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sábado, 4 de janeiro de 2014

Governos, magistrados e órgãos policiais pedem ao Google remoção de vídeos e blogs que lançam luz sobre suas condutas

Governos, magistrados e órgãos policiais pedem ao Google remoção de vídeos e blogs que lançam luz sobre suas condutas.
É crescente o número de pedidos feito por governos para que o Google remova conteúdos de seu resultado de busca. De janeiro a junho de 2013, recebemos 3.854 pedidos para remover 24.749 itens, um aumento de 69% em comparação ao segundo semestre de 2012

Para mostrar como leis e políticas afetam o acesso a informações on-line, o Google publica desde 2010 um Relatório de Transparência. Segundo o relatório governos e autoridades continuam pedindo para remoção de conteúdo político.

O sistema policial é caro, burocrático e ineficiente

No Brasil parece que as coisas são projetadas para não funcionar bem, digo isso por ser componente do sistema de segurança pública, e conhecer o sistema de outros países que não tem duas polícias disputando entre si, mais de perto cito o sistema do Uruguai, o qual vi pessoalmente e que tem o ciclo completo de polícia, entre o cometimento do ilícito até a apresentação do inquérito ao juiz, levam apenas 72h (setenta e duas horas).

Nosso sistema, o único no mundo com duas policias estaduais, é caro porque tem que estruturar

Grupo suspeito de planejar emboscada contra policial militar é preso em Campo Grande


A polícia conseguiu se antecipar e prender um grupo que estava planejando armar uma emboscada para matar um soldado da PM, em Campo Grande. A prisão aconteceu na noite de ontem, no Residencial Oliveira, na Capital.

Os suspeitos estavam reunidos no bar “Dito”, na Rua Dorotéia de Oliveira. O pai do policial militar recebeu a informação de que os suspeitos estavam querendo se armar contra o filho dele.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Feliz 2014....


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Projeto de Lei 4.471/2012 – fim dos fraudulentos autos de resistência seguida de morte

O fim da “fraude de resistência”

Projeto em tramitação na Câmara quer mudar a expressão “auto de resistência” em boletins de ocorrência policial para combater impunidade em casos de morte em operações militares

ALESSANDRA MELLO – CORREIO BRAZILIENSE

Belo Horizonte — W.J., um adolescente negro de 15 anos, foi baleado atrás da orelha por um policial militar em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, em 5 de dezembro. A Polícia Militar (PM) diz que o tiro foi dado porque ele resistiu à prisão após uma perseguição de carro no Bairro Capelinha, periferia do município. Segundo a família do garoto, testemunhas que presenciaram a ação policial negam que W.J. tenha resistido à prisão e afirmam que ele foi alvejado já rendido. Três homens que estavam com o garoto fugiram. Nenhuma arma foi apreendida.

O caso reúne detalhes que costumam compor os chamados “autos de resistência”, expressão comum nos boletins de ocorrência para explicar mortes e lesões ocorridas durante a ação policial com o qual um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados pretende acabar. Mais do que uma simples troca de palavras nos registros, a proposta pretende combater a impunidade de ações criminosas de policiais, determinando uma série de atitudes a serem tomadas pelas autoridades para garantir que esses casos sejam investigados e punidos, pondo fim à “fraude da resistência”. Neste ano, 1.890 pessoas morreram durante ações das polícias civil e militar em situações classificadas como de “confronto”.

Leir Viana da Silva, 47 anos, mãe do adolescente baleado, não sabe se foi aberta investigação para apurar as circunstâncias que envolveram o disparo nem qual foi o destino do PM que atirou em seu filho. O comandante da companhia responsável pelo policiamento no Bairro Capelinha, major Marcelo de Melo, disse que o policial foi levado a um juiz e liberado em seguida. Ele garante que os militares que atuaram na perseguição são exemplares e os envolvidos na ocorrência são bandidos. O major admite que W.J. não tem passagem pela polícia, mas comenta: “Quem anda com porco farelo come”.
As perspectivas do adolescente, que completará 16 anos no dia 5, são sombrias. Se escapar de engrossar as estatísticas de mortes ocorridas durante ações policiais no Brasil — que lidera o ranking internacional, segundo estudo divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública — o rapaz, internado em estado grave, tende a ficar com sequelas. Leir não tem muita esperança de esclarecer o que aconteceu. “Se é difícil apurar crime comum, imagine quando o envolvido é policial”, lamenta a dona de casa que já perdeu um filho, assassinado em uma festa.

Normas
Mortes provocadas por policiais no exercício da profissão são tratadas de maneira diferente sob alegação de que foram decorrentes de legítima defesa, com o objetivo de “vencer a resistência” de suspeitos ou proteger civis. O Projeto de Lei 4.471/2012, pronto para ser votado na Câmara dos Deputados, altera o Código de Processo Penal e estabelece normas para a investigação das mortes e lesões corporais cometidas por policiais. O texto acaba com as classificações genéricas das mortes e lesões ocorridas e impõe regras claras sobre como deve ser a apuração dos fatos, inclusive com recomendações sobre coleta de depoimento de testemunhas, preservação da cena do possível crime e regras para a realização dos exames de corpo delito.

Recomendação
Resolução editada em 21 de dezembro de 2012 pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos já recomenda que policiais deixem de usar em seus registros, boletins de ocorrência, inquéritos e notícias de crimes designações genéricas para as mortes e lesões ocorridas durante ação. A resolução também recomenda, entre outras providências, a abertura de inquéritos para investigação de homicídio ou de lesão corporal, mas nem todos os estados aderiram.

Para saber mais

Legítima defesa
Terminologia usada em boletins de ocorrência para classificar lesões corporais ou mortes provocadas por policiais no exercício da profissão. O termo caracteriza a ausência de ilicitude nas lesões ou homicídios que teriam sido cometidos em legítima defesa, com objetivo de “vencer a resistência” de suspeitos ou garantir a vida de civis.

O que estabelece o Projeto de Lei 4.471/2012

— Os termos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte” deverão ser trocados por “lesão corporal decorrente de intervenção policial” e “morte decorrente de intervenção policial”.

— Esses casos serão investigados por meio da instauração de inquérito policial específico.

— A instauração do inquérito deve ser imediatamente comunicada ao Ministério Público, à Defensoria Pública e ao órgão correcional para controle da atividade policial.

— Quando a ação policial resultar em feridos, os agentes deverão chamar uma equipe de resgate do Samu, em vez de tomar a iniciativa de remover as vítimas.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Governador, secretário e comandante-geral entregam fardamento à tropa

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Campo Grande (MS) – O governador do Estado André Puccinelli, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública Wantuir Jacini e o comandante-geral da PMMS coronel Carlos Alberto David dos Santos entregaram, na manhã desta sexta-feira (27/12), no Palácio Tiradentes, Parque dos Poderes, fardamento completo a cabos e soldados da instituição.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Secretários 'se estranham' com major da PM em briga na portaria da Câmara Municipal


Diretores e uma secretária de alto escalão da administração municipal teriam gritado e discutido com um oficial da Polícia Militar há poucos momentos na entrada da Casa de Leis. O debate seria para a acomodação de manifestantes nas disputadas cadeiras para a sessão que pode cassar o prefeito Alcides Bernal (PP).

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Policia do Brasil


sábado, 21 de dezembro de 2013

Comandante Geral da PM se reúne com Ministro da Justiça e entrega Projeto para uniformizar atuação das tropas de choque do Brasil

PM5
O Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul, Coronel Carlos Alberto David dos Santos, que concomitantemente a esta função também é o Presidente do CNCG-PM/CBM – Conselho Nacional de Comandantes Gerais – se reunirá nesta segunda-feira (23/12), às 11h30, em Brasília, com o Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Limite de quilometragem para as viaturas

Veja o vídeo
Situação bastante inusitada: a PMESP decidiu limitar a quilometragem que as guarnições policiais militares podem percorrer nas viaturas. Segundo a matéria a seguir, uma viatura não pode ultrapassar 40 quilômetros em um turno de serviço (que geralmente vai de 8 a 12 horas). Tem até policial militar respondendo processo disciplinar por rodar mais que isso: