Pages

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

PEC 300


PEC 300 é incompatível com a realidade dos estados

Velloso afirma que o piso de R$ 3.500 é incompatível com o orçamento de diversos estados brasileiros. Para o especialista, a remuneração dos policiais civis e militares deve estar de acordo com as limitações orçamentárias de cada estado. “Cada estado deve pagar o que pode.” Velloso alertou os governadores. “É preciso lutar para que a emenda não seja aprovada, porque depois de aprovada terá que ser implementada.”

MATO GROSSO DO SUL TEM O 23º PIOR SALÁRIO DO BRASIL


PM aguarda para março reunião com governo do Estado para discutir salário

Graziela Rezend




Com grande parte dos servidores insatisfeitos com o salário, a PM/MS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) aguarda para o próximo mês a reunião já agendada com o Governo do Estado.

“A reunião será específica para discutir o pagamento da categoria. Vai ser feito um estudo com a ACS (Associação de Cabos e Soldados), o Clube dos Oficiais e Associação dos Subtenentes e Sargentos para definir uma proposta, antes disso não vamos dar início a nenhuma negociação salarial. Mas o governo já se posicionou de uma boa maneira e disse que está aberto a negociações”, afirmou o comandante geral da PM, Coronel Carlos Alberto Davi dos Santos.
Cabos e Soldados da PM

Muito cobrada a respeito do aumento de salário, principalmente na categoria de cabos e soldados, a ACS conta que também fará reuniões na Capital e no interior para definir os índices e reajustes, a serem exigidos por parte do Governo do Estado.


“Queremos melhorar principalmente o pagamento de cabos e soldados, que após cinco anos de serviço continuam com o salário de R$ 1.950. É o 23° salário do país, atrás do Mato Grosso, Maranhão, Paraíba e Pernambuco, segundo um levantamento realizado pelo Jornal Folha de São Paulo”, diz o vice-presidente da ACS, Cláudio Souza.

Em 2011, o índice de aumento da categoria foi de 6%, com exceção dos cabos e soldados, que tiveram um índice maior, equivalente a 9,24%.

“Temos em Lei uma tabela que vai até 2013 e determina um reajuste funcional a cada quinquênio. É um avanço salarial, mas muito pouco perto do que a categoria pede, então esperamos que a negociação atenda as nossas necessidades”, afirma o vice-presidente da ACS, Cláudio Souza.

Tabela fornecida pela Associação de Cabos e Soldados da PM
Fonte:midiamax e folha .com

ATENTADO MATA JORNALISTA


Jornalista Paulo Rocaro morre em atentado em Ponta Porã


Jornalista Paulo Rocaro morre em atentado em Ponta Porã

Jornalista Paulo Rocaro morre em atentado em Ponta Porã

 Na noite de ontem domingo (12) o jornalista e escritor, editor chefe do Jornal Da Praça e diretor do Site Mercosulnews.com, Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, mais conhecido como Paulo Rocaro, sofreu um atentado na cidade de Ponta Pora/MS.

Paulo Rocaro transitava pela avenida Brasil no centro de Ponta Porã as 23:30 hs, em um veiculo Fiat Idea, cor plata, placa HSJ 0049 de Ponta Porã MS, sentido centro bairro, quando foi atacado por dois pistoleiros que estavam a bordo de uma motocicleta tipo Traill, que dispararam mais de 12 tiros de pistola 9mm contra o jornalista, o mesmo recebeu cinco impactos no corpo e foi socorrido pelos agentes do corpo de Bombeiro ao hospital regional de Ponta Porã, onde as 04:20 hs, entrou em óbito, segundo o informe médico o mesmo não resistiu as multiplas lesões produzidas pelos disparos de arma de fogo.
As primeiras informações apontam que o crime contra o jornalista poderia ter motivações politicas, mas a policia não descarta outras hipóteses, o SIG da policia civil investigara o caso, os mesmos solicitaram as imagens dos circuitos de seguranças existentes na região do atentado.

Em decorrência desta lamentável perda em nossa cidade, não haverá expediente no site Mercosul News. 
 
Fonte: mercosul news

domingo, 12 de fevereiro de 2012

POLICIA PRESA, BANDIDOS SOLTOS


Libertem esses homens! .

O PODER DA GLOBO


REDE GLOBO MANIPULA A POPULAÇÃO CONTRA AS MANIFESTAÇÕES DE MILITARES, PARA NÃO PERDER O FATURAMENTO DO CARNAVAL DO RJ E DA BAHIA...


Não queremos rechaçar o livre direito de expressão da imprensa no Brasil, pois assim estaríamos negando o nosso próprio direito de manifestação do pensamento. Mas na nossa visão, a Rede Globo tentou, mais uma vez, ‘potencializar’ os reais objetivos da greve de policiais no estado da Bahia.
Numa relativamente ampla reportagem exibida no Jornal Nacional desta quarta-feira (8), a emissora veiculou trechos de ligações telefônicas onde líderes do movimento “combinam a greve para prejudicar o Carnaval”. Ou seja, a greve só existe para barrar a festa baiana.
A notícia, da forma como foi veiculada, apresenta um misto de mentira (ou ‘equívoco’, no mínimo) e obviedade. Primeiro, a greve não existe por causa do Carnaval, e sim da recusa do governo em atender as reivindicações dos policiais. Pleitos atendidos, Carnaval garantido. Ou não?
Segundo, é claro que cruzar os braços, em qualquer categoria (não apenas nas polícias) interfere, inevitavelmente, na ‘qualidade’ dos serviços prestados. A diferença é que a importância do policial só é vistas nessas horas.
Greve de médicos não fecha escolas. A de policiais, sim. Greve de professores não pára taxis nem transporte coletivo. A de policiais, sim. Metalúrgicos, quando cruzam os braços, não resulta em cancelamento de shows e viagens. É o que está acontecendo na Bahia hoje e o que deverá ocorrer no Rio de Janeiro nos próximos dias, sendo esta, portanto, a preocupação da Rede Globo.
Não queremos, jamais, diminuir a importância de médicos, professores, metalúrgicos ou quem quer que seja. Mas convenhamos: nenhum movimento grevista é tão preocupante como o da segurança pública (pelo menos é o que se percebe). 
Por que não tratar os profissionais com a importância que sua falta significa?
Mais uma vez, a grande mídia opta por ‘atacar’ os policiais, em vez de fomentar um grande debate sobre como melhorar a segurança pública para o cidadão, com estrutura e salários condizentes com o ofício.
Do contrário, é amargar a certeza dos prejuízos ora contabilizados. 


sábado, 11 de fevereiro de 2012

ACABOU GREVE NA BAHIA

Assembleia decreta o fim da greve da Polícia Militar na Bahia


Policiais militares saem da greve com a garantia de um reajuste e pagamento de gratificações. Mas o governo não vai revogar os pedidos de prisão de 12 policiais


No décimo segundo de paralisação, a greve dos policiais militares da Bahia foi oficialmente encerrada. O ponto final a paralisação foi decretado neste sábado, após assembleia da Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra), no sindicato dos bancários, em Salvador.




Após a assembleia, os policiais disseram que continuam insatisfeitos com a proposta do governo do Estado. “Mas voltaremos ao trabalho pela sociedade”, assinalou o líder da greve Ivan Leite, lotado na 14ª CIPM, em Lobato, subúrbio de Salvador.


Durante a greve, o número de homicídio cresceu assustadoramente. Do dia 31 até hoje, 166 pessoas foram assassinadas em Salvador e região metropolitana. Durante todo o mês de fevereiro de 2011, foram 172 homicídios.


Os policiais militares da Bahia saem da greve com a garantia de um reajuste de 6,5% (extensivo a todo o funcionalismo público), anistia administrativa para os grevistas e o pagamento da GAP IV até abril do ano que vem; e da GAP V até 2015. Segundo o governo, com o pagamento das gratificações, os policiais terão um ganho real de 30%. Uma das reivindicações dos grevistas, a revogação da prisão dos líderes do movimento, não foi aceita pelo governador Jaques Wagner.


A Aspra, que liderou o movimento grevista, deve ganhar mais associados. Há expectativa de que dois mil policiais insatisfeitos com a condução das demais associações ingressem na Aspra, que atualmente tem 900 associados. Essa foi a terceira assembleia em uma semana. O início atrasou em três horas e o número de policiais foi o menor já visto.

Em todas as assembleias realizadas desde a prisão de Marcos Prisco, que vinha liderando o movimento, a imprensa virou alvo de críticas dos grevistas. Neste sábado, não foi diferente. Enquanto o repórter Genildo Lawinsky fazia um entrada ao vivo no BATV (da Rede Bahia, afiliada da TV Globo), um manifestante empunhou cartaz com a inscrição ‘Rede Bahia mentira todo dia’.

A greve

A paralisação foi anunciada na noite do dia 31 de janeiro. Desde então, grevistas e suas famílias começaram a protestar em frente a Assembleia Legislativa do Estado.


O clima ficou mais tenso no dia 6, quando soldados do Exército, da Força Nacional e Polícia Federal, militares da Tropa de Choque e do grupo de operações especiais ocuparam os entornos da Assembleia para tentar cumprir mandados de prisão expedidos pela Justiça baiana contra os líderes do movimento, que estavam no pátio do local. Chegou a haver alguns confrontos, mas ninguém ficou ferido com gravidade.


A greve perdeu força na quarta-feira depois da divulgação de gravações mostrando líderes grevistas, como o presidente da Aspra, Marco Prisco, negociando atos de vandalismo. Na madrugada seguinte, grevistas e seus familiares deixaram a assembleia e Marco Prisco foi detido. A Aspra, que era a única entidade que ainda defendia a manutenção da greve, ficou sem líder. Desde então, ninguém assumiu a liderança do movimento e os outros representantes da Aspra preferiram não ser identificados com medo de serem presos.

No dia seguinte, os policiais começaram a retornar ao trabalho e, segundo o comandante-geral, coronel Alfredo Castro, 85% do efetivo já estaria nas ruas. Ele também informou que os grevistas que insistissem no movimento, a partir de então, teriam o ponto cortado e sofreriam sanções administrativas. Neste sábado, os policiais encerraram o movimento.


Outros Estados:


Rio de Janeiro: Rio não registra ocorrências graves na madrugada
DF: Maior salário do Brasil, militares do DF fazem movimento por melhorias salariais


PM E PM2 DE DOURADOS FRUSTAM LADRÕES DE GOIANIA


Homens são presos por tentativa de estelionato em Dourados









Alan Rodrigues da Costa, de 30 anos e Vinicius Dias de Oliveira, de 31 anos, ambos moradores em Goiânia, foram presos pela Polícia Militar acusados de tentativa de estelionato.
Eles Aplicavam um golpe conhecido como “Chupa Cabra”, no qual instalavam uma máquina nos caixas eletrônicos e quando alguém fazia algum depósito o envelope com o dinheiro caía nessa máquina.
Em relato à polícia eles afirmaram que instalaram 10 máquinas em duas agências bancárias de Dourados, nos bancos Itaú e Bradesco. Até agora, apenas cinco dessas máquinas foram encontradas pela polícia.
Alan e Vinicius foram descobertos quando um cliente de um dos bancos fez um depósito e verificou que no extrato o dinheiro não havia caído. Foi quando ele notou que algo estava errado com o caixa eletrônico e decidiu chamar a polícia, que através de investigação, identificou os dois acusados.
Com eles foram encontrados ainda mais 23 máquinas prontas para serem instaladas, R$ 2,400 em dinheiro, vários documentos e um carro Export preto com placas MFX 5720 de Goiânia. Os acusados estão presos no 1° Distrito Policial.
f
Fonte: douradosnews

OFICIAIS E PRAÇAS JUNTOS


Líderes de greve na PM se entregam em quartel no Rio

O major Hélio Oliveira e o cabo João Carlos Gurgel estão entre os 11 policiais que tiveram prisão decretada nesta sexta

Do Portal Terra
000_Mvd6202188.jpg
Dois policiais militares que tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça do Rio de Janeiro se apresentaram no final da manhã desta sexta-feira (10) no Quartel General da Polícia Militar, no centro da capital fluminense. O major Hélio Oliveira e o cabo João Carlos Gurgel estão entre os 11 policiais que tiveram prisão decretada por serem considerados líderes da paralisação das policias Militar e Civil e do Corpo de Bombeiros, decretada pelas categorias na madrugada desta sexta.
Os dois policiais chegaram na unidade acompanhados de outros oficiais ligados ao sindicato. Entre eles o inspetor da Polícia Civil Francisco Chao. "Quem foge e tem medo de polícia é bandido, nós somos policiais", disse ele ao entrar no prédio.
A greve no Rio
Policiais civis, militares e bombeiros do Rio de Janeiro confirmaram, na quinta-feira, que entrariam em greve. A opção pela paralisação foi ratificada em assembleia na Cinelândia, no Centro, que reuniu pelo menos 2 mil pessoas.
A orientação do movimento é que apenas 30% dos policiais civis fiquem nas ruas durante a greve. Os militares foram orientados a permanecerem junto a suas famílias nos quartéis e não sair para nenhuma ocorrência, o que deve ficar a cargo do Exército e da Força Nacional, que já haviam definido preventivamente a cessão de 14,3 mil homens para atuarem no Rio em caso de greve.
Os bombeiros prometem uma espécie de operação padrão. Garantem que vão atender serviços essenciais à população, especialmente resgates que envolvam vidas em risco, além de incêndios e recolhimento de corpos. Os salva-vidas que trabalham nas praias devem trabalhar sem a farda, segundo o movimento grevista.
Policiais e bombeiros exigem piso salarial de R$ 3,5 mil. Atualmente, o salário base fica em torno de R$ 1,1 mil, fora as gratificações. O movimento grevista quer também a libertação do cabo bombeiro Benevenuto Daciolo, detido administrativamente na noite de quarta-feira e com prisão preventiva decretada, acusado de incitar atos violentos durante a greve de policiais na Bahia.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A MAIS DE 30 ANOS O PAÍS JÁ NÃO TINHA REGRAS


"Um peso, duas medidas" = tratar uns com justiça e outros com injustiça, ter condutas diversas diante de situações idênticas, aplicar a lei ou a regra com mais ou menos rigor de acordo com a conveniência.


FONTE: BLOG DA RENATA

ACS CONFIRMA, A BASE DA PM GANHA MAL.



Associação ratifica que é critica situação salarial na base da PM

Assessoria / M

A ACS/MS (Associação de Cabos e Soldados de Mato Grosso do Sul) emitiu na manhã desta sexta-feira uma nota opinativa sobre a posição da presidente Dilma Rousseff e do PT em relação ao manifesto dos policiais militares na Bahia.
Veja a nota na íntegra:
"Declarações veiculadas pela mídia nacional mostram que a presidente Dilma Rousseff e representantes do PT (Partido dos Trabalhadores) querem convencer a população brasileira de que a greve dos policiais militares da Bahia seria parte de uma articulação nacional para pressionar o governo a apoiar, no Congresso, a aprovação da PEC 300, proposta de emenda constitucional que estabelece um piso salarial para os servidores civis e militares da segurança pública dos estados.
Fica claro que o PT, seguindo uma linha ideologicamente revanchista, quer marginalizar o movimento representativo dos policiais militares. Ao mesmo tempo não assume a incompetência da presidente em dialogar com o movimento nacional que luta pela aprovação da PEC. Não podemos esquecer do vice-presidente Michel Temer (PMDB/SP), então presidente da Câmara Federal, que dizia publicamente que votaria a PEC em segundo turno, fato que nunca ocorreu.
Outro fato que o PT não assume é a incapacidade que o partido tem em estabelecer diálogo com as categorias que não se prestam a sustentar politicamente a legenda.
Na realidade, a luta salarial dos policiais baianos é em decorrência de um achatamento salarial que vem ocorrendo há vários anos, e que veio a desaguar em greve, uma vez que o governador do PT se mostrou avesso a qualquer diálogo anterior para resolver ou até amenizar o problema dos baixos salários. Portanto, não há qualquer liame com “paralisação para pressionar a aprovação da PEC 300”. O que está ocorrendo na Bahia é devido aos ínfimos salários da PM, não havendo qualquer outra conotação.
Em Mato Grosso do Sul, embora o governo não seja do PT, o achatamento salarial dos praças não é diferente de outros estados, especificamente o do soldado em inicio de carreira que recebe R$ 1.950,00, uma remuneração bem abaixo da média nacional, classificada como a 18ª do país.  
Nesta semana, a ACS enviou ao Governo do Estado um ofício, solicitando uma audiência, no sentido de abrir as negociações salariais deste ano, e assim antecipar a data base para classe, reivindicação feita ao governo em uma reunião que ocorreu no dia 09 de dezembro do ano passado.
Reunião onde foi exposta a condição salarial do cabo e do soldado, visando convencer o governo que em 2012 seria preciso um índice de reajuste diferenciado para esse segmento, que fosse capaz de estabelecer uma maior valorização profissional.
No encontro, a diretoria da ACS já havia mostrado ao governador que é critica a situação salarial na base da PM. Por isso, hoje, a vontade daqueles que recebem ínfimos salários seria seguir os exemplos do estado do Ceará, Bahia, agora do Rio de Janeiro, paralisando as atividades operacionais, até que o governo concedesse um reajuste salarial condizente com as necessidades da classe, fato que não é descartado quando se negocia salários. Esse indicativo só acontecerá com a deliberação da categoria tomada em assembleia geral.
Por isso, esperamos que o governo de Mato Grosso do Sul, ao abrir as negociações salariais, esteja sensível a situação dos praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, principalmente a do cabo e do soldado, que realizam o serviço de policiamento ostensivo e preventivo 24 horas por dia."

Fonte: midiamax