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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

MAPA DE HOMICIDIOS EM SP

Levantamento feito pela reportagem do UOL revela que, no auge da crise de violência no Estado, entre junho e novembro, houve um "comportamento padrão" em crimes ocorridos em oito áreas da Grande São Paulo. Nessas áreas, homicídios de civis ou chacinas aconteceram em locais com distância inferior a cinco quilômetros de onde policiais militares ou agentes do Estado haviam sido assassinados. No total, nesses lugares, 28 civis e sete policiais militares foram mortos em 16 ocorrências. O intervalo entre o momento em que os policiais foram alvejados e os homicídios ou chacinas de civis varia de algumas horas a alguns dias.
As coincidências são vistas por especialistas em segurança pública e pelo delegado-geral da Polícia Civil de SP como possíveis indícios da ação de grupos de extermínio integrados por policiais militares. 
O delegado-geral de Polícia Civil do Estado de São Paulo, Marcos Carneiro de Lima, afirmou em entrevista na quinta-feira (22) que as coincidências apontam para "alguma coisa estranha". Segundo ele, a Polícia Civil está trabalhando em todas as frentes de investigação para apurar os crimes e a participação de policiais nesses crimes não é descartada

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  • Arte UOL
"Quando acontecem vários homicídios num espaço de tempo curto e em uma área restrita, é sinal de que alguma coisa estranha está acontecendo, já que o criminoso é covarde, mata e foge, não se preocupa em recolher os estojos deflagrados pela arma para apagar provas", disse. Carneiro declarou ainda que a polícia de São Paulo "não aprova a conduta de alguns policiais de fazer justiça com as próprias mãos" e que "o policial que comete crime é pior que bandido".
Especialistas concordam com a avaliação de Carneiro. “O padrão que eu tenho acompanhado é compatível com a ação destas milícias”, afirma Martim de Almeida Sampaio, coordenador da comissão de Direitos Humanos da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo).
“Uma parcela dos homicídios contra civis pode ser motivada pelo acerto de contas entre facções rivais, mas este ciclo no qual um policial é morto ou ferido e pouco tempo depois jovens são assassinados a poucos quilômetros do local é um indício da ação de grupos de extermínio”, diz Sampaio.
Segundo ele, o fenômeno não é novo. “A ação de esquadrões da morte no país é tão velha quanto a própria polícia, só que, ao contrário do que se pensa, eles estão mais ativos hoje, quando no Brasil vigora o Estado de Direito, do que na época da ditadura militar.”
“Apenas uma investigação completa da Polícia Civil poderia dizer exatamente o que aconteceu, mas os cruzamentos feitos pelo UOL aliados a outros fatores, como depoimentos de moradores e testemunhas dos crimes, levam a crer que parte dos homicídios tem a assinatura de grupos de extermínio”, completa a socióloga Camila Nunes Dias, pesquisadora do NEV (Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo) e professora de Universidade Federal do ABC.
“Não podemos descartar nenhuma hipótese, ainda mais quando aparenta haver uma relação de causalidade entre os crimes”, diz Carlos Weis, coordenador do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.
“A população tem o direito de saber se a policia possui grupos de extermínio, a chamada banda podre. Uma investigação transparente sobre estes casos de violência valorizaria o trabalho dos bons policiais, que são a maioria.”

Coincidências

O soldado da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) Anderson Andrade de Sales foi baleado no dia 23 de julho, com três tiros de fuzil, na rua Flor de Ouro, no bairro do Jaçanã, na zona norte. Três dias depois, chacinas deixaram seis mortos nos arredores da rua do Morro do Livramento, a 300 m do local do atentado contra Sales.
No dia 3 de outubro, a policial militar Marta Umbelina da Silva foi assassinada a tiros na rua Roberto Zwicker, na Brasilândia, também na zona norte. Dois dias depois chacinas deixaramsete pessoas mortas no entorno da rua Alberto Buriti, a menos de 3 km do local onde Marta foi baleada.
Cerca de vinte dias depois, o policial militar Gilmar Gabriel dos Santos foi assassinado na avenida Doutor Frederico Martins da Costa Carvalho, em Sapopemba, zona leste da cidade. Quatro dias depois um jovem foi morto no mesmo distrito, na rua Espinhel, a menos de 1 km de onde Santos foi morto.
Em 17 de novembro, o sargento da Polícia Militar Edir Almeida foi morto a tiros na frente do filho de cinco anos, na avenida Brigadeiro Faria Lima, em Guarulhos (Grande SP). Cinco horas depois, duas pessoas foram assassinadas na rua Madre de Deus de Minas. Apenas 3,5 km separam os dois crimes.
Estes são apenas alguns dos oito casos de coincidências que o cruzamento de dados feito pelo UOL revelou. Todos estão sendo investigados, segundo a polícia. A SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo), no entanto, afirma que ainda é cedo para tirar qualquer conclusão: “A Polícia Civil e a Polícia Militar estão trabalhando intensamente para apurar e elucidar os homicídios de civis e de policiais militares em São Paulo.”
Segundo a SSP, até o dia 22 de novembro, 170 suspeitos de ataques contra policiais militares já haviam sido identificados, e 132 pessoas foram presas em todo o Estado. Nenhuma menção, porém, foi feita pela secretaria sobre o andamento das investigações ou prisões relacionadas a crimes cometidos contra civis.

Foto 6 de 93 - 9.out.2012 - Moradores se lamentam no Parque Pinheiros, bairro de Taboão da Serra (SP), onde duas pessoas foram mortas Mais Eduardo Anizelli/Folhapress

Vítimas pobres, crimes sem solução

Para os especialistas, além da possibilidade de os homicídios terem sido cometidos por policiais, existe outro empecilho à resolução dos crimes: “Como a maioria das vítimas é jovem, pobre e negra, não existe uma pressão da mídia ou das classes médias para que seja feita uma apuração rigorosa e transparente dos fatos”, afirma Sampaio. 
“Infelizmente a tendência é de que, caso a polícia abra processos de investigação, eles sejam arquivados rapidamente. O Estado continua agindo de forma incompetente, desprestigiando a polícia ao não apurar com seriedade”, declarou o especialista.
Sampaio cita os crimes de maio de 2006 --quando a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) organizou rebeliões em presídios e ataques contra policiais– como um exemplo histórico da impunidade de excessos supostamente cometidos por agentes do Estado. “Dos 600 e poucos jovens mortos na retaliação pós-ataques naquele ano, apenas uma indenização foi concedida para familiares de vítimas. Seis anos se passaram e nada mudou, o padrão se repete.”
Para Camila Nunes Dias, os policiais assassinos precisam ser investigados “tanto ou mais do que os criminosos sem farda”, já que são pagos pela população e tem o dever de protegê-la. “Mas como a maioria das vítimas é moradora das periferias paulistanas acabam sendo invisíveis para a sociedade”, disse.
Segundo Dias, falta ao governo afirmar de forma contundente que não tolera ações de policiais fora da lei --e isso faz com que o ciclo continue. “O governador Geraldo Alckmin ainda não deixou claro que não compactua com possíveis excessos das forças de segurança”, criticou.
O defensor público Carlos Weis ressalta ainda que os policiais militares também sofrem com a falta de transparência nas investigações. “Os agentes do Estado também têm o direito de saber quem são os colegas de farda que estão sendo mortos, se são policiais com ligação a grupos de extermínio ou se são escolhidos por criminosos aleatoriamente”, afirma. “Eles precisam saber até onde vai o risco a que são submetidos no dia a dia.”

Veja vídeos sobre a onda de violência em São Paulo - 51 vídeos

Novo secretário promete unir direitos humanos e ação efetiva
22.nov.2012 - Ex-procurador-geral de Justiça assume Segurança Pública em SP e promete unir garantia dos direitos humanos com ação efetiva de combate ao crime

Fonte: uoL

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

GUARDA MUNICIPAL EM PERSEGUIÇÃO


http://qap24horas.blogspot.com.br/2012/11/entrevista-e-interrompida-por.html

terça-feira, 20 de novembro de 2012

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA


O Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado como feriado em várias cidades do Brasil no dia 20 de novembro, tem uma importância tremenda para a histórica luta dos negros na sociedade brasileira. A data é uma forma de lembrar o sofrimento dos negros, desde a época da colonização do Brasil, e garantir que seus direitos jamais sejam ameaçados novamente.
Hoje temos várias leis que defendem esses direitos, como a de cotas nas universidades. É fato que, em razão dos negros terem sido marginalizados após o período de escravidão, não foi possível conquistar os mesmos espaços de trabalho e escolaridade que o homem branco.
Ainda assim, para algumas pessoas, este é mais um feriado na lista de tantos outros, mas, para nós, militantes do movimento negro conscientes e conhecedores de nossa história, este momento é um dos mais significativos na história do Brasil. Não quero aproveitar a data para falar de números relativos a discriminação de salários, de cargos, ou de processos de humilhação que infelizmente ainda afetam a população negra de nosso país. Este é o momento de refletirmos sobre a verdadeira história da escravidão dos negros no Brasil, um período de nossa formação que ainda é desconhecido por muitos.
O Brasil manteve escravos por um período de quase 300 anos, o maior entre todos os países que tiveram escravidão. Quando teve início o processo de libertação, os negros foram jogados nas ruas à própria sorte, com pouco conhecimento e nenhum acesso a educação e a outros direitos básicos. Sem alternativas, muitos deles voltaram a trabalhar nas fazendas em troca de comida e um lugar para dormir, retornando à condição humilhante que sempre tiveram.
O sofrimento começava já na travessia do continente africano para o Brasil, onde eram amotinados e em muitos casos não sobreviviam à jornada dentro dos porões dos navios. As famílias eram cruelmente separadas, quebrando assim uma das formas mais bonitas de organização dos negros africanos. Quando aqui chegavam, eram vendidos como objetos ou animais para trabalhar na produção de cana-de-açúcar, café, na extração de ouro ou em qualquer atividade braçal existente na colônia. O destino daqueles que se rebelavam contra a exploração brutal era ser castigado até a morte pelos seus algozes.
Da história de luta e resistência contra esta condição, surgiram heróis negros como Zumbi dos Palmares, Ganga, Zumba e tantos outros que, no anseio por liberdade, criaram os quilombos, que eram sociedades bastante organizadas e harmônicas, com um sistema coletivo de produção de alimentos, onde viviam negros, índios e brancos que não concordavam com o regime de escravidão.
Quatro séculos já se passaram desde esse movimento de resistência negra, no entanto, as formas de exploração e discriminação racial não desapareceram de nossa sociedade.  Os negros ainda continuam sendo vítimas de um sistema que os tratam como uma “raça” inferior. Prova disso é a situação no mercado de trabalho e a desigualdade salarial entre negros e não negros, a violência policial, a precária condição de vida nas comunidades e favelas, o descaso com a questão da saúde da população negra, que tem algumas doenças específicas tratadas como doenças comuns nos hospitais, resultando, por fim, num índice de mortalidade superior a outras camadas da população.
Não queremos ser tratados como pobres coitados incapazes de alcançar as mesmas conquistas que os demais cidadãos. Buscamos, isso sim, o respeito por parte daqueles que, ao longo dos séculos, têm nos privado da tão sonhada liberdade para conseguirmos tudo o que merecemos. Não vamos desistir deste sonho. E tem gente que ainda acha que o 20 de novembro é apenas mais um feriado.

Fonte: http://portalctb.org.br


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

CURSO DE POLICIAMENTO DO DOF


As atividades vão até o dia 7 de dezembro em Dourados


 

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Foto: Divulgação
Coronel Edilson Osnei Nazareth Duarte


Começou  hoje (19), em Dourados, o Curso de Policiamento Especializado de Fronteiras, realizado pelo Departamento de Operações de Fronteira (DOF) de Mato Grosso do Sul, que vai capacitar 28 alunos de 11 Estados fronteiriços.
O curso é direcionado a policiais federais, rodoviários federais, militares, civis e peritos. Com um total de 180 horas/aula a capacitação vai retratar por meio de aulas práticas e teóricas as principais características da região de fronteira e a forma de atuação dos órgãos de Segurança Pública.
“As técnicas policiais utilizadas para o combate à criminalidade na região de fronteira, combate ao crime organizado e outros temas a serem abordados servirão de base para a criação de uma doutrina única a ser adotada e seguida pelos Estados participantes, de forma condizente com a realidade de cada localidade, para que em grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas possa haver controle e fiscalização em cada uma das regiões de fronteira”, explicou o comandante do DOF, coronel Edilson Osnei Nazareth Duarte.
O Curso com duração de três semanas está dividido em 16 disciplinas e faz parte das ações de segurança nos Estados brasileiros localizados na divisa com outros países através da Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras (Enafron). O curso segue até o dia 7 de dezembro em Dourados.
Fonte: correio do estado

CASO BRUNO - AO VIVO

HOMEM TOMA ARMA DE PM EM ABORDAGEM

Homem abordado por PMs toma arma e atira nos policiais em Guarabira 
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Um homem de 23 anos que foi abordado por policiais militares da ROTAM em Guarabira quase matou dois policiais da ROTAM, durante uma abordagem de rotina. A informação é do portal G1 Paraíba.
O caso aconteceu na noite desse domingo (18). Quando o sujeito foi abordado, o elemento tomou a arma de um dos PMs e começou a atirar, ferindo dois policiais.
De imediato, os demais componentes da guarnição efetuaram disparos contra o criminoso. Todos os feridos foram levados para o Hospital de Traumas de João Pessoa.
“Eu não sou bandido!”
Casos como este deveriam ser assimilados pela população como a mais consistente prova de que não está escrito na testa de ninguém quem é perigoso ou não.
Sair da viatura com uma arma em punho para abordar qualquer pessoa na rua é muito mais do que truculência policial. É questão de sobrevivência.

http://www.paraibaemqap.com.br/noticia.php?id=11156


DIA DA BANDEIRA


A atual bandeira do Brasil foi inspirada na bandeira do período imperial
A atual bandeira do Brasil foi inspirada na bandeira do período imperial
No dia 19 de novembro comemora-se o Dia da Bandeira do Brasil, essa comemoração passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho de Décio Vilares.
A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção identitária do povo brasileiro, a identidade nacional.
As bandeiras não são restritas a serem simbologias somente do Estado-nação, ou de algum país, mas existem bandeiras que representam diversas regiões que integram o país e diferentes instituições e esferas sociais. Existem bandeiras que simbolizam times de futebol, torcidas organizadas, cidades, Estados, instituições religiosas e governamentais como cidades, exército, além das instituições comerciais, bandeira de uma empresa.  
Temos notícias de que as primeiras bandeiras foram visualizadas na antiguidade, eram utilizadas nos exércitos como meio de reconhecimento entre os diversos soldados. Atualmente, no mundo contemporâneo, todo Estado-nação possui uma bandeira nacional que representa e dá unidade à nação, ou seja, unifica diferentes povos. Dessa maneira, a instituição da comemoração do dia da bandeira acrescentou mais um elemento simbólico na construção da identidade nacional.
Leandro Carvalho
Mestre em História

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

POLICIAL MERGULHA CABEÇA EM UM BALDE REPLETO DE URINA


Phil Croucher aceitou aposta e vídeo se espalhou pela web.
Oficial estava acompanhado de outros 9 policiais, que acabaram punidos.

Do G1, em São Paulo
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No mês passado, um homem que ficou famoso ao mergulhar sua cabeça em um balde repleto de urina em uma aposta de R$ 900 foi identificado como um policial do estado de Ohio, nos EUA.
De acordo com o jornal “Huffington Post”, Phil Croucher, membro da força policial há 16 anos, foi colocado em licença médica em outubro, entretanto, por causa da repercussão do vídeo, seguido da identificação do policial, o chefe de polícia, Daniel llwellyn, suspendeu Phil, já que espera um “o melhor comportamento de seus policiais o tempo todo”, lembrando que o homem estava de folga no momento da aposta.
O chefe de polícia disse ainda que Croucher precisará passar por avaliações e palestras sobre consumo de álcool e, caso cumpra o combinado, o policial poderá evitar a suspensão, já que não teve nenhum comportamento parecido no resto do ano.
Entretanto, Phil não será o único a ser punido pelo episódio. Outros nove oficiais, incluindo um tenente e dois sargentos, também receberam advertências porque estavam presentes na aposta e contribuíram com R$ 100 cada.


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O vídeo original foi retirado do ar, entretanto, há diversas cópias (e outros ângulos) da cena bizarra. A gravação tem pouco mais de 3 minutos, e mostra pessoas contando o dinheiro da aposta e, pouco depois, Phil mergulhando a cabeça no balde, em meio a gritos da multidão.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

BANDIDOS INVADEM EMPRESA DE TRANSPORTES DE VALORES

Bandidos armados invadiram uma empresa de transporte de valores, mas a ação foi frustrada e eles tiveram de se entregar a polícia durante a madrugada desta quinta feira (15). O fato ocorreu no cruzamento das ruas Porto Carrero entre a Luiz Feitosa Rodrigues e a Firmo de Matos, na área central de Corumbá, cidade distante a 444 quilômetros da Capital. A vítima se manteve refém por cerca de cinco horas, sendo depois liberada e atendida pela Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência). A Polícia Militar foi acionada e chegou ao local antes que os assaltantes conseguissem sair.
Todo o quarteirão foi isolado e além da Polícia Militar estiveram na área agentes da Polícia Federal, Polícia Civil, Força Nacional de Segurança, DOF e da Guarda Municipal. A Defensoria Pública, o Corpo de Bombeiros e a Secretaria Municipal de Infraestrutura também deram apoio ao trabalho policial. Apesar do isolamento, muita gente acompanhou o desfecho do caso e alguns moradores, vizinhos da empresa invadida, até deixaram suas casas por medida de segurança.
Enquanto a Polícia Militar e a Defensoria Pública negociavam a rendição dos dois homens que seriam dos estados de São Paulo e Minas Gerais, policiais apreenderam quatro veículos durante buscas pelas proximidades do local do assalto frustrado. Um deles, uma caminhonete, tem placas da Bolívia.
Foram encontrados revólver, pistola, fuzil e farta munição. Havia ainda várias malas e sacolas, algumas com roupas e artesanato e outras vazias. Um sistema de rádio amador também estava na caminhonete. São cinco pistolas 9 milímetros, um revólver 357, um fuzil 762 e em torno de 1.500 munições de vários calibres apreendidos. Os policiais ainda encontraram material para curativos e rolos de silver tape, usado para amordaçar e imobilizar vítimas, além de documentos.
A Polícia ainda não confirmou a identidade dos bandidos presos e investiga o envolvimento de outras pessoas no crime, devido ao armamento e veículos apreendidos. O comandante da Polícia Militar, tenente-coronel Waldir Acosta, informou que durante as negociações de rendição, a dupla exigia garantias de integridade física, chegando a pedir a presença da imprensa. Profissionais de veículos de comunicação acompanharam o caso e na madrugada, a dupla acabou se entregando.
Com informações do Diario Online

TRAFICANTES FLAGADO PELA RECORD - VEJA


Helicóptero da Record dando um rasante na região de Costa Barros, flagrou um bonde de Traficantes armados em uma das vias de acesso do Morro da Pedreira.


Eles estavam se preparando para sair, com um carro vermelho importado e uma moto escoltando.

Por outro lado, eles não tava nem ai com a presença das câmeras!


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