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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PERSEGUIÇÃO COM MULHER REFEM


Dois homens foram presos, após perseguição policial, pela avenida Raimundo Pereira de Magalhães, no bairro do Jaraguá, zona norte da capital paulista. Segundo o Tenente PM Vasquez, que esteve na ocorrência, os policiais receberam uma denúncia de que uma mulher estava sendo mantida refém dentro de seu veículo roubado. 

Uma viatura da Força Tática do 18º Batalhão avistou um carro com as descrições passadas nas proximidades do numero 6.000 da mesma avenida. Ao tentar abordar o veículo, os suspeitos não pararam e seguiram em alta velocidade. A perseguição acabou na rua Tufik Nereb.
Os policiais conseguiram liberar a refém e prender os dois bandidos. A ocorrência foi encaminhada para a Central de Flagrantes do 20º Distrito Policial.
 
 
 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

PRESO FOGE DO CAMBURÃO

   
Um preso conseguiu fugir do camburão quando chegava ao presídio, em Florianópolis, Santa Catarina. O carro da polícia aguarda a abertura do portão da penitenciária e, quando o veículo começa a andar, o preso abre o camburão e foge correndo.

EXCLUSIVIDADE COM BB VAI ACABAR


BB fecha acordo no Cade para acabar com exclusividade em crédito consignado


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) assinou acordo com o Banco do Brasil (BB) no qual o banco público se compromete a deixar imediatamente de exigir que os funcionários públicos que recebem a remuneração pelo banco só obtenham crédito consignado com a instituição. A decisão desta quarta-feira foi unânime e sem restrições.
Assim, os servidores públicos estão livres para contratar crédito com desconto em folha de pagamento em qualquer outra instituição financeira. Pelo acordo, o BB vai desembolsar quase R$ 100 milhões, sendo que R$ 65 milhões vão para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD) e R$ 34 milhões referem-se à multa aplicada pelo Cade pelo descumprimento da medida preventiva, do ano passado, que obrigou o banco a cessar o contrato de exclusividade.
O acordo entre o Cade e o BB abrange não apenas os contratos que vierem a ser firmados, mas também os já existentes. A tentativa do BB em manter a exclusividade no empréstimo com desconto em folha para servidores que recebem seus salários no banco já foi derrotada duas vezes no Poder Judiciário, em novembro de 2011 e janeiro deste ano.
O Banco do Brasil chegou a questionar no decorrer do processo a competência do Cade para julgar uma ação anticoncorrencial no setor financeiro, alegando que apenas o Banco Central poderia atuar na questão. Hoje, o conselheiro Marcos Paulo Veríssimo, relator do processo, reiterou que o colegiado tem competência para analisar questões do mercado financeiro porque, entre outros fatos, está tratando de atos fins. “As competências do Cade e do BC são complementares, sendo possível a jurisdição do Cade no âmbito da concorrência no setor financeiro”, afirmou.
Foi a Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais (Fesempre) que entrou com representação na Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça contra o banco público, o que levou a instaurar o processo no Cade. O conselheiro Veríssimo disse que ela deve ser uma “fiscalizadora privada” do que foi firmado.
O BB argumentou também que outros bancos, sem citar nomes, adotam a mesma prática. O conselheiro Veríssimo disse que vai encaminhar a alegação do banco público à Superintendência-Geral do Cade para que ela analise a questão.

Fonte: midiamax

domingo, 7 de outubro de 2012

ELEIÇÕES - RESULTADO

CLICK NA IMAGEM
FONTE : GRANDE FM

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

VIDEO DE ASSASSINATO DE POLICIAL MILITAR EM SP.



A polícia divulgou no início da noite desta quinta-feira (4) as imagens de câmeras de monitoramento do local onde um policial militar foi morto em São Vicente, no litoral de São Paulo. O crime aconteceu no bairro Parque São Vicente na tarde de quarta-feira (3).

Segundo testemunhas, o policial Fábio Passos de Sá estava em frente a um depósito de metais quando homens chegaram em uma moto e efetuaram vários disparos contra ele. O PM, que não estava fardado, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Fábio tinha 35 anos e estava há 12 na corporação. Imagens do sistema de segurança do comercio serão analisados para tentar identificar os criminosos.


Parentes, amigos e muitos policiais militares foram ao velório se despedir da vítima. Floracir Passos de Sá, irmã do PM, disse que ele nunca havia sofrido ameaças, mas andava preocupado com as mortes de policiais. "Todos os dias ele costumava muito falar com a minha mãe. Na verdade, ele tentava nos preparar, porque ele temia muito pelo o que está acontecendo, com muitas mortes de policiais. Ele falava: 'ai, será que eu posso ser a próxima vítima?'", conta.
O comando da Polícia Militar diz que não é possível afirmar se existe alguma ligação da morte do soldado com outros 11 assassinatos que aconteceram na Baixada Santista no período de 24 horas.
A corporação prometeu rigor na apuração do caso. "Foi instaurado uma sindicância por parte do comando do batalhão pára se apurar as circunstâncias, além disso existe também o registro de ocorrência na delegacia de Polícia Civil que está investigando o caso, justamente para chegar a algum indício de autoria, materialidade e dos reais motivos que levaram a esse crime", afirma o major José Milat, da Polícia Militar.


G1 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PISTOLEIROS EXECUTAM TÚLU, DONO DE JORNAL


Pistoleiros executam Tulú Georges e um dos seus acompanhantes
Data da publicação: 04-10-2012 
PONTA PORÃ: Pistoleiros em uma caminhonete modelo Chevrolet/Blazer, cor preta, atiraram contra um veículo Mitsubishi/ Pajero, com placas de Ponta Porã, por volta das 16h30 dessa quinta-feira, 4.

Dentro do carro atingido estava o dono do Jornal da Praça, Luiz Henrique Georges "Tulú"  e mais duas pessoas identificadas como Nery Vera, vulgo “Gordo” que também faleceu e Ananías Duarte quem foi auxiliado até  o Hospital Regional e sua vida não corria perigo.

Até o momento ninguém foi preso suspeito de ter cometido o duplo homicídio e ainda a tentativa.
Ainda não há informações confirmadas se os mesmos homens que executaram Rocaro, em 11 de fevereiro deste ano, também na mesma avenida onde ocorreu o crime dessa quinta, foram os mesmos que mataram Luiz Henrique.

Uma das hipóteses sobre o assassinato de Paulo Rocaro é que foi retaliação sobre as matérias de cunho investigativo que escrevia. 


COMERCIANTE REAGE ASSALTO SUSPEITO ATIRA E ARMA FALHA

Do G1 ES



Comerciante reage a assalto, suspeito atira e arma falha no ES












Um comerciante reagiu a um assalto e quase foi baleado na tarde desta quarta-feira (2), em Cachoeiro de Itapemirim, na região Central Sul do Espírito Santo, segundo a polícia. A ação dos criminosos foi registrada pelas imagens de vídeo monitoramento da loja de celular, conforme mostra a reportagem do Bom Dia ES.
Policiais disseram que um dos suspeitos ainda tentou atirar no comerciante, mas a arma falhou três vezes. Um dos suspeitos foi preso e encaminhado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) do município, após assaltar uma copiadora no bairro vizinho. O outro criminoso ainda não foi localizado.

O comerciante, que não quis se identificar, contou que um dos criminosos entrou na loja e o outro ficou do lado de fora dando cobertura. “Ele perguntou se fazíamos conserto de celular e respondi que sim. Em seguida, o suspeito anunciou o assalto, puxou um revólver e pediu para passar o celular da vitrine. Eu disse que não ia entregar e que se ele quisesse atirar poderia atirar. Depois disso, começamos a brigar. O rapaz que estava do lado de fora entrou na loja, praticamente arrombando a porta que estava trancada, e iniciamos uma luta corporal. Um deles ainda atirou, mas a arma falhou e eles fugiram”, relatou o vendedor.
O dono da loja de celular contou que não queria reagir mas ficou apreensivo, pois já foi assaltado há pouco tempo. Em agosto deste ano, sua loja foi assaltada e teve um prejuízo de R$ 3 mil em mercadorias. "Está complicado a situação aqui em Cachoeiro, tem muito ladrão”, contou a vítima.
Assalto em copiadora
Minutos depois, segundo o soldado Diego, da Polícia Militar, os suspeitos saíram da loja de celular e assaltaram uma copiadora no bairro Santo Antônio. O proprietário do estabelecimento informou que a dupla levou, aproximadamente, R$ 40 e um celular da sua esposa e um de cliente que estava no local, no momento do assalto. O dono da copiadora acionou a polícia pelo 190 e um dos suspeitos foi detido.
“De posse das informações, das características dos criminosos, nos deslocamos e os avistamos, mas um deles ainda conseguiu fugir. Efetuamos a abordagem e aprendemos a arma utilizada nos dois crimes, um dos celulares e a quantia em dinheiro”, disse o soldado.

Um dos criminosos ainda não foi localizado, no Espírito Santo (Foto: Reprodução/TV Gazeta Sul)Um dos criminosos ainda não foi localizado, no Espírito Santo (Foto: Reprodução/TV Gazeta Sul)
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

ELEITOR NÃO PODE SER PRESO


 

Prisões só podem ocorrer em caso de flagrante e definidos em lei eleitoral.
Desde o dia 22 de setembro, também há restrições à prisão de candidatos.

Do G1, em São Paulo
Nenhum eleitor poderá ser preso ou detido a partir desta terça-feira (2), exceto quando houver flagrante, em razão de uma sentença criminal por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto, informa o Tribunal Superior Eleitoral.
Segundo o TSE, a regra faz parte do Código Eleitoral e deverá ser cumprida até 48 horas depois do encerramento da eleição.
Nesta terça também termina o prazo para os partidos políticos e coligações indicarem aos juízos eleitorais representantes para o comitê interpartidário de fiscalização do pleito.
Desde o dia 22 de setembro, candidatos, membros de mesa receptora (como mesários) e fiscais de partidos não podem ser detidos ou presos, salvo em flagrante delito.
As datas seguem o calendário das eleições. O primeiro turno ocorre no dia 7 de outubro.

FARDAMENTO - CAPITULO 2


Policiais reclamam de renovação de farda e secretário afirma que só depois das eleições

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Graziela Rezende
Farda, camiseta, coturno, boina, algema, coldre (suporte para guardar a arma), tonfa (cassetete de plástico), insígnias (bordados) e coletes à prova de balas...O investimento é tão alto que de tempos em tempos policiais militares reclamam pelo fato de ter de comprar a vestimenta, algo que deveria ser reposto pelo governo.
Na prática, são os policiais que pagam, ‘do próprio bolso’, mas as fardas estão previstas para serem entregues a cada seis meses, de acordo com a Lei complementar 053/1990, do Estatuto da PM (Polícia Militar).
“Acho que a tropa está muito desassistida e órfã. Agora nós estamos nos juntando e comprando de uma costureira, que traz os panos da Paraíba e assim sai mais barato. É algo que sabemos que está na lei, mas como ninguém fala por nós é isso que acontece. No meu caso, recebi a última farda em 2008”, diz um policial que há 13 anos está na corporação.
Da mesma maneira diz o colega. Sentado, fazendo um boletim de ocorrência, ele ainda brinca. “Olha moça, não tem nem como te mostrar todos os locais que estão rasgados porque você vai ver coisa que não deve. Dias atrás, comprei um coturno dos melhores, e ele me custou R$ 400. Já o colete paguei R$ 200 e na farda R$ 120. Ou a gente compra, ou a população irá ter descrédito ao ver um policial com uma roupa velha”, diz o soldado.
Em outro pelotão, um policial com 23 anos de atuação, diz a mesma coisa. “A gente faz o que dá. Mesmo cuidando, com o tempo a roupa fica encardida e aos poucos eu vou repondo, porque não tenho nenhuma ajuda de custo para isso. Sei que a última vez que os colegas receberam farda foi em 2010, então a maioria está nesta situação”, comenta o policial.
Lojistas confirmam venda
Para confirmar a denúncia, a reportagem do Midiamax percorreu diversas lojas que vendem os uniformes em Campo Grande e a resposta dos proprietários foi unânime. Com o combinado de não se identificarem, por medo de represália, os donos das lojas disseram que realmente são os policiais, principalmente soldados e cabos, que arcam com a compra do próprio bolso.
”Eles choram, choram muito. Pedem desconto, dizem que não tem ajuda nenhuma para comprar aquilo e assim vai. Eu não posso fazer muita coisa, por isso fico só ouvindo as reclamações”, diz a proprietária de uma loja de artigos militares na região central da cidade.
Em outra, a dona disse que a reclamação é constante e que ela sempre aguarda a abertura de licitações do governo, realizadas uma vez por ano, mas que agora já não acontecem mais.
Secretário confirma falta de fardamento
Em entrevista ao Midiamax, o próprio titular da Sejusp/MS (Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul), Wantuir Jacini, confirmou que faltam fardas.  ”Estamos no período eleitoral e agora as compras estão paradas, mas ao final deste período as licitações serão reabertas”, disse o secretário durante uma coletiva realizada em seu gabinete na última sexta (28).
Questionado a respeito das licitações, o Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto David dos Santos, disse em março deste ano que licitações para a compra de uniformes estariam em andamento, porém em entrevista hoje, ele disse que o ‘processo ainda está parado no governo’.
”Ainda não teve andamento as licitações, mas assim que acabar as eleições vamos comprar farda para todo mundo”, garantiu o comandante da Polícia Militar.
Graziela Rezende

FARDAMENTO -CAPITULO 1 - MARÇO 2012


16/03/2012 14:05

Policiais militares reclamam que falta renovação de fardas para o trabalho

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Graziela Rezende


Com o direito de receber novas fardas a cada seis meses, garantido pela Lei complementar 053/1990, do Estatuto da PM (Polícia Militar), cabos e soldados afirmam receber o uniforme apenas uma vez, no momento em que começam a atuar como policiais e que o gasto médio semestral é de R$ 500 para cada um que quiser adquirir uma nova vestimenta.

“Tenho 25 anos de policial e recebi o fardamento uma única vez, após formado. Ganhei um par de coturno, de farda e duas camisetas. E, se eu quiser estar apresentável à sociedade, sem uma roupa desgastada e encardida, eu mesmo devo tirar dinheiro do meu bolso e arcar com algo que está garantido por lei”, afirma um policial que prefere não se identificar, com medo de represália.

De acordo com a ACS (Associação de Cabos e Soldados), o problema é recorrente e motivo de muita reclamação por parte dos associados.

“Isso realmente tem acontecido e inclusive tivemos uma reunião, em dezembro do ano passado, para discutir com o governador do Estado a respeito. Ele nos garantiu que, em fevereiro deste ano, quando apurasse os investimentos do programa MS Forte, o processo de licitação já estaria em andamento”, explica o presidente da ACS, Edimar Soares da Silva.

Contente com a notícia, Edimar disse estar repassando o compromisso firmado aos colegas policiais. “Não sei detalhes a respeito da licitação, se as fardas serão em número suficiente para um estoque anual ou de uma única vez, porque nada foi confirmado. Mas a ACS está cobrando tanto para a Capital quanto para os militares do interior”, alega o presidente da ACS.

Diferente de cabos e soldados, sargentos e superiores recebem uma remuneração para adquirir a vestimenta. “Eles precisam preencher um requerimento, que é encaminhado à Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública). É um processo burocrático, mas ainda assim eles recebem a verba para comprar novos uniformes”, diz o presidente da ACS.

Licitação

Questionado a respeito das licitações, o Comandante Geral da Polícia Militar, o coronel Carlos Alberto David dos Santos, confirmou que licitações para a compra de uniformes já estão em andamento.

“O Estado irá gastar mais de R$ 4 milhões para a compra de novas fardas aos militares. Se pudesse, eu compraria pessoalmente, mas como se trata de dinheiro público, temos de abrir licitação e passar por todo o processo. E, a decisão administrativa, de distribuição das vestimentas será definida por mim”, explica o Coronel David.