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segunda-feira, 16 de abril de 2012

PMs de MS decidem pelo movimento tolerância zero

TOLERÂNCIA ZERO NO MATO GROSSO DO SUL




Policiais e bombeiros militares de Mato Grosso do Sul decidiram, em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (16), colocar em prática a chamada "tolerância zero" em todas as cidades do Estado, ao invés de se aquartelarem, como haviam cogitado. A reivindicação da classe é por um reajuste acima dos 5% oferecido pelo Governo Estadual.
De acordo com o presidente da Associação de Cabos e Soldados de MS, Edmar Soares da Silva, aplicar "tolerância zero" consiste em intensificar a fiscalização da PM, apurar as infrações com mais rigor e encaminhar todos os casos às delegacias, a partir da madrugada desta terça-feira (17).

“A proposta é lotar e fazer pressão nas delegacias. Os policiais militares acabam resolvendo muita coisa na rua, porque sabem o quanto os serviços nas delegacias exigem dos policiais civis, mas não vamos mais resolver”, explica Edmar.
No caso dos bombeiros, haverá intensificação e mais rigidez nas vistorias em locais públicos e privados. Edmar diz também que se houver qualquer retaliação aos militares, todos se apresentarão voluntariamente para serem presos, em ato de protesto.
Salário – O pedido dos policiais e bombeiros militares foi que o salário de soldados e cabos alcance 25% do de um Coronel, o que significaria cerca R$ 450 a mais. O que foi proposto à classe foi reajuste de 5%, ou seja, aumento de R$ 97,50, de acordo com Edmar.
Representantes da PM e Corpo de Bombeiros do Estado têm reunião marcada para amanhã, às 7h30, na Governadoria para nova negociação. No final do mês, haverá a votação do reajuste do salário dos cabos e soldados e dos subtenentes e sargentos na Assembleia Legislativa.
Mato Grosso do Sul tem seis mil policiais militares na ativa e 1,5 mil bombeiros.
A Polícia Civil também está adotando a mesma tática em sua negociação salarial.


Fonte: campograndenews

domingo, 15 de abril de 2012

MARCHA NACIONAL


MARCHA NACIONAL DE COMBATE A CORRUPÇÃO.

CONCENTRAÇÃO-21 DE ABRIL DE 2012 , 10H, NO MUSEU NACIONAL.

sábado, 14 de abril de 2012

POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO A TIROS NO CENTRO DE PONTA PORÃ


Mais uma execução: Policial militar é assassinado a tiros no centro de Ponta Porã

Marcos Sant




O policial militar Paulo Cesar dos Santos Magalhães, de 38 anos, foi assassinado por volta das 17h deste sábado (14) no cruzamento da avenida Brasil com a rua 7 de Setembro, em Ponta Porã, cidade distante 346 quilômetros de Campo Grande.
Segundo testemunhas, Magalhães teria sido alvejado por ao menos 15 tiros disparados por uma pistola 9 milímetros no momento em que trafegava pelo cruzamento em uma motocicleta Yamaha 1000 (placa HSL-7191) de Ponta Porã.



Fonte: midiamax

TOLERÂNCIA ZERO


Irritados com 5%, cabos e soldados da PM e dos Bombeiros de MS podem parar na terça





Praças da Polícia Militar e Bombeiros podem iniciar um movimento de aquartelamento na próxima terça-feira, no Mato Grosso do Sul. A atitude radical pode ser tomada nesta segunda-feira, durante assembleia geral da categoria no auditório da Escola Mace, quando a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul (ACS) vai apresentar o resultado da reunião que representantes tiveram com o governador André Puccinelli.


Segundo o vice-presidente da ACS, Claudio Souza, a tropa é quem vai decidir que decisão tomar, já que a categoria pede um reajuste salarial que vincula os vencimentos de todos os graus hierárquicos ao do posto de coronel. Desta forma, um Soldado passaria a receber 25% do vencimento de um Coronel, aumentando o percentual gradativamente até 90% no posto de tenente-coronel. Durante o encontro desta sexta-feira, 13, o Governo ofereceu 5%.


O presidente da ACS, Edmar Soares destaca que embora o Governo tenha oferecido uma correção salarial de 5% a categoria ainda tem esperanças de que o quadro final seja outro, já que ainda vão ocorrer novas rodadas de negociação até o dia 30. “Depois da reunião de ontem a tropa ficou com espírito de luto. Claro que a gente sabe de outras rodadas de negociações, mas queremos lembrar que o Governo não está lidando apenas com policiais militares e bombeiros, mas com heróis que se arriscam e protegem lidando com bandidos – no caso da PM – e heróis que salvam vidas – no caso de bombeiros”, diz.



Serviço - A assembleia desta segunda-feira acontece no Teatro da Mace, que fica na Rua 26 de Agosto, Nº 63, na região central de Campo Grande, a partir das 14h. Em pauta, assuntos relativos à negociação salarial da categoria.

Fonte: midiamax

COMO REDUZIR OS CRIMES EM MS.

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PM busca interação com comunidades para reduzir crimes

interação entre a Polícia Militar e as comunidades tem sido uma das "armas" para o combate ao crime em Mato Grosso do Sul, segundo o comandante geral da PM, coronel Carlos Alberto David dos Santos.
Com o último balanço das operações, ele diz que está satisfeito com os indíces registrados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) no Estado que apontam a redução de delitos.
Em entrevista exclusiva ao Portal Correio do Estado, o coronel David explica que a Sejusp aponta algumas metas de redução nos índices de criminalidade.
“Em Mato Grosso do Sul, a meta foi cumprida em alguns crimes”, afirma
Ele fez uma explanação da atuação da polícia em conjunto com a população através da Polícia Comunitária, das ações preventivas da PM, criminalidade e drogas.
Confira a entrevista na íntegra:

Fonte: correio do estado

quarta-feira, 11 de abril de 2012

FEIRA DE ARMAS


Feira de armas atrai chefes de segurança de todo mundo ao Rio

Foi aberta nesta terça-feira (10) no Rio a feira de armas "Latin America Aerospace & Defence" que é realizada a cada dois anos e conta com a participação de delegações de 53 países, reunindo fabricantes de armas e outros equipamentos bélicos, inclusive simuladores de voo, aviões, mísseis e veículos blindados.

Também estão no evento os três fabricantes de aviões que concorrem em uma licitação para vender 36 caças para a Força Aérea do Brasil: Boeing (EUA), Rafale (França) e Saab (Suécia). A licitação está paralisada devido aos cortes orçamentários aplicados pela presidente Dilma Rousseff, e não há prazo para que o Governo anuncie os caças de sua preferência.





Feira traz novidades tecnológicas em segurança pública no Rio

Ao todo, 13 países expõem seus produtos na feira de segurança. O evento está de olho na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, que serão realizadas na cidade.
Crédito: G1/YOUTUBE

Fonte:

terça-feira, 10 de abril de 2012

POLICIA COMUNITÁRIA


MS participa de Encontro Nacional de Coordenadores de Polícia Comunitária










Por Redação Pantanal News/Karina Lima-Notícias.MS


       Campo Grande (MS) - O tenente-coronel da Polícia Militar, Carlos Santana Carneiro, irá representar Mato Grosso do Sul no Encontro Técnico dos Coordenadores Estaduais de Polícia Comunitária, que acontece de 12 a 13 de abril em Maceió (AL). O evento, promovido pelo Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), visa aprimorar e difundir a política de policiamento comunitário como uma das estratégias de combate à violência em áreas de exclusão social.
         Durante o encontro, serão apresentadas as experiências dos Estados de Alagoas, Bahia e Piauí em 2011, que apostam na implantação de Bases Comunitárias de Segurança para aproximar a Polícia Militar das comunidades e as famílias em situação de vulnerabilidade social.
          Também integram a pauta do encontro o cronograma dos cursos de Polícia Comunitária para o ano de 2012: Apresentação pela Senasp/MJ do Sistema de Gestão do Departamento de Pesquisa, Análise de Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública; proposta executiva para a elaboração da Política Nacional de Polícia Comunitária e ainda reuniões setoriais dos Eixos de Capacitação, Mobilização social e Gestão Institucional da Política Nacional de Polícia Comunitária.
 Policiamento Comunitário em MS

         O governo do Estado vem buscando solidificar a filosofia de Polícia Comunitária através da capacitação e aquisição de equipamentos e viaturas, chegando à marca de quatro mil profissionais capacitados de 2007 a 2011  e 39 Conselhos Comunitários de Segurança (CCS) instalados na Capital e interior. Visando estar mais perto da comunidade foram ativadas bases comunitárias fixas e móveis e entregues viaturas motorizadas para atender a Patrulha Comunitária, totalizando 60 novas motocicletas.


 De acordo com o coordenador Estadual, tenente-coronel Santana, a Polícia Comunitária trabalha em conjunto com a população e as instituições de segurança pública e defesa social. “O objetivo é que todos juntos tenham condições de identificar, priorizar e resolver problemas relativos à criminalidade, para garantir a qualidade de vida do cidadão brasileiro. Os próprios moradores se tornam co-responsáveis pela segurança no local em que residem”, ressaltou Santana.

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domingo, 8 de abril de 2012

POLICIAL É EXPULSO DA PM DE MATO GROSSO


PM é expulso por postar comentários na web contra curso da polícia


Portaria diz que policial denegriu os superiores e colegas. Por meio da internet, ele criticou a falta de água e sujeira nos banheiros.





Um policial militar, que tinha sido empossado recentemente no cargo, foi expulso da corporação por fazer comentários anônimos na internet sobre o curso de formação da Polícia Militar realizado no ano passado. A portaria que determina a expulsão foi publicada no Diário Oficial do Estado de quarta-feira (4), último divulgado pelo governo antes do feriado prolongado da Semana Santa.

Os comentários, como diz trecho da portaria assinada pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Osmar Lino Farias, se referiam a supostos atos arbitrários e humilhações sofridas durante o curso de formação de soldados da PM. Segundo consta do documento, o aluno criticou a constante falta d'água, a sujeira nos banheiros e sugeriu que fosse investigada a aquisição de material e os integrantes da comissão de formatura do curso de formação, o que denegriu a honra dos seus superiores e colegas.

"O sindicado teria divulgado anonimamente em sítio da internet comentários tendenciosos que macularam a honra de seus superiores e pares, sobretudo a lisura e validade dos atos e procedimentos exarados pela comissão de formatura do curso de formação e do próprio Comando da PM onde servia como aluno", diz a portaria.

Após o ocorrido, o sindicado contou que usou a senha do Centro de Formação da PM, a qual obteve por meio de um computador da instituição que era utilizado durante o curso, e acessou ilegalmente a internet através da rede sem fio. Com base nisso, foi instaurado um processo de sindicância para investigar a conduta do policial e concluiu que o Estatuto dos Militares de Mato Grosso foi infringido e, por isso, o suspeito deveria ser punido.

Uma das trangressões cometidas pelo policial está prevista no Artigo 13 do Regulamento Disciplinar da Polícia Militar de Mato Grosso, o qual proíbe os servidores de espalhar boatos ou notíciais tendenciosas que possam ser prejudiciais à disciplina ou à boa ordem do serviço. Com a exoneração, o policial deverá devolver os fardamentos e apetrechos usados no exercício da função. 

Fonte: G1

quinta-feira, 5 de abril de 2012

FAZER BICO É LEGAL


O governador do Rio de Janeiro,Sérgio Cabral, assinou decreto de criação do Programa Mais Polícia, que regulamenta as condições para que policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários possam trabalhar de forma legal em suas horas de folga. De acordo com o jornal Extra, o “bico” legalizado no Rio pode chegar a R$ 3.750,00 por mês.
Graças a esse novo Programa, as Secretarias de Segurança, Defesa Civil e de Administração Penitenciária passam a contar com uma poderosa ferramenta para ampliar seus efetivos em situações especiais ou sempre que necessário, garantindo a qualidade de prestação de seus serviços à população.

Regulamentado pelo Decreto nº 43.538/2012 e publicado na quarta-feira (04/04) no Diário Oficial do Estado do Rio, o Programa Mais Polícia representa uma alternativa mais vantajosa ao “bico”, que expõe os profissionais de segurança pública a condições sem garantias trabalhistas em serviços privados de segurança.

Além disso, permitirá utilizar esses servidores durante seu período de folga como reforço na segurança pública de grandes eventos internacionais programados para o Rio, como a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (“Rio+20”); a Copa das Confederações da Fifa e a Jornada Mundial da Juventude Católica, ambas em 2013; a Copa do Mundo Fifa de 2014; e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Verão de 2016.

De acordo com o decreto, a gratificação varia de R$ 112,50 a R$ 375,00, dependendo da carga horária. Os policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários que estejam trabalhando sob regime de escala não poderão realizar mais do que 96 horas efetivas de turnos adicionais a cada 30 dias, observando o intervalo mínimo de oito horas de repouso entre os serviços.

No dia 17 de março, o governo do Rio já havia regulamentado os “bicos”ligados a prefeituras feitos pelos policiais militares, criando o Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis). Segundo o programa, o policial poderá prestar as atividades durante sua folga.

O turno adicional para os PMs será de 8 horas. O PM deverá ter um intervalo de mais 8 horas antes de retomar suas atividades. Esses turnos adicionais terão remuneração, de R$ 175 por turno para os oficiais e R$ 150, para os praças. Os policiais poderão prestar, no máximo, 12 serviços por mês, como atuar na fiscalização de vans.


Segundo o jornal Extra, os policiais vão fazer turnos de seis, oito ou 12 horas de serviço, podendo ganhar, por mês, até R$ 3.750. Esse valor refere-se a um policial militar ou civil, bombeiro ou agente penitenciário que estiver de férias ou de licença especial. Nessa situação específica, ele poderá trabalhar até 120 horas em serviços extraordinários.

Durante os meses de trabalho, a carga horária máxima do bico será menor. Para quem atua em regime de escala, serão até 96 horas por mês de serviço nos momentos de folga. Para quem trabalha em horário comercial, serão permitidas até 72 horas de trabalho extraordinário por mês.

O decreto cria o Regime Adicional de Serviços (RAS) para as quatro categorias beneficiadas, em sistema de turnos adicionais com escala diferenciada e sem prejuízo da escala regular de serviço.

Com o decreto, o governo estadual passa a contar com dois programas que ajudam na gestão dos efetivos de servidores da área de Segurança Pública: o Mais Polícia e o Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) da Secretaria de Segurança.

O Proeis, que desde o ano passado já conta com 1.266 policiais militares participantes, permite que PMs trabalhem durante suas horas de folga para entidades da administração indireta e direta estadual, municípios e concessionárias de serviços públicos, através de convênio. Já assinaram convênio com o Proeis as empresas Codin, Supervia e Light e as Prefeituras de Rio de Janeiro, Queimados, Itaperuna e Macaé.

As secretarias de Estado beneficiadas pelo Mais Polícia terão agora que regulamentar as regras para que seus servidores possam se inscrever no Programa. Essas regras devem ser divulgadas ainda no mês de abril. O decreto assinado pelo governador prevê que, enquanto estiverem trabalhando sob o regime do RAS, os policiais, bombeiros e agentes penitenciários terão garantidos todos os benefícios trabalhistas que já possuem em suas respectivas secretarias.

O Programa Mais Polícia e o Proeis dão aos gestores da Segurança Pública do Estado do Rio importantes alternativas para remanejar, de forma estratégica, seus servidores para áreas onde os efetivos ainda estão aquém do adequado.

Em termos de orçamento, o novo programa não irá onerar a folha de pagamento nem pressionar os gastos com previdência. Além disso, permitirá aos servidores aumentar seus vencimentos de forma vigorosa, sob a proteção da legislação trabalhista, o que não acontece quando eles fazem “bicos” informais.

No caso do Proeis, os encargos são de responsabilidade dos órgãos contratantes, como prefeituras e concessionárias de serviços públicos. Inclusive, caso desejem, esses contratantes podem pagar aos policiais remunerações acima do que está definido no decreto. Já no Programa Mais Polícia, os custos ficam sob responsabilidade do governo do Estado.

Fontes: sites do governo do Estado do Rio, O Globo e o Extra