hoje há problemas com efetivo em Paranaíba, Três Lagoas, Corumbá, Coxim. Houve um aumento da população em um período muito curto. Talvez o Estado não estivesse preparado para receber tudo isso.

O Estado – Qual a relação com a sobrecarga de trabalho aos policiais?
Edmar – Não há dúvida de que essa sobrecarga ocorre há muito tempo. A sociedade aumenta, evolui. Nos últimos anos, por exemplo, houve em Três Lagoas um aumento muito grande da população. Essa falta de efetivo tem de ser suprida, já que ela recai sobre o policial durante o trabalho. Esse ano não deverá ter nenhum curso de formação e, na minha opinião, temos outros mecanismos para suprir esse efetivo. Hoje, a administração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros é composta por militares. Vou sugerir ao governador que, caso não haja mesmo a possibilidade de cursos de formação, que se faça um levantamento na administração e tire o maior número possível de policiais dali. Hoje, muitos policiais estão à disposição de políticos, fazendo praticamente uma segurança velada para determinados segmentos. Por mais que isso tenha previsão legal, acreditamos que esses policiais deveriam servir a sociedade. Vamos sugerir a contratação de civis para cuidar de assuntos da administração, trazendo o policial para a rua. Sabemos já de alguns batalhões pelo Estado que conseguiram intercalar os plantões, de forma que os policiais tenham um folga maior, mas aqui em Campo Grande ainda não foi possível.

O Estado – Com essa sobrecarga, o policial recebe algum tipo de auxílio para evitar o stress?
Edmar – Hoje ele tem o plano de saúde privado. O Estado tem buscado auxílio também pelo FAF (Fundo de Assistência Feminina), ligado diretamente ao Comando-Geral, mas mesmo assim o PM merece um apoio maior em decorrência desse stress. Precisa de um efetivo maior de médicos, psiquiatras e psicólogos, que acompanhem na residência o tratamento do policial. O FAF, hoje, faz um trabalho de excelência, mesmo com poucas condições, e merece um apoio maior do governo estadual.

O Estado – Há um levantamento de quantos policiais estão afastados por problemas psicológicos?
Edmar – O número total eu não tenho, até porque acompanhamos nossos associados quando nos procuram. Sempre procuramos internação para eles em Campo Grande. Vêm alguns do interior com problemas com bebida, em decorrência da depressão. Há casos de excesso de peso, de diabetes. Tudo em decorrência da fadiga do trabalho do policial militar. Nos casos em que nos procuram, temos feito encaminhamentos, algumas internações no (hospital) Nosso Lar. Acredito que nem mesmo a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) tenha esse número, pois quando participamos da audiência pública, buscamos esse dado e ela não tinha. Não sei o número exato, mas sei que é grande. Se fizermos uma visita hoje no Nosso Lar, vamos encontrar diversos policiais militares, civis, bombeiros. Hoje temos uma Polícia Militar antiga, um quadro grande de PMs da velha guarda que dedicaram sua vida à segurança do cidadão. Ele enfrentou todas as diversidades, tem uma família numerosa constituída e esses problemas de ordem financeira o afetam muito. Ele recorre a instituições por financiamentos, empréstimos, para poder sanar seu problema em casa. Queremos hoje uma política salarial para que o PM não precise fazer isso. Que ele saia para trabalhar sabendo que não falta nada em casa. Hoje o policial sai para trabalhar pensando nos problemas de casa, e ainda sem saber se vai voltar.

O Estado – O trabalho contínuo que é feito nos bairros, como operações, ajuda a sobrecarregar os policiais?
Edmar – Os policiais têm conseguido desenvolver esse trabalho com maestria, mas é óbvio que há a falta de efetivo. Em uma operação que é desenvolvida, alguém será sobrecarregado. É preciso de um número expressivo de policiais, porque, se você concentra a atividade em um bairro, vai faltar segurança em outro. Se pega dez policiais do 9º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e leva para a região do 10º para uma operação, a região do 9º vai ficar vulnerável.

O Estado – Como fica o policial quando acontece a morte de alguém que entra em confronto com a PM?
Edmar – Nos casos que temos acompanhado, em sua maioria, houve uma reação à abordagem. Uma reação exige uma contrarreação. O policial militar é treinado para isso, para essas adversidades. Infelizmente, nesses casos recentes, houve reação dessas pessoas ligadas ao mundo do crime e o policial, no cumprimento de seu dever, tomou a medida que achava razoável no momento. Temos acompanhado isso de perto, e os policiais envolvidos são afastados. O Comando oferece condições para avaliar a situação psicológica dele. Nenhum policial sai para a rua com a intenção de matar, muito pelo contrário. Ele está ali preservando a sociedade. Será que essas mesmas pessoas que reagiram não trouxeram problemas semelhantes à sociedade? Nós acompanhamos isso de perto e, recentemente, vieram alguns policiais de Corumbá envolvidos nesse tipo de ocorrência para tratamento psicológico. Por serem associados, nós oferecemos suporte, como hospedagem, e o Comando-Geral auxiliou com o FAF. Depois dessas ocorrências, se há qualquer indício de que ele possa estar abalado com a situação, ele é levado para tratamento psicológico imediatamente.

O Estado – Recentemente o coronel David disse que seria implantada em Campo Grande uma academia para oficiais. Esse projeto morreu?
Edmar – É um assunto que nos diz respeito, por mais que sejamos praças. O projeto não está morto e o comandante-geral constantemente toca no assunto. Ele tem buscado meios de trazer essa academia de oficiais para cá. Nós, praças, temos a possibilidade de ascender até o posto de major. A academia vai diminuir despesa com formação, e acredito que temos profissionais competentes para instruir aqui em Mato Grosso do Sul, e esperamos, sinceramente, que ele consiga.

O Estado – Quais outros pontos são considerados importantes no debate que trata da valorização do trabalho do policial de Mato Grosso do Sul?
Edmar – A habitação. Hoje temos um número grande de policiais que não têm casa própria e que dificilmente conseguirão diante da atual política habitacional. Esse problema é maior entre cabos e soldados, que são os profissionais que recebem menos. Essa será uma das situações que vamos discutir em audiência pública no próximo mês na Assembleia Legislativa. Temos hoje o exemplo do Rio Grande do Sul, onde um programa firmado em parceria entre uma empresa espanhola e a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) vai permitir a oferta de residências para policiais.

O Estado

domingo, 29 de julho de 2012

CORONEL DA VEXAME EM DELEGACIA


Vexame do Coronel - Vergonha... Oficial superior da PM-RN perde o restinho do juízo e dá vexame em delegacia de polícia civil. Prova que falta de educação independe do posto ou graduação.