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terça-feira, 6 de março de 2012

REAJUSTE SALARIAL


Reajuste: Presidente da ACS percorre cinco municípios de MS nesta semana










O presidente da ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) deve passar por cinco cidades sul-mato-grossenses ainda nesta semana, com o objetivo de discutir um índice de reajuste salarial com a tropa.
Hoje, Edmar está em Corumbá, onde se encontra com os associados. Amanhã cedo estará em Três Lagoas e, durante a tarde, segue para Paranaíba, também na região do Bolsão.
Na quinta-feira o ponto de parada é Coxim, no norte do Estado, e na sexta-feira Edmar segue para Dourados.
“Vamos ouvir as propostas da tropa de forma democrática e levar um índice satisfatório para negociar com o governador André Puccinelli (PMDB)”, diz Edmar.
A agenda está apertada. Na última semana, o presidente da Associação passou por Jardim, Bela Vista, Caracol e Porto Murtinho.
Para este ano, a ACS busca um aumento que contemple principalmente os cabos e soldados, além de antecipar a data base de maio para março. No ano passado, a entidade conseguiu 9,24% para os soldados com até cinco anos de serviço.
No mês de fevereiro, um ofício foi protocolado junto à governadoria solicitando uma audiência com André para tratar sobre o reajuste da categoria.
Jeozadaque Garcia
Assessoria de Imprensa

PEC NA CÂMARA


Após greves de PMs, guardas querem desengavetar PEC na Câmara

Guardas civis metropolitanos protestam pela aprovação da PEC 534, em São Paulo. Foto: Diogo Moreira/Futura Press
Guardas civis metropolitanos protestam pela aprovação da PEC 534, em São Paulo
Enquanto os policiais militares, civis e bombeiros cobram do Congresso a aprovação da PEC (proposta de emenda à Constituição) 300, que cria um piso salarial nacional para as categorias, guardas civis municipais aguardam há dez anos a votação da PEC 534, que amplia seu poder de atuação nas cidades.
Embora sejam órgãos diferentes - a polícia responde aos governos dos Estados e as guardas civis, às prefeituras -, a categoria pegou carona nas recentes greves da PM da Bahia e do Rio de Janeiro para pedir que o projeto saia da gaveta da Câmara dos Deputados, onde está parado desde 2005. Agora, a categoria promete realizar em maio uma marcha nacional em Brasília para alertar para o "esquecimento" da proposta.
Apesar da intensificação da mobilização dos azuizinhos, como são chamados em algumas cidades, o próprio relator do texto na Câmara, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que também preside a comissão sobre a PEC 300, admitiu a dificuldade em colocá-lo em votação.
"Existe uma cobrança muito grande para que a PEC 300 seja votada logo na Câmara, mas mesmo assim o presidente o deputado Marco Maia disse que não quer votar o projeto. O problema é que os guardas civis tem menos força política, e essa greve das polícias militar e civil não os ajuda", disse o parlamentar.
Proposta em 2002 pelo senador Romeu Tuma (morto em 2010), a PEC 534 já foi aprovada pelo Senado, mas aguarda desde 2005 para ser votada pelos deputados. Inicialmente, o texto propunha a criação de uma Guarda Civil Nacional, porém, com a criação da Força Nacional de Segurança Pública, em 2004, esse trecho foi retirado. Agora, o que está em discussão é quais devem ser as competências do órgão, ou seja, se as guardas civis devem continuar a agir apenas para proteger os "bens, serviços e instalações" municipais, como diz o artigo 144 da Constituição Federal, ou se poderão também "proteger suas populações", como já ocorre em algumas cidades.
Na prática, isso significa dar poder de polícia às guardas civis, o que divide a opinião de especialistas e desagrada grande parte do comando da PM, que teme um enfraquecimento da instituição.
"Existe uma brecha sobre o papel das guardas, mas não acho uma boa ideia a aprovação da PEC 534. Hoje as cidades já escolhem o poder que querem dar para as guardas civis. Então, aprovar essa PEC iria só onerar ainda mais os Estados", avalia o secretário executivo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.
Para o especialista em segurança pública Guaracy Mingardi, pesquisador da escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que já foi secretário de segurança emguarulhos.com a PEC, as guardas poderiam atuar em parceria com a PM para combater a criminalidade, o que hoje já é feito em algumas cidades.
"Sempre fui francamente favorável a dar mais poder à guarda. Isso não quer dizer que eles substituiriam a PM, nem teriam seu próprio 190, por exemplo, mas poderiam contribuir até para que o efetivo da PM fosse melhor aproveitado em algumas funções", disse Mingardi.
Ele lembra que, mesmo que a PEC seja aprovada, ainda será preciso criar uma outra lei para disciplinar quais serão as atribuições das guardas civis.
Guerra de lobbies 
Outro obstáculo para os guardas civis é o "lobby contrário" feito nos bastidores pela Polícia Militar. E, nessa guerra de forças, quem perde são os guardas civis, que estão presentes em menos lugares.

De acordo com o guarda civil de São Paulo Maurício Domingues da Silva, o Naval, presidente da ONG SOS Segurança Dá Vida, que entre outras coisas representa a categoria nesse sentido, existem no Brasil cerca de 120 mil guardas presentes em aproximadamente 1.000 municípios.
"O povo precisa de mais segurança e as guardas municipais têm condições de ajudar, nós temos capacitação, deveríamos ter mais poder de atuação. Mas, para a PM, as guardas são 'um mal' e, infelizmente, eles têm mais força que nós. Eles acham que a gente iria atrapalhar, mas isso é um tabu, uma questão de cultura", disse o guarda, que está na carreira desde 1986.
Naval fundou a ONG em 2004, após perder três filhos (com idades entre 17 e 19 anos) assassinados e, desde então, trabalha pela aprovação do projeto.
Além da PEC 534 (das guardas civis) e da PEC 300 (do piso salarial das polícias), tramita no Congresso a PEC 549 (PEC dos Delegados), que fala sobre as carreiras dos policiais civis. Todas as propostas estão prontas para serem votadas no plenário da Câmara, porém, ainda não há uma previsão para que isso aconteça.
"Existem vários projetos no Congresso, mas a discussão em relação à segurança pública fica perdida em uma espécie de 'buraco negro', em que um lobby anula o outro. Fica esse jogo de empurra e empurra e a soma é igual a zero", conclui o secretário do Fórum de Segurança Pública.
Procurado pelo Terra , o Ministério da Justiça disse que não iria opinar sobre a PEC 534, a PEC 300 e a PEC 549 enquanto as discussões sobre os projeto não forem concluídas na Câmara dos Deputados.
As diferenças entre as corporações 
Para combater a criminalidade no país, o sistema de segurança pública brasileiro conta com as polícias Federal, Civil e Militar, além das guardas municipais. Cada corporação tem funções específicas:

Polícia Federal - Investiga e combate os crimes que afetam a União. O órgão pertence ao governo federal, ligado ao Ministério da Justiça.
Polícia Civil - Responsável por investigar os crimes cuja jurisdição pertence aos Estados. As corporações são subordinados aos governos estaduais.
Polícia Militar - É responsável pelo policiamento preventivo, pela segurança nas ruas e por manter a ordem pública. Cada Estado mantém sua corporação.
Guarda Municipal - As corporações estão ligadas às prefeituras e tem o objetivo de proteger as áreas públicas (prédios, praças, parques, monumentos), de preservação natural e cultural das cidades. Podem ser armadas, mas não possuem atribuições das PMs.
Fonte: terra.com.br

sábado, 3 de março de 2012

SEGURANÇA


Índios reivindicam mais segurança no MS

Eles reivindicam a construção de postos de polícia para combater a violência e garantir a segurança dos quase 15 mil índios 





“Antes da chegada da Força Nacional era muito pior. Tínhamos duas mortes por mês e agora não registramos nenhuma nos últimos dois meses. Mas precisamos de uma delegacia com estrutura dentro da aldeia”, disse Silvio de Leão, líder guarani-kaiowá. Leão é uma espécie de delegado dos índios que vivem na Aldeia Jaguapiru. Para ele, devido ao grande número de pessoas que moram nas aldeias, é essencial que o policiamento esteja sempre presente.

Com uma população maior que a de 41 municípios do estado de Mato Grosso do Sul, a reserva indígena de Dourados sofre também com a falta de infraestrurtura. São quase 15 mil índios vivendo em uma área de 3,6 mil hectares sem iluminação pública nas vias de terra batida, com o fornecimento de água instável, com quatro postos de saúde precários e com sete escolas públicas, quantidade, segundo lideranças locais, insuficiente para os jovens da comunidade.

“De cinco anos para cá a população cresceu muito. Muitos índios ainda não se acostumaram a viver tão próximos e isso acaba provocando conflitos entre os próprios índios”, disse Silvano da Silva Duarte, um dos conselheiros da Aldeia Bororó. “Com o consumo de bebidas alcoólicas, o problema fica ainda pior”, acrescentou.

De acordo com militares da Força Nacional ouvidos pela Agência Brasil, durante o patrulhamento nas aldeias o principal trabalho tem sido impedir a venda de bebidas alcoólicas, considerada crime segundo o Estatuto do Índio.

No entanto, a localização da aldeia – ao lado da cidade de Dourados – e a falta de iluminação púbica, tornam a fiscalização difícil. “Precisamos de um projeto que envolva a construção de mais escolas, mais postos de saúde e, principalmente, ampliar a área da reserva. Hoje não temos como plantar, cultivar”, disse Duarte.

Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai) em Dourados, está sendo elaborada uma parceira entre o órgão e o governo de Mato Grosso do Sul para desenvolver programas sociais para os índios. No entanto, ainda não há previsão para o início das ações.

Desde junho de 2011, a Força Nacional está na região auxiliando as ações da Operação Tekohá (Nossa Terra), desencadeada pela Polícia Federal em parceria com a Funai.

Fonte: band.com.br

sexta-feira, 2 de março de 2012

POLICIAIS E BOMBEIROS CONTINUA MOBILIZADOS


POLICIAIS E BOMBEIROS DECIDEM CONTINUAR MOBILIZADOS.



CERCA DE 10 MIL POLICIAIS E BOMBEIROS FAZENDO HISTÓRIA.


Policiais e Bombeiros militares do DF se reunem pela 2ª vez em grande mobilização na praça do Buriti. Se o GDF achou que o movimento estaria esvaziado, SE ENGANOU.

DISCURSOS
Parlamentares se dirigiram aos presentes e firmaram compromisso com a categoria. Falaram : ERIKA KOKAI, IZALCI, TONINHO, CELINA LEÃO E WASNY e ELIANA PEDROSA. Os parlamentares presentes disseram que iriam até trancar a pauta da Câmara Legislativa se o governo não avançar nas negociações. Disseram também que não permitirão as TRANSFERÊNCIAS ILEGAIS de policiais e bombeiros por conta do movimento.
Policiais da Comissão Unificada também fizeram uso da palavra. Todos foram unânimes em reconhecer que a mobilização tem surtido efeito. Todos foram unânimes em reconhecer a insatisfação dos colegas e também a grandeza do movimento. 

DECISÕES
Continuamos mobilizados . Temos a legislação para usar, as redes sociais, a sabedoria e malícia para levarmos nosso movimento até que o GDF firme um acordo com as categorias. Foi decidido que o nosso próximo encontro será no próximo dia 15 de Março, às 9 horas da manhã na praça do Buriti.

LEGITIMIDADE
Ontem no plenário da comissões da Camâra Federal parlamentares reconheceram a legitimidade do nosso movimento e prometeram acompanhar as negociações.


ENCONTRO COM O GDF
O Secretário de Administração do Df , Wilmar Lacerda, deve agendar para a próxima semana o encontro para a formalização , através de portaria, do grupo de trabalho que participará das negociações com o governo. Estamos aguardando e MOBILIZADOS.

Fonte: rededemocratica



















quinta-feira, 1 de março de 2012

EMPREGO DE ARMAS NÃO LETAIS


Emprego de armas não letais cresce em MS, diz Cigcoe











O emprego das “tasers”, como são chamadas as armas paralisantes, tem crescido nas ocorrências registradas pela Polícia Militar em Mato Grosso do Sul, segundo a Cigcoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais).
O último caso aconteceu no sábado (25), quando um funcionário tentou suicídio após ser demitido de uma loja no centro de Campo Grande. O incidente mobilizou viaturas da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
Somente este ano, a arma foi empregada três vezes pela Cigcoe em Campo Grande, número relativamente alto tendo em vista o tipo de situação em que é utilizada. A Companhia é equipada com dez tasers.
“A arma emite uma onda e a pessoa fica com a sensação de câimbra por todo corpo, imóvel por cinco segundos. Ela [arma] é muito útil, já que é um equipamento não letal, não deixa sequelas e não causa danos à saúde”, garante o comandante da Cigcoe, major Massilon de Oliveira Silva Neto,
Antes da chegada das primeiras tasers em Mato Grosso do Sul, há três anos, os policiais usavam elastômeros (balas de borracha) e cassetetes para conter tumultos, e, em casos de tentativa de suicídio, buscava a negociação.
No interior o equipamento também tem sido usado com frequencia. Em Corumbá, há poucos dias, a Polícia Militar conteve um homem que havia atacado a própria esposa a golpes de tesoura durante o Carnaval.
Jeozadaque Garcia
Assessoria de Imprensa

Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

FORÇA NACIONAL FICA MAIS 90 DIAS EM MS

MS: governo prorroga policiamento em terras indígenas

 
O Ministério da Justiça autorizou, por mais 90 dias, a permanência de homens da Força Nacional de Segurança Pública em Mato Grosso do Sul, em apoio ao trabalho da Polícia Federal (PF) em terras indígenas no Estado. Assinada pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a portaria que autoriza a prorrogação está na edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União.
A medida atende a pedido do Departamento de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF. A alegação é a necessidade de garantir a ordem pública em terras indígenas no Estado, especialmente no município de Dourados, onde a Força Nacional vem trabalhando para reduzir os índices de violência contra a comunidade indígena.
O Diário Oficial publicou também portaria assinada pelo ministro da Justiça garantindo a permanência da Força Nacional de Segurança Pública em Goiás, em apoio à Secretaria de Segurança e Justiça. O contingente tem atuado no policiamento ostensivo e no apoio à Polícia Judiciária no Entorno do Distrito Federal, em cidades onde há altos índices de criminalidade.
O Ministério da Justiça autorizou ainda a participação do Grupamento de Busca e Salvamento da Força Nacional em ações nas áreas atingidas pelas enchentes que castigam o Estado do Acre. A medida atende a pedido feito pelo governo do estado para que o grupamento permaneça no estado, inicialmente durante 30 dias, com a possibilidade de prorrogação. O número de profissionais que vão trabalhar obedecerá ao planejamento definido pelos entes envolvidos na operação.
O suporte logístico para o desempenho da missão ficará sob a responsabilidade do governo do Acre, de acordo com portaria publicada no Diário Oficial. Os homens da Força Nacional já estão atuando no Estado.
Fonte: terra.com.br