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sábado, 18 de fevereiro de 2012

SALÁRIOS DAS POLICIAS


Governadores usam greves para enterrar PEC 300 no Congresso





Na sequência da repercussão negativa das greves policiais por maiores salários no País, governadores aproveitaram para mobilizar as bancadas no Congresso para enterrar a votação da PEC 300 - proposta de emenda constitucional que estabelece a obrigatoriedade de um piso nacional para bombeiros e policiais militares.
Confira o salário e as reivindicações dos PMs em cada Estado do Paíshttp://www.terra.com.br/noticias/infograficos/piso-salarial-pms/
Desde novembro do ano passado, movimentos de paralisação de policiais militares atingiram Maranhão, Ceará, Bahia e Rio de Janeiro. Na Bahia, Estado que mais sofreu, foram cometidos mais de 150 homicídios nos 12 dias de greve. A greve, realizada às vésperas do Carnaval, também afetou o turismo no Estado.
Dois governadores confirmaram à agência Reuters, sob condição de não serem identificados, que têm mantido conversas com as bancadas de seus Estados e também com ministros do Planalto para não só evitar que a proposta entre na pauta da Câmara, mas desmantelar um futuro acordo sobre o tema. Segundo eles, diversos governadores têm mantido conversas semelhantes com parlamentares.
Uma das propostas para o piso nacional que seria criado pela PEC 300 é tomar como base o salário pago aos policiais militares do Distrito Federal, o mais alto do País e que é pago pela União.
Já o governador do Ceará, Cid Gomes, que enfrentou a greve da polícia recentemente, afirma que a discussão da proposta no Congresso facilitou o "entrosamento" de policiais de Estados diferentes. "A PEC 300 nasce de uma premissa absurda. Como o Piauí vai conseguir pagar a realidade de Estados mais ricos?", argumenta Gomes.
Nos quatro Estados que enfrentaram mobilizações, o reajuste salarial era a principal reivindicação dos grevistas. Em alguns casos, bombeiros, policiais civis e agentes penitenciários aderiram ao movimento. "A fixação de um piso é razoável, mas ele tem que levar em conta a realidade distinta dos Estados", afirmou Cid Gomes.
Na Câmara, havia poucas chances de que o tema entrasse em votação nos próximos meses, por se tratar de ano eleitoral - quando o Congresso vota poucas proposições entre julho e novembro. A pressão dos deputados pró-policiais, entretanto, incentiva a mobilização do setor para forçar a pauta.
Nos últimos dias, até mesmo parlamentares que defendem a votação imediata do piso nacional como forma de melhorar a situação da segurança no País reconheceram que as manifestações enfraqueceram a legitimidade do pleito. "(A greve) é o pretexto para que a PEC 300 não seja votada. Não há mais disposição da Câmara em votar, não há disposição do governo em votar", afirma o líder do PR, Lincoln Portela (MG), defensor da proposta.
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), também reconhece que o grau de radicalismo das greves e manifestações pelo País prejudicaram a tramitação do texto. Na Câmara, um movimento oposto tem defendido o ressurgimento de outra PEC, a 102, que trata da unificação das polícias civis e militares - tema polêmico nas corporações. O texto também fala da criação de um piso nacional, mas não vinculado ao do Distrito Federal.
Oportunismo
Segundo o ex-secretário nacional de Segurança Pública e coronel da reserva da PM de São Paulo José Vicente da Silva Filho, a bandeira da reivindicação salarial tem sido o estopim para que sejam deflagradas crises, como as ocorridas nos últimos meses. "O que tem acontecido é o oportunismo de algumas lideranças de alguns Estados que se aproveitam da instabilidade na gestão de segurança em algumas localidades", disse Silva Filho.
Ele comenta que, ao mesmo tempo que líderes de associações de PMs buscam como piso o salário pago no Distrito Federal, os policiais de Brasília e arredores também preparam mobilização por reajuste. "O pessoal de Brasília está sem limite de senso de oportunidade", disse o ex-secretário. "O piso lá é US$ 35 mil anuais, é piso de primeiro mundo já", afirma.
"O que eles querem é aproximadamente 50% a mais. Aí eles vão ganhar mais que o policial de Nova York, que não tem 13º nem aposenta aos 30 anos (de carreira) com salário integral. Vão fazer fila aqui no consulado para serem policial do Distrito Federal", acrescenta.
Para o ex-secretário, a PEC 300 é basicamente um piso para os policiais militares, "não uma solução geral para o problema salarial das polícias". Além disso, argumenta, aumento salarial ajuda a melhorar a dignidade do policial, mas não ajuda a melhorar a segurança. "Se não, o Distrito Federal seria campeão de segurança no País, e não é", afirma.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

BANDIDOS TENTAM ARROMBAR CAIXA EM FARMÁCIA


Vídeos mostram bandidos tentando arrombar caixa eletrônico em farmácia

Em três minutos, eles tentaram danificar sistema de alarme e fugiram sem levar nada

Nadyenka Castro


AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL É ASSALTADA


Agência do Banco do Brasil é assaltada por 4 homens em MS

Grupo invade agência bancária, faz reféns e foge com R$ 250 mil -
 Os assaltantes também levaram a gravação das câmeras de segurança. 
A agência do Banco do Brasil foi assaltada nesta terça-feira em Ribas do Rio Pardo, a 103 km de Campo Grande. Por volta das 8h, uma hora antes da agência abrir para o público, quatro homens chegaram ao local.

Dois renderam o vigia e funcionários, enquanto os outros ficaram vigiando a entrada do banco. Os bandidos estavam com revólver e pistola. Os clientes eram rendidos quando chegavam à agência.

O grupo de reféns foi deixado em uma sala. De acordo com a PM (Polícia Militar), foram levados R$ 250 mil e dois revólveres. A ação durou quase uma hora. Os assaltantes também levaram a gravação das câmeras de segurança, numa estratégia para não ser identificados.

Os ladrões fugiram com o carro da gerente. O veículo foi encontrado na BR-262, a 20 km de Ribas do Rio Pardo, no sentido a Água Clara. O Garras (Grupo Armado de Repressão e Resgate a Assaltos e Sequestros) e a Cigcoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais) estão à procura do grupo.
Campo Grande News

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

PEC 300


PEC 300 é incompatível com a realidade dos estados

Velloso afirma que o piso de R$ 3.500 é incompatível com o orçamento de diversos estados brasileiros. Para o especialista, a remuneração dos policiais civis e militares deve estar de acordo com as limitações orçamentárias de cada estado. “Cada estado deve pagar o que pode.” Velloso alertou os governadores. “É preciso lutar para que a emenda não seja aprovada, porque depois de aprovada terá que ser implementada.”

MATO GROSSO DO SUL TEM O 23º PIOR SALÁRIO DO BRASIL


PM aguarda para março reunião com governo do Estado para discutir salário

Graziela Rezend




Com grande parte dos servidores insatisfeitos com o salário, a PM/MS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) aguarda para o próximo mês a reunião já agendada com o Governo do Estado.

“A reunião será específica para discutir o pagamento da categoria. Vai ser feito um estudo com a ACS (Associação de Cabos e Soldados), o Clube dos Oficiais e Associação dos Subtenentes e Sargentos para definir uma proposta, antes disso não vamos dar início a nenhuma negociação salarial. Mas o governo já se posicionou de uma boa maneira e disse que está aberto a negociações”, afirmou o comandante geral da PM, Coronel Carlos Alberto Davi dos Santos.
Cabos e Soldados da PM

Muito cobrada a respeito do aumento de salário, principalmente na categoria de cabos e soldados, a ACS conta que também fará reuniões na Capital e no interior para definir os índices e reajustes, a serem exigidos por parte do Governo do Estado.


“Queremos melhorar principalmente o pagamento de cabos e soldados, que após cinco anos de serviço continuam com o salário de R$ 1.950. É o 23° salário do país, atrás do Mato Grosso, Maranhão, Paraíba e Pernambuco, segundo um levantamento realizado pelo Jornal Folha de São Paulo”, diz o vice-presidente da ACS, Cláudio Souza.

Em 2011, o índice de aumento da categoria foi de 6%, com exceção dos cabos e soldados, que tiveram um índice maior, equivalente a 9,24%.

“Temos em Lei uma tabela que vai até 2013 e determina um reajuste funcional a cada quinquênio. É um avanço salarial, mas muito pouco perto do que a categoria pede, então esperamos que a negociação atenda as nossas necessidades”, afirma o vice-presidente da ACS, Cláudio Souza.

Tabela fornecida pela Associação de Cabos e Soldados da PM
Fonte:midiamax e folha .com

ATENTADO MATA JORNALISTA


Jornalista Paulo Rocaro morre em atentado em Ponta Porã


Jornalista Paulo Rocaro morre em atentado em Ponta Porã

Jornalista Paulo Rocaro morre em atentado em Ponta Porã

 Na noite de ontem domingo (12) o jornalista e escritor, editor chefe do Jornal Da Praça e diretor do Site Mercosulnews.com, Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, mais conhecido como Paulo Rocaro, sofreu um atentado na cidade de Ponta Pora/MS.

Paulo Rocaro transitava pela avenida Brasil no centro de Ponta Porã as 23:30 hs, em um veiculo Fiat Idea, cor plata, placa HSJ 0049 de Ponta Porã MS, sentido centro bairro, quando foi atacado por dois pistoleiros que estavam a bordo de uma motocicleta tipo Traill, que dispararam mais de 12 tiros de pistola 9mm contra o jornalista, o mesmo recebeu cinco impactos no corpo e foi socorrido pelos agentes do corpo de Bombeiro ao hospital regional de Ponta Porã, onde as 04:20 hs, entrou em óbito, segundo o informe médico o mesmo não resistiu as multiplas lesões produzidas pelos disparos de arma de fogo.
As primeiras informações apontam que o crime contra o jornalista poderia ter motivações politicas, mas a policia não descarta outras hipóteses, o SIG da policia civil investigara o caso, os mesmos solicitaram as imagens dos circuitos de seguranças existentes na região do atentado.

Em decorrência desta lamentável perda em nossa cidade, não haverá expediente no site Mercosul News. 
 
Fonte: mercosul news

domingo, 12 de fevereiro de 2012

POLICIA PRESA, BANDIDOS SOLTOS


Libertem esses homens! .

O PODER DA GLOBO


REDE GLOBO MANIPULA A POPULAÇÃO CONTRA AS MANIFESTAÇÕES DE MILITARES, PARA NÃO PERDER O FATURAMENTO DO CARNAVAL DO RJ E DA BAHIA...


Não queremos rechaçar o livre direito de expressão da imprensa no Brasil, pois assim estaríamos negando o nosso próprio direito de manifestação do pensamento. Mas na nossa visão, a Rede Globo tentou, mais uma vez, ‘potencializar’ os reais objetivos da greve de policiais no estado da Bahia.
Numa relativamente ampla reportagem exibida no Jornal Nacional desta quarta-feira (8), a emissora veiculou trechos de ligações telefônicas onde líderes do movimento “combinam a greve para prejudicar o Carnaval”. Ou seja, a greve só existe para barrar a festa baiana.
A notícia, da forma como foi veiculada, apresenta um misto de mentira (ou ‘equívoco’, no mínimo) e obviedade. Primeiro, a greve não existe por causa do Carnaval, e sim da recusa do governo em atender as reivindicações dos policiais. Pleitos atendidos, Carnaval garantido. Ou não?
Segundo, é claro que cruzar os braços, em qualquer categoria (não apenas nas polícias) interfere, inevitavelmente, na ‘qualidade’ dos serviços prestados. A diferença é que a importância do policial só é vistas nessas horas.
Greve de médicos não fecha escolas. A de policiais, sim. Greve de professores não pára taxis nem transporte coletivo. A de policiais, sim. Metalúrgicos, quando cruzam os braços, não resulta em cancelamento de shows e viagens. É o que está acontecendo na Bahia hoje e o que deverá ocorrer no Rio de Janeiro nos próximos dias, sendo esta, portanto, a preocupação da Rede Globo.
Não queremos, jamais, diminuir a importância de médicos, professores, metalúrgicos ou quem quer que seja. Mas convenhamos: nenhum movimento grevista é tão preocupante como o da segurança pública (pelo menos é o que se percebe). 
Por que não tratar os profissionais com a importância que sua falta significa?
Mais uma vez, a grande mídia opta por ‘atacar’ os policiais, em vez de fomentar um grande debate sobre como melhorar a segurança pública para o cidadão, com estrutura e salários condizentes com o ofício.
Do contrário, é amargar a certeza dos prejuízos ora contabilizados.