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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PISTOLEIROS EXECUTAM TÚLU, DONO DE JORNAL


Pistoleiros executam Tulú Georges e um dos seus acompanhantes
Data da publicação: 04-10-2012 
PONTA PORÃ: Pistoleiros em uma caminhonete modelo Chevrolet/Blazer, cor preta, atiraram contra um veículo Mitsubishi/ Pajero, com placas de Ponta Porã, por volta das 16h30 dessa quinta-feira, 4.

Dentro do carro atingido estava o dono do Jornal da Praça, Luiz Henrique Georges "Tulú"  e mais duas pessoas identificadas como Nery Vera, vulgo “Gordo” que também faleceu e Ananías Duarte quem foi auxiliado até  o Hospital Regional e sua vida não corria perigo.

Até o momento ninguém foi preso suspeito de ter cometido o duplo homicídio e ainda a tentativa.
Ainda não há informações confirmadas se os mesmos homens que executaram Rocaro, em 11 de fevereiro deste ano, também na mesma avenida onde ocorreu o crime dessa quinta, foram os mesmos que mataram Luiz Henrique.

Uma das hipóteses sobre o assassinato de Paulo Rocaro é que foi retaliação sobre as matérias de cunho investigativo que escrevia. 


COMERCIANTE REAGE ASSALTO SUSPEITO ATIRA E ARMA FALHA

Do G1 ES



Comerciante reage a assalto, suspeito atira e arma falha no ES












Um comerciante reagiu a um assalto e quase foi baleado na tarde desta quarta-feira (2), em Cachoeiro de Itapemirim, na região Central Sul do Espírito Santo, segundo a polícia. A ação dos criminosos foi registrada pelas imagens de vídeo monitoramento da loja de celular, conforme mostra a reportagem do Bom Dia ES.
Policiais disseram que um dos suspeitos ainda tentou atirar no comerciante, mas a arma falhou três vezes. Um dos suspeitos foi preso e encaminhado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) do município, após assaltar uma copiadora no bairro vizinho. O outro criminoso ainda não foi localizado.

O comerciante, que não quis se identificar, contou que um dos criminosos entrou na loja e o outro ficou do lado de fora dando cobertura. “Ele perguntou se fazíamos conserto de celular e respondi que sim. Em seguida, o suspeito anunciou o assalto, puxou um revólver e pediu para passar o celular da vitrine. Eu disse que não ia entregar e que se ele quisesse atirar poderia atirar. Depois disso, começamos a brigar. O rapaz que estava do lado de fora entrou na loja, praticamente arrombando a porta que estava trancada, e iniciamos uma luta corporal. Um deles ainda atirou, mas a arma falhou e eles fugiram”, relatou o vendedor.
O dono da loja de celular contou que não queria reagir mas ficou apreensivo, pois já foi assaltado há pouco tempo. Em agosto deste ano, sua loja foi assaltada e teve um prejuízo de R$ 3 mil em mercadorias. "Está complicado a situação aqui em Cachoeiro, tem muito ladrão”, contou a vítima.
Assalto em copiadora
Minutos depois, segundo o soldado Diego, da Polícia Militar, os suspeitos saíram da loja de celular e assaltaram uma copiadora no bairro Santo Antônio. O proprietário do estabelecimento informou que a dupla levou, aproximadamente, R$ 40 e um celular da sua esposa e um de cliente que estava no local, no momento do assalto. O dono da copiadora acionou a polícia pelo 190 e um dos suspeitos foi detido.
“De posse das informações, das características dos criminosos, nos deslocamos e os avistamos, mas um deles ainda conseguiu fugir. Efetuamos a abordagem e aprendemos a arma utilizada nos dois crimes, um dos celulares e a quantia em dinheiro”, disse o soldado.

Um dos criminosos ainda não foi localizado, no Espírito Santo (Foto: Reprodução/TV Gazeta Sul)Um dos criminosos ainda não foi localizado, no Espírito Santo (Foto: Reprodução/TV Gazeta Sul)
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

ELEITOR NÃO PODE SER PRESO


 

Prisões só podem ocorrer em caso de flagrante e definidos em lei eleitoral.
Desde o dia 22 de setembro, também há restrições à prisão de candidatos.

Do G1, em São Paulo
Nenhum eleitor poderá ser preso ou detido a partir desta terça-feira (2), exceto quando houver flagrante, em razão de uma sentença criminal por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto, informa o Tribunal Superior Eleitoral.
Segundo o TSE, a regra faz parte do Código Eleitoral e deverá ser cumprida até 48 horas depois do encerramento da eleição.
Nesta terça também termina o prazo para os partidos políticos e coligações indicarem aos juízos eleitorais representantes para o comitê interpartidário de fiscalização do pleito.
Desde o dia 22 de setembro, candidatos, membros de mesa receptora (como mesários) e fiscais de partidos não podem ser detidos ou presos, salvo em flagrante delito.
As datas seguem o calendário das eleições. O primeiro turno ocorre no dia 7 de outubro.

FARDAMENTO - CAPITULO 2


Policiais reclamam de renovação de farda e secretário afirma que só depois das eleições

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Graziela Rezende
Farda, camiseta, coturno, boina, algema, coldre (suporte para guardar a arma), tonfa (cassetete de plástico), insígnias (bordados) e coletes à prova de balas...O investimento é tão alto que de tempos em tempos policiais militares reclamam pelo fato de ter de comprar a vestimenta, algo que deveria ser reposto pelo governo.
Na prática, são os policiais que pagam, ‘do próprio bolso’, mas as fardas estão previstas para serem entregues a cada seis meses, de acordo com a Lei complementar 053/1990, do Estatuto da PM (Polícia Militar).
“Acho que a tropa está muito desassistida e órfã. Agora nós estamos nos juntando e comprando de uma costureira, que traz os panos da Paraíba e assim sai mais barato. É algo que sabemos que está na lei, mas como ninguém fala por nós é isso que acontece. No meu caso, recebi a última farda em 2008”, diz um policial que há 13 anos está na corporação.
Da mesma maneira diz o colega. Sentado, fazendo um boletim de ocorrência, ele ainda brinca. “Olha moça, não tem nem como te mostrar todos os locais que estão rasgados porque você vai ver coisa que não deve. Dias atrás, comprei um coturno dos melhores, e ele me custou R$ 400. Já o colete paguei R$ 200 e na farda R$ 120. Ou a gente compra, ou a população irá ter descrédito ao ver um policial com uma roupa velha”, diz o soldado.
Em outro pelotão, um policial com 23 anos de atuação, diz a mesma coisa. “A gente faz o que dá. Mesmo cuidando, com o tempo a roupa fica encardida e aos poucos eu vou repondo, porque não tenho nenhuma ajuda de custo para isso. Sei que a última vez que os colegas receberam farda foi em 2010, então a maioria está nesta situação”, comenta o policial.
Lojistas confirmam venda
Para confirmar a denúncia, a reportagem do Midiamax percorreu diversas lojas que vendem os uniformes em Campo Grande e a resposta dos proprietários foi unânime. Com o combinado de não se identificarem, por medo de represália, os donos das lojas disseram que realmente são os policiais, principalmente soldados e cabos, que arcam com a compra do próprio bolso.
”Eles choram, choram muito. Pedem desconto, dizem que não tem ajuda nenhuma para comprar aquilo e assim vai. Eu não posso fazer muita coisa, por isso fico só ouvindo as reclamações”, diz a proprietária de uma loja de artigos militares na região central da cidade.
Em outra, a dona disse que a reclamação é constante e que ela sempre aguarda a abertura de licitações do governo, realizadas uma vez por ano, mas que agora já não acontecem mais.
Secretário confirma falta de fardamento
Em entrevista ao Midiamax, o próprio titular da Sejusp/MS (Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul), Wantuir Jacini, confirmou que faltam fardas.  ”Estamos no período eleitoral e agora as compras estão paradas, mas ao final deste período as licitações serão reabertas”, disse o secretário durante uma coletiva realizada em seu gabinete na última sexta (28).
Questionado a respeito das licitações, o Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto David dos Santos, disse em março deste ano que licitações para a compra de uniformes estariam em andamento, porém em entrevista hoje, ele disse que o ‘processo ainda está parado no governo’.
”Ainda não teve andamento as licitações, mas assim que acabar as eleições vamos comprar farda para todo mundo”, garantiu o comandante da Polícia Militar.
Graziela Rezende

FARDAMENTO -CAPITULO 1 - MARÇO 2012


16/03/2012 14:05

Policiais militares reclamam que falta renovação de fardas para o trabalho

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Graziela Rezende


Com o direito de receber novas fardas a cada seis meses, garantido pela Lei complementar 053/1990, do Estatuto da PM (Polícia Militar), cabos e soldados afirmam receber o uniforme apenas uma vez, no momento em que começam a atuar como policiais e que o gasto médio semestral é de R$ 500 para cada um que quiser adquirir uma nova vestimenta.

“Tenho 25 anos de policial e recebi o fardamento uma única vez, após formado. Ganhei um par de coturno, de farda e duas camisetas. E, se eu quiser estar apresentável à sociedade, sem uma roupa desgastada e encardida, eu mesmo devo tirar dinheiro do meu bolso e arcar com algo que está garantido por lei”, afirma um policial que prefere não se identificar, com medo de represália.

De acordo com a ACS (Associação de Cabos e Soldados), o problema é recorrente e motivo de muita reclamação por parte dos associados.

“Isso realmente tem acontecido e inclusive tivemos uma reunião, em dezembro do ano passado, para discutir com o governador do Estado a respeito. Ele nos garantiu que, em fevereiro deste ano, quando apurasse os investimentos do programa MS Forte, o processo de licitação já estaria em andamento”, explica o presidente da ACS, Edimar Soares da Silva.

Contente com a notícia, Edimar disse estar repassando o compromisso firmado aos colegas policiais. “Não sei detalhes a respeito da licitação, se as fardas serão em número suficiente para um estoque anual ou de uma única vez, porque nada foi confirmado. Mas a ACS está cobrando tanto para a Capital quanto para os militares do interior”, alega o presidente da ACS.

Diferente de cabos e soldados, sargentos e superiores recebem uma remuneração para adquirir a vestimenta. “Eles precisam preencher um requerimento, que é encaminhado à Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública). É um processo burocrático, mas ainda assim eles recebem a verba para comprar novos uniformes”, diz o presidente da ACS.

Licitação

Questionado a respeito das licitações, o Comandante Geral da Polícia Militar, o coronel Carlos Alberto David dos Santos, confirmou que licitações para a compra de uniformes já estão em andamento.

“O Estado irá gastar mais de R$ 4 milhões para a compra de novas fardas aos militares. Se pudesse, eu compraria pessoalmente, mas como se trata de dinheiro público, temos de abrir licitação e passar por todo o processo. E, a decisão administrativa, de distribuição das vestimentas será definida por mim”, explica o Coronel David.

domingo, 30 de setembro de 2012

OFICIAL DA PM É CONDENADO



Justiça condena oficial da PM por simular confronto e matar dois adolescentes

MP comprovou que policial colocou arma junto às vítimas para simular ataque inexistente


O tenente da Polícia Militar Ricardo Araújo Delgado foi condenado pelo Tribunal do Júri de Niterói a dez anos e seis meses de prisão por dois homicídios, e a um ano e dois meses por fraude processual (simular confronto). Os jurados aceitaram totalmente a sustentação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que pediu a absolvição de dois outros réus, os PMs Bruno César Pereira e Ronaldo Timóteo, suspeitos do segundo crime.
O MPRJ conseguiu comprovar que o policial militar colocou uma arma junto às vítimas para simular um confronto inexistente. Para o titular da Promotoria de Justiça junto à 3ª Vara Criminal - Júri, Leandro Silva Navega, o réu atirou nas vítimas de forma covarde e desmotivada.
Foi rejeitada a tese de legítima defesa apresentada pelo defensor do réu. Os dois jovens - um de 15 e outro de 16 anos - foram mortos na localidade de Cantagalo, em Niterói, região metropolitana do Rio, em março de 2009.
O Juiz da 3ª Vara Criminal, Peterson Barroso Simão, assinalou na sentença que cabia ao réu, como policial militar, "dar bom exemplo e defender o cidadão e a sociedade e não prejudicá-los. Ele desferiu disparo de armas de fogo de grosso calibre contra dois menores indefesos em avenida movimentada. Poderia abordá-los e detê-los sem necessidade de confronto armado".
Os jurados também reconheceram que o oficial colocou a arma no local. Segundo a sentença, a colocação da arma aconteceu "com o objetivo de confundir todo o trabalho policial e judicial, o que não condiz com a alta responsabilidade do cargo que ocupa". O juiz declarou também a perda judicial do cargo público pelo oficial.

sábado, 29 de setembro de 2012

FILME

HOJE É DIA DO POLICIAL


DIA DO POLICIAL

Dia do Policial
Hoje comemoramos o dia do policial! A palavra polícia vem do latim "politia", e significa governo de uma cidade. Sua função é manter a ordem pública, e combater o crime.
Há diversos tipos de policiais. Aqui no Brasil, a autoridade é dividida entre a polícia militar e a polícia civil. O policial militar, que também abrange os bombeiros, tem como principal função preservar a ordem pública. Já o policial civil, é representado por delegados, e são eles que comandam as investigações.
Os policiais e bombeiros podem ser considerados heróis em muitos casos. Pois estão sempre fazendo tudo que podem para proteger e salvar o próximo. Parabéns a todos esses profissionais tão dedicados!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

CABO BRUNO É ASSASSINADO



Crime ocorreu em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.
Ex-policial fez parte do esquadrão da morte e ficou preso por 27 anos.

Renato Ferezim e Márcio RodriguesDo G1 Vale do Paraíba e Região
Cabo Bruno foi morto quando chegava de carro em casa na noite desta quarta-feira (26) (Foto: Renato Ferezim/G1) (Foto: Renato Ferezim/G1)Cabo Bruno foi morto quando chegava de carro em casa na noite desta quarta-feira (26). Ele voltava de um culto celebrado na cidade de Aparecida. (Foto: Renato Ferezim/G1)
O ex-policial militar Florisvaldo de Oliveira, conhecido como Cabo Bruno, de 53 anos, foi excutado na noite da última quarta-feira (26), em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. O crime ocorreu por volta das 23h45 no bairro Quadra Coberta, quando ele chegava em casa, após participar de um culto na cidade de Aparecida.
Cabo Bruno estava solto havia 35 dias depois de cumprir 27 anos de prisão e ser beneficiado, no dia 23 de agosto, pela lei do indulto pleno. Ex-policial militar, ele era suspeito de cometer mais de 50 assassinatos na década de 80 na capital paulista como chefe do esquadrão da morte e chegou a ser condenado a 120 anos de prisão. 
De acordo com a Polícia Militar, Florisvaldo estava acompanhado de parentes quando voltava para casa, que fica na rua Álvaro Leme Celidônio, quando dois homens chegaram - um de cada lado da rua -  e efetuaram cerca de 20 disparos contra o ex-policial, que morreu na hora. A maior parte dos tiros atingiu o rosto e o abdômen. Nada foi levado e mais ninguém ficou ferido.
Cabo Bruno foi morto um mês após ganhar a liberdade (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)Cabo Bruno atuava como pastor evangélico já na
prisão. (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Segundo o tenente da PM, Mario Tonini, os tiros partiram de pistolas calibre ponto 45 e 380. "Foram vários disparos só contra ele e tudo indica que foi uma execução, mas ainda depende da investigação da Polícia Civil", disse ao G1.

Os parentes estão abalados e relataram à reportagem desconhecer os autores dos disparos. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Pindamonhangaba, onde permanece até a manhã desta quinta-feira (27).
Indulto pleno
Cabo Bruno cumpria desde 2002 a pena na penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, a P2 de Tremembé, onde atuava como pastor. Em 2009, o advogado de defesa pediu a progressão da pena - do regime fechado para o semiaberto. Os exames criminológicos apontaram bom comportamento do preso.
Em 14 de agosto de 2012, o promotor Paulo José de Palma, responsável pelo processo do Cabo Bruno, encaminhou um parecer favorável ao indulto para a decisão final da Vara Criminal.
Junto com o parecer do promotor, baseado em lei que prevê a liberdade definitiva para presos com bom comportamento e com mais de 20 anos de prisão cumpridos, estão documentos com elogios de funcionários e da própria direção da P2 quanto à conduta de Florisvaldo na unidade.

Em agosto, na saída temporária dos presos no Dia dos Pais, o cabo deixou a penitenciária pela primeira vez. A saída foi comemorada por amigos no site de relacionamento da mulher dele, uma cantora evangélica que se casou com Florisvaldo dentro da penitenciária.

Esquadrão da Morte, prisões e fugas
Cabo Bruno é beneficiado com saída temporária (Foto: Reprodução/TV Globo)Imagem do ex-policial na década de 1980.
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Cabo Bruno foi preso pela primeira vez em 1983 e levado para o presídio militar Romão Gomes, na capital. Entre 1983 e 1990, o ex-pm fugiu três vezes da unidade, uma delas inclusive depois de fazer funcionários reféns. Em maio de 1991 foi recapturado pela quarta vez, e nunca mais saiu.
Em junho de 1991 Florisvaldo foi levado para a Casa de Custódia de Taubaté, onde ficou até 1996. Dentro do piranhão da Custódia, unidade onde nasceu uma das principais facções criminosas do Estado, o ex-policial permaneceu os mais de cinco anos em uma cela isolado 24 horas dos demais presos.
Em 1996, Florisvaldo foi levado para o Centro de Observação Criminológica, onde ficou até 2002, quando foi transferido para a P2 de Tremembé. Em 2009 ele passou do pavilhão do regime fechado da P2 para o semiaberto, dentro da mesma unidade, separados apenas por uma muralha.

Em 2012, ele teve o benefício da saída temporária do Dia dos Pais, ganhando o indulto pleno e sendo liberado no dia 23 de agosto.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ELEIÇÕES 2012


Reunião entre PM e juiz define planos de atuação para as eleições

 
Renan Nucci
Coronel Ary Carlos Barbosa disse que até mesmo os militares que estão de férias vão atuar. (Foto: Renan Nucci)
O comandante do batalhão da Polícia Militar em Dourados, coronel Ary Barbosa, se reuniu nesta terça-feira com o juiz da 43ª Zona Eleitoral (que também abrange o município de Itaporã), Waldir Marques, para definir os planos de ação durante o período eleitoral que se aproxima.
Segundo Barbosa, cerca de 300 policiais deverão estar nas ruas para garantir tranquilidade a eleitores e candidatos. Os trabalhos de fiscalização serão intensificados na semana que antecede as eleições do próximo dia 7, contudo, alguns militares começaram a averiguar denúncias.
“Já havia um plano de trabalho para a 18ª Zona Eleitoral, que compreende Dourados e Douradina, e apenas o adaptei com a 43ª, para que todos sejam atendidos. O objetivo é coibir crimes eleitorais como venda de votos, tentativas de suborno, entre outros”, explicou o comandante do batalhão.
EFETIVO NAS RUAS
O coronel explica que cada uma das 110 seções terá dois policiais. A Guarda Municipal (GM) irá ceder 51 homens para apoiar a PM e a Polícia Militar Ambiental (PMA), colocará 10 pessoas à disposição, por isso, ele acredita que estas eleições serão tranquilas, sem graves ocorrências.
“É preciso que todas as autoridades se unam para garantir a ordem. Cada um de nossos segmentos (P-2, Getam, Força Tática e Rádio Patrulha) já recebeu suas orientações. A movimentação está tranquila, por enquanto apenas alguns candidatos foram multados por propaganda irregular”, explica.
O comandante continua: “Agentes do Serviço Reservado (P-2), estão averiguando algumas ocorrências. Nos dias que seguem, vários deles serão deslocados às cidades das 18ª e 43ª zonas, descaracterizados, para aumentar ainda mais as possibilidades de flagrante”, explicou.
POLÍCIA FEDERAL EM AÇÃO
A Polícia Federal deverá trabalhar normalmente durante as eleições, mesmo estando com 70% do efetivo inativo por causa da greve, garantiu o representante do Sindicato dos Policiais Federais de Mato Grosso do Sul (Sinpef/MS) em Dourados, agente Carlos Silva, em recente entrevista.
Segundo ele, os policiais vão garantir a vigilância das urnas, apuração de crimes eleitorais, segurança de juizes e outras tarefas. “Decidimos isso em reunião virtual em âmbito nacional realizada no início do mês. Neste período, vamos desempenhar nossas funções como sempre fizemos”, explicou Silva.
Fonte: www.douradosagora.com.br