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terça-feira, 9 de maio de 2023

Militar do Corpo de Bombeiros é morta com tiro na Zona Oeste do Rio após discussão com companheiro

Uma militar do Corpo de Bombeiros foi morta com um tiro na madrugada desta segunda-feira, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. A vítima foi identificada como Dayana Brasil Tenório, de 40 anos. Segundo relato do companheiro de Dayana, Luiz Felipe Perozini Cardoso, de 31, que é policial militar, ela fez um disparo contra si mesma durante uma briga do casal. O disparo atingiu seu rosto e ela não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil informou que já realizou perícia no local e ouviu seis pessoas, incluindo Perozini.

    Dayana Brasil Tenório estava no Corpo de Bombeiros há 21 anos — Foto: Reprodução

    Dayana Brasil Tenório estava no Corpo de Bombeiros há 21 anos — Foto: Reprodução

    O caso aconteceu na Rua dos Banguenses, por volta das 5h30. Após o disparo, agentes do 14º BPM (Bangu) foram acionados para a ocorrência. O PM Luiz Felipe Perozini chegou à Delegacia de Homicídios, na Barra da Tijuca, às 9h desta segunda, para depor. Ele deixou a delegacia por volta das 16h30, pelos fundos do prédio, com boné na cabeça e blusa no rosto.

    O cabo Luiz Felipe, lotado no 14º BPM, contou aos colegas de farda que teve uma discussão com Dayana. Ainda segundo seu relato, sua arma — uma pistola 9mm — estava no braço do sofá durante a discussão. Dayana, então, teria pegado a pistola e apontado para o companheiro, que tentou desarmá-la. Ela, de acordo com ele, fez um disparo contra si mesma. A área foi isolada para perícia e a Delegacia de Homicídios da Capital acionada.

    Dayana era subtenente do Corpo de Bombeiros e estava na corporação há 21 anos. Atualmente, estava lotada na 2ª Odontoclínica militar de Campo Grande.

    Dayana Brasil e Luiz Felipe em viagem  — Foto: Reprodução

    Dayana Brasil e Luiz Felipe em viagem — Foto: Reprodução

    Nas redes sociais, amigos lamentam a morte da subtenente: “Difícil de acreditar. Day não era só do nosso grupo, era nossa amiga desde quando estudamos juntos quando criança”, diz um deles. Outro, diz apenas: “Meu Deus! Você não”.

    “Que mundo cruel e covarde. Mais um caso de feminicídio. Obrigado por cada momento vivido com você. Vai deixar muitas saudades”, publicou outra pessoa.

    Fonte: Militar do Corpo de Bombeiros é morta com tiro na Zona Oeste do Rio após discussão com companheiro | Casos de Polícia | extra (globo.com)

    sexta-feira, 31 de março de 2023

    Renato pede à ministra criação da 'Casa da Mulher Brasileira' em Dourados

     



    Em combate aos inúmeros casos de violência contra a mulher registrados diariamente em Dourados, o deputado estadual Renato Câmara encaminhou à Ministra de Estado da Mulher, Cida Gonçalves, o pedido para a criação de uma unidade da ‘Casa da Mulher Brasileira’ no município.
     

    Renato chamou atenção para os números registrados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, onde apenas no ano passado Dourados teve 1.565 ocorrências de casos de violência cometidos contra mulheres. Desse número, 1.400 mulheres sofreram algum tipo de agressão, 150 foram estupradas, duas foram mortas por feminicídio, seis vítimas de homicídios dolosos e uma ocorrência de lesão corporal seguida de morte, além de seis tentativas de homicídio.
     

    “A ação é urgente! Se compararmos os dados de 2022 com o ano anterior, houve aumento de casos de violência doméstica contra as mulheres em Dourados. Com mais de 260 mil habitantes e a maior população indígena do MS, nossa cidade é a maior e mais populosa do interior do Estado e precisa de um local especializado para amparar essas mulheres e atuar no combate à violência”, disse Renato Câmara.
     

    Em 2021, foram 1.304 ocorrências, o que mostra um crescimento de 7,36% no número de vítimas em apenas um ano. O Sigo (Sistema Integrado de Gestão Operacional) já registrou em 2023, mais de 285 vítimas de violência doméstica, dos quais 268 são mulheres, sendo 20 casos somente nos primeiros sete dias de março.
     

    “Essa triste realidade aumenta ainda mais a necessidade da implantação da Casa da Mulher Brasileira em Dourados, com atendimento especializado para essas vítimas em período integral, 24 horas por dia”, ressalta o parlamentar.
     

    O pedido foi apresentado durante a sessão plenária desta quinta-feira (30), na Assembleia Legislativa e posteriormente, durante a audiência pública realizada também na Casa de Leis, sobre a violência contra a mulher e o feminicídio no MS, Renato entregou o pedido pessoalmente à ministra Cida Gonçalves.
     

    O deputado destacou que atualmente a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) em Dourados atende apenas em horário comercial, fato este que não atende integralmente às necessidades das mulheres douradenses, principalmente porque muitas das ocorrências de violência doméstica e familiar contra as mulheres ocorrem no período noturno ou aos finais de semana, quando as vítimas não contam com atendimento especializado.
     

    Não é de hoje que o deputado tem mostrado preocupação com a segurança da mulher. Recentemente ele apresentou uma indicação para que a DAM do município pudesse atender 24h, mas o pedido não pode ser atendido pelo Estado.
     
    Agora, com a possibilidade da implantação da Casa da Mulher Brasileira, Renato Câmara vê a oportunidade de promover maior segurança, acolhimento e amparo às vítimas de violência doméstica, bem como evitar novos casos.
     

    CASA DA MULHER BRASILEIRA
    A Casa da Mulher Brasileira é uma iniciativa de grande relevância para o combate à violência de gênero e a promoção dos direitos humanos das mulheres. Por meio dela, é possível oferecer serviços integrados e de qualidade para as mulheres que precisam de proteção, tais como atendimento psicológico, assistência social, orientação jurídica, delegacia especializada e alojamento temporario.

     

    Fonte : https://www.douradosnews.com.br/dourados/violencia-contra-mulher-renato-pede-a-ministra-criacao-da-casa-da/1206608/

    quarta-feira, 1 de março de 2023

    BOMBEIROS GANHA AVIAO PARA COMBATER INCENDIO EM FLORESTAS

     
    O Parque das Várzeas do Rio Ivinhema é um patrimônio da população sul-mato-grossense de 73.000 ha, mas infelizmente tem sofrido com queimadas nos últimos anos. Mas há boas notícias! Com novos investimentos em aviões e caminhão-tanque, agora estamos melhor equipados para enfrentar esses eventos climáticos com mais eficiência e proteger esse tesouro natural.


    E não para por aí! Acredito que estamos perto de abrir o parque para visitação e estabelecer parcerias público-privadas para desenvolver o turismo na região. Essa matriz econômica turística pode trazer muitas oportunidades econômicas para a região, fortalecendo a economia e criando um novo horizonte de oportunidades. Junte-se a nós para preservar e explorar as belezas naturais do Parque das Várzeas do Rio Ivinhema - um lugar incrível que merece ser apreciado por todos!(RENATO CAMARA)
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    quinta-feira, 28 de julho de 2022

    Após confronto entre policiais e indígenas, Força Nacional ocupará três cidades em Mato Grosso do Sul

     

    Após confronto entre policiais e indígenas, Força Nacional ocupará três cidades em Mato Grosso do Sul
    Sepultamento de indígena morto durante confronto em Amambai (Foto: Marcos Morandi, Arquivo, Midiamax)
    O Ministério da Justiça autorizou a Força Nacional nas áreas de conflito indígena em  a partir desta quinta-feira (28) até o dia 31 de dezembro. A portaria com a determinação foi divulgada no Diário Oficial da União e assinada pelo ministro Anderson Torres.
    A área compreende os municípios de Amambai, Caarapó e Naviraí, que foram palco de confronto de policiais do  da Polícia Militar, na retomada  Guapoy, no dia 24 de junho, nas proximidades de uma das aldeias de Amambai, cidade distante 331 quilômetros de Campo Grade.
    De acordo com o Ministério, está autorizado o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio à Polícia Federal do Mato Grosso do Sul, nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, em caráter episódico e planejado, até 31 de dezembro de 2022.
    A operação terá o apoio logístico do órgão demandante, que deverá dispor da infraestrutura necessária à Força Nacional de Segurança Pública e o contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pela Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
    Briga de fazendeiros envolveu indígenas e policiais
    Os confrontos entre indígenas e a PMMS (Polícia Militar de MS) começaram no dia 19 de junho, na aldeia de Amambai. Eles pediam apoio para providências na área de retomada, por questões de conflitos internos.
    A ação do Batalhão de Choque aconteceu após indígenas da etnia Guarani e Kaiowá retomarem uma parte do território de Guapoy, em Amambai. Os militares foram enviados à região e houve conflito, que resultou na morte do indígena Vitor Fernandes, de 42 anos.
    Uma semana depois do confronto, a Justiça Federal convocou representantes da Funai e também indígenas da comunidade para depoimento. Ao todo, 11 indígenas e policiais ficaram feridos na ação.
    Áreas em demarcação
    Enquanto o polêmico marco temporal não é julgado e os conflitos territoriais assolam povos indígenas, Mato Grosso do Sul — Estado com grande população de indígenas — tem 26 terras indígenas em processo de demarcação pela Funai (Fundação Nacional do Índio).
    Esse processo consiste em várias fases: de identificação e delimitação, de demarcação física, de homologação e fase do registro das terras indígenas. O local fica livre para ser usado a partir do momento em que é homologado.
    No Estado, há 14 terras no processo inicial de demarcação — a fase de estudos. Mais avançadas no processo, existem ainda 5 que já foram delimitadas e 7 declaradas. Ao todo, são 58 terras indígenas em MS — a maioria já em fase de homologação e regularizadas.
    Durante os estudos, são levantadas informações antropológicas, históricas, fundiárias, cartográficas e ambientais, que fundamentam a delimitação. Após concluído, o levantamento é publicado no Diário Oficial da União pela Funai e vai para análise no Ministério da Justiça — para expedição de Portaria Declaratória da Posse Tradicional Indígena.
    Quando declaradas, as terras que obtiveram a expedição estão autorizadas para serem demarcadas.

    FONTE:https://midiamax.uol.com.br/policia/2022/apos-confronto-entre-policiais-e-indigenas-forca-nacional-ocupara-tres-cidades-em-mato-grosso-do-sul/

    quarta-feira, 27 de julho de 2022

    De lavar viatura para cerimônia a apagar incêndio na folga, bombeiros dizem viver ápice do ESTRESSE e pedem regulamentação

     

    Sem quantidade suficiente do que prevê a lei e regulamenta e profissão dos bombeiros, em Campo Grande, o plantão de 24 horas é exaustivo. A média, conforme disseram militares ao Jornal Midiamax, é de 15 a 20 ocorrências: vítimas de acidente de trânsito, emergências clínicas, animais presos em lugares indevidos e incêndios, ainda mais neste  seco. Só que, quando chega a hora da , estariam retornando ou então nem saem do quartel e vão direto para “missões”, algumas até consideradas esdrúxulas, como "lavar viatura para solenidades políticas".
    O ápice, denunciado pela categoria, teria sido o recente pedido de socorro de um bombeiro (veja áudio abaixo). De plantão, medicado e com "pensamentos suicidas", o militar falou pelo rádio comunicador que não estava em condições de trabalhar. Do outro lado, o plantonista disse somente que faria “contato com o adjunto”.
    “Ignorado”, o militar permaneceu em silêncio. No entanto, tempos depois os fatos repercutiram e colegas quaificaram o episódio como uma “voz que ecoou” para denunciar o estresse vivido pela tropa que atua na capital sul-mato-grossense.
    Militar há quase uma década, um rapaz contou um pouco da rotina. Segundo ele, é unânime entre os militares, que atuam na parte operacional, dizer que “estão estressados”. “Quem fica na viatura, no caminhão de incêndio, nas ambulâncias, está com um desgaste físico e mental muito grande. O emocional está totalmente abalado e, de um ano para cá, as situações pioraram muito”, disse.

     

    Mesmo com novos prédios, número de bombeiros não é suficiente

     

    De acordo com o servidor, novas unidades foram criadas, porém, ao mesmo tempo, não houve aumento do efetivo. “Houve novos ingressos, só que estes praticamente substituíram aqueles que foram para reserva, ou seja, não teve acréscimo. Além disso, vários militares foram transferidos para o interior. Só que, ao contrário, divulgam novas unidades, novos prédios pintados de vermelho e isso tudo é uma falácia. O prédio da Júlio de Castilho é exemplo disso e está lá, só com a nossa logo”, lamentou.
    Com todos estes fatos, o militar fala que estão ocorrendo pedidos que não ocorriam há muito tempo. “São servidores de Campo Grande que estão pedindo transferência para o interior, isso porque está insalubre. Eles preferem encarar uma jornada de ônibus, de 4 a 6 horas, do que encarar o plantão aqui, comentou o bombeiro.
    Outra denúncia do militar é que, na capital sul-mato-grossense, quando saem, os militares ainda atendem, em média, mais três ocorrências. “Nosso expediente termina às 7h30 e aí nos chamam para fazer outras coisas. Isso quando estamos saindo, no nosso dia de folga, e aí somos acionados para dar palestras em escolas, lavar viatura e participar de solenidades puramente políticas, somente para dar quórum e lá ficarmos ouvindo os superiores elogiando e dizendo que ‘o Corpo de Bombeiros nunca esteve tão bem’. E não é nada disto”, afirmou.

     

    Viaturas 'ganharam pneu errado e estariam estourando'

     

    Outro militar entrou em contato com a reportagem do Midiamax e também falou sobre os equipamentos de trabalho, além de corroborar a denúncia acerca do suposto estresse vivido pela categoria atualmente. Conforme o servidor, algumas ambulâncias da cidade recentemente foram "baixadas" por conta de pneu errado e, desta forma, "estariam estourando" no pelotão e até durante ocorrências. "O pneu que foi dado não é compatível", argumenta.
    Da mesma forma que o outro colega, este militar diz que faz tratamento psicológico e psiquiátrico há um ano. "Recentemente eu tive que me impor, disse que tinha consulta e precisava ir, porque a ordem era ir para outro lugar, assim que eu terminei o plantão. E inclusive eu quase não descanso a cabeça, não faço quase nada do que o tratamento pede, na verdade", falou.
    Folga não é regulamentada e serviço extraordinário não é remunerado
    homem
    (Nathalia Alcântara, Midiamax)
    Um terceiro bombeiro, este com patente superior e 25 anos atuando na carreira militar, falou que diferente de estados como Goiás, em que a lei regulamenta a carga horária máxima de 42 horas e, em Mato Grosso, o qual a Lei Complementar nº 555, de 29 de dezembro de 2014, impõe a jornada de serviço operacional, em 195 horas mensais no máximo, Mato Grosso do Sul não tem regulamentação nem para a folga e muito menos para a carga horária semanal ou mensal.
    "Outro problema aqui, diferente de outros locais, é que o serviço extraordinário não é remunerado. Teve até o episódio recente, do bombeiro limpando o aquário do Bioparque, e que foi denunciado. É muito cômodo para o estado fazer isso e aí o militar, além do não desfrutar da folga, ainda precisa gastar com combustível e alimentação. Não temos direitos trabalhistas e, quando vamos questionar, escutamos: 'O militarismo é isso'. Fardamento é outro problema. Também não ganhamos", garantiu o militar.
    Ainda conforme o bombeiro, as convocações nas folgas incluem prevenções aquáticas, principalmente em locais com crianças em piscina, palestras em escolas e empresas, convocação para combate ao fogo no Pantanal, formaturas no comando geral e aí por diante. "Quem apresenta atestado também é tido como frouxo. E o que nós queremos é somente isso: ter um folga regulamentada em lei. Acho muito triste ver colegas descontando tudo isso em vícios, como álcool e fumo e também em medicamentos", finalizou.
    Serviço do bombeiro é 'muito complexo e essencial para sociedade', diz comandante
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    Militares atuando no combate ao fogo. (Foto: Divulgação/Bombeiros)
    O comandante do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, coronel Hugo Djan Leite, fala que houve mudança na escala há duas semanas, priorizando os militares e fixando a escola com 24 horas de plantão por 72 horas de folga. "Tivemos o início dos incêndios florestais e, com isso, tivemos que responder a escalas extras. É um período necessário. Existem militares agora querendo colocar uma imagem diferente da corporaçao, mas, todos sabem que sempre foi assim", comentou.
    Segundo o coronel, que possui 28 anos de experiência na área, este período é de muito trabalho, com "escala apertada", porém, em outras épocas é "mais tranquilo". "Eu passei por diversos períodos e sempre tinha demandas, muitas vezes nem ia para casa. Temos demandas no quartel, é dificil pra todo mundoe estamos buscanso melhorias o tempo todo. É um serviço muito complexo e essencial para a sociedade", argumentou.
    Sobre o efetivo de aproximadamente 1,8 mil militares no estado, sendo que a lei n° 9.804, de 19 de dezembro de 2018, prevê ao menos 3.732 integrantes, Hugo diz que não é um processo simples, principalmente porque o soldado necessita de 1,6 mil horas de treinamento, o que dura cerca de 9 meses. Enquanto isso não ocorre, a tropa precisa dar conta das demandas.
    "Existem muitos bombeiros que querem as honrarias da Justiça por serem militares, mas, não querem cumprir com as demandas, incluindo as particularidades de uma região com estiagem, como é o caso de Mato Grosso do Sul. Quando é para trabalhar, querem regulação de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), só que os bombeiros, as forças militares, possuem outro tipo de regulamentação", finalizou.

    Fonte: https://midiamax.uol.com.br/cotidiano/2022/de-lavar-viatura-para-cerimonia-a-apagar-incendio-na-folga-bombeiros-dizem-viver-apice-do-estresse-e-pedem-regulamentacao/